sexta-feira, 18 de maio de 2018
quarta-feira, 16 de maio de 2018
Rede bancária pede para ser assaltada. Não tem mais vigilância noturna
Esse cinematográfico assalto ocorrido na madrugada de hoje contra a agência do Banco do Brasil, no centro de São Gonçalo-RN, traz à tona um problema que não é de hoje: Os bancos decidiram acabar com a sua vigilância noturna.
Já faz algum tempo que, para os bandidos, é muito mais tranquilo agir no período noturno. As agências estão sem vigilância e, praticamente, abertas para recebê-los.
Já faz algum tempo que, para os bandidos, é muito mais tranquilo agir no período noturno. As agências estão sem vigilância e, praticamente, abertas para recebê-los.
Evento promove em Natal nova prática de exercícios físicos
Em Natal acontecerá o Pilates Day, um evento celebrado mundialmente no mês de Maio, que visa promover a valorização e conscientizar o público sobre o método Pilates.
Para quem pensa em começar a fazer Pilates se trata de uma excelente oportunidade de conhecer o método composto por exercícios físicos e alongamentos que utilizam o peso do próprio corpo na sua execução.
Nesse ano, o Pilates Day é fruto de uma parceria entre a Posture Estúdio de Pilates e o Hotel Porto do Mar. Será um evento totalmente gratuito! Para participar, basta inscrever-se através dos contatos divulgados.
Na programação: aulões de Pilates, yoga; auriculoterapia; massagem; aferição de medidas antropométricas e retirada de dúvidas nutricionais; degustações; sorteios e além disso, os participantes poderão usufruir da área de lazer do Hotel, imperdível!
SERVIÇO:
Pilates Day
Data: 19/5/2018 (sábado)
Horário: 9h às 11h
Local: Hotel Porto do Mar, via Costeira, 455.
Inscrições gratuitas:
(84) 99451-4451
(84) 2010-7800
Texto encaminhado pela Assessoria de Imprensa do Evento.
Para quem pensa em começar a fazer Pilates se trata de uma excelente oportunidade de conhecer o método composto por exercícios físicos e alongamentos que utilizam o peso do próprio corpo na sua execução.
Nesse ano, o Pilates Day é fruto de uma parceria entre a Posture Estúdio de Pilates e o Hotel Porto do Mar. Será um evento totalmente gratuito! Para participar, basta inscrever-se através dos contatos divulgados.
Na programação: aulões de Pilates, yoga; auriculoterapia; massagem; aferição de medidas antropométricas e retirada de dúvidas nutricionais; degustações; sorteios e além disso, os participantes poderão usufruir da área de lazer do Hotel, imperdível!
SERVIÇO:
Pilates Day
Data: 19/5/2018 (sábado)
Horário: 9h às 11h
Local: Hotel Porto do Mar, via Costeira, 455.
Inscrições gratuitas:
(84) 99451-4451
(84) 2010-7800
Texto encaminhado pela Assessoria de Imprensa do Evento.
Desembargador libera FUNFIR para pagar inativos e pensionistas
Em decisão liminar, o desembargador Expedito Ferreira autorizou o governo do RN a usar, de forma gradual, o que resta do Funfir para o pagamento de servidores inativos e pensionistas do IPE.
A ordem Judicial foi emitida no dia 11 deste mês e tem validade por 90 dias.
A ordem Judicial foi emitida no dia 11 deste mês e tem validade por 90 dias.
Uso de carro de som será restringido este ano - informa Ney Lopes
As regras eleitorais estabelecidas para a campanha deste ano limitam a utilzação de carros de som na programação política - advertiu nesta quarta-feira o jornalista e ex-deputado federal Ney Lopes.
- Somente será permitido carro de som em carreatas, caminhadas, passeatas, reuniões ou comício, se o próprio candidato - em carne e osso - estiver dentro dele.
Em artigo que publica na edição desta quarta-feira na Tribuna do Norte, com o título "A farra eleitoral de 2018", Ney destaca que as regras foram elaboradas de modo a privilegiar os atuais senadores e deputados federas.
E assinala:
- Será uma campanha de "surdos e mudos", sem riscos de denúncias ou esclarecimentos àm população, bem ao gosto das reeleições.
Para acessar o texto integral do artigo, CLIQUE AQUI.
- Somente será permitido carro de som em carreatas, caminhadas, passeatas, reuniões ou comício, se o próprio candidato - em carne e osso - estiver dentro dele.
Em artigo que publica na edição desta quarta-feira na Tribuna do Norte, com o título "A farra eleitoral de 2018", Ney destaca que as regras foram elaboradas de modo a privilegiar os atuais senadores e deputados federas.
E assinala:
- Será uma campanha de "surdos e mudos", sem riscos de denúncias ou esclarecimentos àm população, bem ao gosto das reeleições.
Para acessar o texto integral do artigo, CLIQUE AQUI.
Explosão no BB agrava o vazio no Centro de São Gonçalo
Era só o que faltava
Pra nosso comércio combalido
O fechamento do banco do Brasil
Que hoje foi explodido
Somos reféns do medo
Um povo pacato e irmão
No meio do fogo cruzado
Entre bandidos de facção
O centro perde de vez
O glamour a nostalgia
Lembranças de um passado
Hoje só visto em fotografias
É o bairro menos habilitado
De lá o cartório já saiu
Agora morgou de vez
Com a explosão do banco do Brasil
Nosso sonho de um banco
Hoje virou fumaça
Nosso centro se acabando
A cada dia que passa
Parece algo orquestrado
Para o centro sair daqui
Com certeza nos gabinetes
Alguns não param de sorrir
Quarta cidade do RN
Sem cartório e sem banco
O que era só um choro
Agora virou um pranto
Não temos a quem recorrer
Nesse momento de aflição
Quem vai pagar essa conta
Como sempre é a população
Bom dia
Duda do Dom
16/05/2018.
Pra nosso comércio combalido
O fechamento do banco do Brasil
Que hoje foi explodido
Somos reféns do medo
Um povo pacato e irmão
No meio do fogo cruzado
Entre bandidos de facção
O centro perde de vez
O glamour a nostalgia
Lembranças de um passado
Hoje só visto em fotografias
É o bairro menos habilitado
De lá o cartório já saiu
Agora morgou de vez
Com a explosão do banco do Brasil
Nosso sonho de um banco
Hoje virou fumaça
Nosso centro se acabando
A cada dia que passa
Parece algo orquestrado
Para o centro sair daqui
Com certeza nos gabinetes
Alguns não param de sorrir
Quarta cidade do RN
Sem cartório e sem banco
O que era só um choro
Agora virou um pranto
Não temos a quem recorrer
Nesse momento de aflição
Quem vai pagar essa conta
Como sempre é a população
Bom dia
Duda do Dom
16/05/2018.
Missa comemora aniversário de Ubaldo Fernandes
O vereador Ubaldo Fernandes está convidando os amigos para uma missa em ação de graças que manda celebrar pela passagem do seu aniversário, nesta quarta-feira, dia 16.
Será às 19 horas, na Matriz da Sagrada Família, bairro das Rocas.
Será às 19 horas, na Matriz da Sagrada Família, bairro das Rocas.
Bancos não vêem futuro na folha de pessoal do RN
O governo do RN promoveu licitação para ver se conseguia vender a folha de pagamento dos servidores pelo menos por 300 milhões de reais.
Entretanto, mais uma vez, nenhum banco apareceu para fazer qualquer oferta.
Ou seja, como diria o professor Manoel de Medeiros Brito, para a rede bancária, a folha de pagamento dos servidores estaduais do RN, sem dia certo para sair, é S. N. F. - Sem nenhum futuro.
Atualmente e até 2020, a conta da folha de pessoal está com o Banco do Brasil.
Entretanto, mais uma vez, nenhum banco apareceu para fazer qualquer oferta.
Ou seja, como diria o professor Manoel de Medeiros Brito, para a rede bancária, a folha de pagamento dos servidores estaduais do RN, sem dia certo para sair, é S. N. F. - Sem nenhum futuro.
Atualmente e até 2020, a conta da folha de pessoal está com o Banco do Brasil.
domingo, 13 de maio de 2018
TCE-RN precisa dar uma olhada nos institutos municipais de previdência
Pela situação existente na Paraíba, pode-se ter uma idéia do que certamente também ocorre aqui no Rio Grande do Norte.
Segundo reportagem do portal Correio da Paraíba, no vizinho estado, há 20 anos existiam 169 institutos municipais de previdência social.
Hoje, só restam 70. Os demais quebraram.
De acordo com o TCE-PB, dos 70 sobreviventes, a maioria já está deficitária e a tendência é piorar, em consequência de má gestão, "jeitinhos" e roubalheiras.
CLIQUE AQUI para ler a reportagem completa.
Segundo reportagem do portal Correio da Paraíba, no vizinho estado, há 20 anos existiam 169 institutos municipais de previdência social.
Hoje, só restam 70. Os demais quebraram.
De acordo com o TCE-PB, dos 70 sobreviventes, a maioria já está deficitária e a tendência é piorar, em consequência de má gestão, "jeitinhos" e roubalheiras.
CLIQUE AQUI para ler a reportagem completa.
sábado, 12 de maio de 2018
Para o Real Madri, Neymar é o jogador de "mais" futuro da atualidade
Reportagem no portal espanhol abc.es revela que, para o Real Madri, o brasileiro Neymar é o jogador com mais futuro da atualidade, mas, no momento, é o 3ª do mundo, abaixo de Cristiano Ronaldo e de Messi.
Mesmo assim, o time madrilhenho o quer.
Segundo o jornal, a contratação de Neymar será fundamental para que o time obtenha os 400 milhões de euros de que precisa para promover a reforma do seu estádio, bem como outros 150 milhões da marca fornecedora dos seus uniformes.
Segundo a reportagem, tanto Neymar quanto o Real Madri querem que o seu acerto seja formalizado antes da Copa.
Mesmo assim, o time madrilhenho o quer.
Segundo o jornal, a contratação de Neymar será fundamental para que o time obtenha os 400 milhões de euros de que precisa para promover a reforma do seu estádio, bem como outros 150 milhões da marca fornecedora dos seus uniformes.
Segundo a reportagem, tanto Neymar quanto o Real Madri querem que o seu acerto seja formalizado antes da Copa.
Artigo de Paulo Afonso Linhares
SUA MAJESTADE
O PRESIDENTE DO BRASIL
Paulo Afonso Linhares
Em tempos idos, lida com a avidez da juventude, a instigante obra de Ernest Hambloch, diplomata inglês, jornalista e brasilianista das décadas de vinte e trinta do século XX, Sua Majestade o Presidente do Brasil - Um estudo do Brasil constitucional (1889-1934), publicada originalmente em inglês em 1934 e que mereceu bem cuidada tradução de Lêda Boechat para o português, enriquecida por estudo rigoroso e enriquecedor de José Honório Rodrigues, à guisa de posfácio, que veio a lume em edição da Editora do Senado Federal, no ano 2000, por sua enorme atualidade tem sido revisitada noutros momentos, sobretudo, agora quando este país se dispõe em realizar mais uma eleição presidencial neste ano de 2018.
A vigorosa abordagem de Hambloch, mais de oito décadas depois, se mostra de uma desconcertante atualidade e, em especial, quando projeta alguns aspectos inerentes à instituição do presidencialismo à brasileira, também presente noutras repúblicas sul-americanas, marcada pelo desprezo à democracia e feroz apego ao caudilhismo e às fórmulas autocráticas e burocráticas típicas das oligarquias brasileiras, de ontem e de hoje, no exercício da magistratura suprema da nação, ou seja, da chefia do Estado brasileiro. Segundo acentua Roberto Gomes (disponível: https://bit.ly/2KaSgXw, acesso: 10 mai 2018), em abordagem recente, “Hambloch foi membro do Foreign Office e cônsul inglês no Brasil, onde morou cerca de vinte anos, trabalhando na Câmara Britânica do Comércio, no Rio. Saiu expulso, ameaçado por uma campanha que o acusava de ‘denegrir a imagem do país’. Os nacionalistas de plantão, bobos e oportunistas, viam nele uma víbora a ser pisoteada”.
Sem dúvida, a atualíssima análise de Hambloch tem como eixo a compreensão de que “as origens dos males do Brasil devem ser buscadas nos defeitos de seu regime político”, de modo que as explicações a partir de certas abordagens econômicas e sociais caem no vazio, porquanto, lastimavelmente, hoje como nos albores da República instituída em 1889, “a política no Brasil nada tem a ver com questões políticas”, o que fica por demais evidente quando se constata que o Brasil vive, neste momento, uma profunda crise institucional caracterizada pelo descompasso entre os Poderes da República que teve início com o episódio do impedimento da presidente Dilma Rousseff e a pauta política do país foi deslocada para o Poder Judiciário, aliado ao Ministério Público e à Polícia Federal. E por falar em Poder Judiciário, é bom lembrar que entre os tantos poderes do presidente da República está o de escolher, por ato de sua exclusiva vontade, todos os onze ministros do Supremo Tribunal Federal.
Esse arranjo superestrutural, todavia, é precário e tende a ser revertido quando emergir das urnas de 2018 mais um ‘predestinado’, um homem forte, que governará este país pelos próximos quatros anos. É estarrecedor imaginar que, nestes “tristes trópicos”, para usar as palavras do franco-belga Claude Lévi-Strauss, ainda prevalece a noção captada pelo arguto Hambloch de que “os princípios e sistemas democráticos não dependem, como ainda pensa a maioria dos idealistas latino-americanos, de cartas constitucionais, mas de convicções. A fé vale mais do que o fato”. Coincidência é que Lévi-Strauss e Hambloch colheram suas impressões sobre o Brasil numa mesma época, os anos de 1930.
Tanto isto é verdade que no Brasil as instituições partidárias, de confusas marcações politico-filosóficas, não enfeixam projetos políticos, ideias ou visões a serem postos à disposição da sociedade quando esta é chamada a decidir sobre a renovação periódica das estruturas de poder estatal, nos três níveis federativos. Com efeito, no momento atual, os partidos políticos nada mais representam que biombos por onde transitam interesses individuais e de grupos que buscam capturar e manter as instituições de governo, numa ocupação burocrática e parasitária do poder, quase sempre sem definições de propostas que atendam às demandas sociais, econômicas, políticas e culturais da sociedade brasileira.
Ressalte-se, aliás, que a história constitucional republicana registra um crescimento continuo, integral e consolidado dos poderes atribuídos ao presidente da República, seja nos períodos em que vicejaram as autocracias (a era Vargas, de 1930 a 1945; a Ditadura Militar, de 1964 a 1985) ou aqueles em que se praticou, em variados graus e formas, a democracia. Embora possa ser paradoxal, não há exagero na afirmação de que a democrática Constituição de 1988 atribui ao presidente da República bem mais competências e prerrogativas que suas antecessoras, salvo a protofascista Constituição de 1937, apelidada de “Polaca”.
A propósito da Carta de 1988, chamada de “Constituição Cidadã”, vale lembrar que no seu processo constituinte tudo indicava que dela resultaria um sistema de governo do tipo parlamentar, pois era o parlamentarismo um credo comum aos vários grupamentos políticos e lideranças - grande parte daquelas que se ombrearam nos palanques do movimento Diretas Já - que se opunham ao ciclo de governos militares e lutaram pela superação do regime autocrático que estes representaram.
Ao fim e ao cabo, falou mais alto a tradição autocrática das elites tupiniquins, de praticamente todos os matizes políticos e ideológicos, da esquerda à direita: venceu, mais uma vez, a ideia de uma presidência da República guarnecida de amplos e imperiais poderes. Isso foi confirmado cinco anos depois com a realização do plebiscito, em 21 de abril de 1993 (originalmente previsto para 7 de setembro de 1993, modificada pela Emenda Constitucional nº 2/1992), em que o povo eleitor foi chamado a decidir sobre o sistema (parlamentarista ou presidencialista) e a forma (república ou monarquia) de governo, conforme determinava a Constituição de 1988.
A despeito do alto índice de abstenção, foram vencedores o presidencialismo e a firma de governo republicano, mantida, assim, a letra da Constituição. Os parlamentaristas de passado recente sumiram e restou inalterada a assertiva de Hambloch: “Os brasileiros admiram os métodos parlamentares ingleses tão sinceramente quanto a teoria da relatividade de Einstein, sendo o grau de compreensão o mesmo em cada um dos casos.” Pano rápido.
Sem razoável dúvida, o processo constituinte que deu origem à Carta de 1988 foi mais uma (excelente) oportunidade perdida de acabar com essa presidência da República majestática que não se coaduna com os verdadeiros postulados que imantam as instituições republicanas. E para “fechar o firo”, cabe recordar a frase mais incisiva desse estudioso inglês - e não menos profética, se tivermos em mente atuais episódios da vida institucional brasileira! -, quando, há mais de 80 anos, repita-se, tratou do presidencialismo de forte tradição autoritária e majestática dos países sul-americanos, sobretudo, do Brasil: “Os primeiros frutos da autocracia são corruptos e geram a corrupção.” Ernest Hambloch precisa urgentemente ser relido, esse seu olhar sobre o Brasil de ontem e que muito diz do País que fatalmente emergirá das urnas em 2018.
O PRESIDENTE DO BRASIL
Paulo Afonso Linhares
Em tempos idos, lida com a avidez da juventude, a instigante obra de Ernest Hambloch, diplomata inglês, jornalista e brasilianista das décadas de vinte e trinta do século XX, Sua Majestade o Presidente do Brasil - Um estudo do Brasil constitucional (1889-1934), publicada originalmente em inglês em 1934 e que mereceu bem cuidada tradução de Lêda Boechat para o português, enriquecida por estudo rigoroso e enriquecedor de José Honório Rodrigues, à guisa de posfácio, que veio a lume em edição da Editora do Senado Federal, no ano 2000, por sua enorme atualidade tem sido revisitada noutros momentos, sobretudo, agora quando este país se dispõe em realizar mais uma eleição presidencial neste ano de 2018.
A vigorosa abordagem de Hambloch, mais de oito décadas depois, se mostra de uma desconcertante atualidade e, em especial, quando projeta alguns aspectos inerentes à instituição do presidencialismo à brasileira, também presente noutras repúblicas sul-americanas, marcada pelo desprezo à democracia e feroz apego ao caudilhismo e às fórmulas autocráticas e burocráticas típicas das oligarquias brasileiras, de ontem e de hoje, no exercício da magistratura suprema da nação, ou seja, da chefia do Estado brasileiro. Segundo acentua Roberto Gomes (disponível: https://bit.ly/2KaSgXw, acesso: 10 mai 2018), em abordagem recente, “Hambloch foi membro do Foreign Office e cônsul inglês no Brasil, onde morou cerca de vinte anos, trabalhando na Câmara Britânica do Comércio, no Rio. Saiu expulso, ameaçado por uma campanha que o acusava de ‘denegrir a imagem do país’. Os nacionalistas de plantão, bobos e oportunistas, viam nele uma víbora a ser pisoteada”.
Sem dúvida, a atualíssima análise de Hambloch tem como eixo a compreensão de que “as origens dos males do Brasil devem ser buscadas nos defeitos de seu regime político”, de modo que as explicações a partir de certas abordagens econômicas e sociais caem no vazio, porquanto, lastimavelmente, hoje como nos albores da República instituída em 1889, “a política no Brasil nada tem a ver com questões políticas”, o que fica por demais evidente quando se constata que o Brasil vive, neste momento, uma profunda crise institucional caracterizada pelo descompasso entre os Poderes da República que teve início com o episódio do impedimento da presidente Dilma Rousseff e a pauta política do país foi deslocada para o Poder Judiciário, aliado ao Ministério Público e à Polícia Federal. E por falar em Poder Judiciário, é bom lembrar que entre os tantos poderes do presidente da República está o de escolher, por ato de sua exclusiva vontade, todos os onze ministros do Supremo Tribunal Federal.
Esse arranjo superestrutural, todavia, é precário e tende a ser revertido quando emergir das urnas de 2018 mais um ‘predestinado’, um homem forte, que governará este país pelos próximos quatros anos. É estarrecedor imaginar que, nestes “tristes trópicos”, para usar as palavras do franco-belga Claude Lévi-Strauss, ainda prevalece a noção captada pelo arguto Hambloch de que “os princípios e sistemas democráticos não dependem, como ainda pensa a maioria dos idealistas latino-americanos, de cartas constitucionais, mas de convicções. A fé vale mais do que o fato”. Coincidência é que Lévi-Strauss e Hambloch colheram suas impressões sobre o Brasil numa mesma época, os anos de 1930.
Tanto isto é verdade que no Brasil as instituições partidárias, de confusas marcações politico-filosóficas, não enfeixam projetos políticos, ideias ou visões a serem postos à disposição da sociedade quando esta é chamada a decidir sobre a renovação periódica das estruturas de poder estatal, nos três níveis federativos. Com efeito, no momento atual, os partidos políticos nada mais representam que biombos por onde transitam interesses individuais e de grupos que buscam capturar e manter as instituições de governo, numa ocupação burocrática e parasitária do poder, quase sempre sem definições de propostas que atendam às demandas sociais, econômicas, políticas e culturais da sociedade brasileira.
Ressalte-se, aliás, que a história constitucional republicana registra um crescimento continuo, integral e consolidado dos poderes atribuídos ao presidente da República, seja nos períodos em que vicejaram as autocracias (a era Vargas, de 1930 a 1945; a Ditadura Militar, de 1964 a 1985) ou aqueles em que se praticou, em variados graus e formas, a democracia. Embora possa ser paradoxal, não há exagero na afirmação de que a democrática Constituição de 1988 atribui ao presidente da República bem mais competências e prerrogativas que suas antecessoras, salvo a protofascista Constituição de 1937, apelidada de “Polaca”.
A propósito da Carta de 1988, chamada de “Constituição Cidadã”, vale lembrar que no seu processo constituinte tudo indicava que dela resultaria um sistema de governo do tipo parlamentar, pois era o parlamentarismo um credo comum aos vários grupamentos políticos e lideranças - grande parte daquelas que se ombrearam nos palanques do movimento Diretas Já - que se opunham ao ciclo de governos militares e lutaram pela superação do regime autocrático que estes representaram.
Ao fim e ao cabo, falou mais alto a tradição autocrática das elites tupiniquins, de praticamente todos os matizes políticos e ideológicos, da esquerda à direita: venceu, mais uma vez, a ideia de uma presidência da República guarnecida de amplos e imperiais poderes. Isso foi confirmado cinco anos depois com a realização do plebiscito, em 21 de abril de 1993 (originalmente previsto para 7 de setembro de 1993, modificada pela Emenda Constitucional nº 2/1992), em que o povo eleitor foi chamado a decidir sobre o sistema (parlamentarista ou presidencialista) e a forma (república ou monarquia) de governo, conforme determinava a Constituição de 1988.
A despeito do alto índice de abstenção, foram vencedores o presidencialismo e a firma de governo republicano, mantida, assim, a letra da Constituição. Os parlamentaristas de passado recente sumiram e restou inalterada a assertiva de Hambloch: “Os brasileiros admiram os métodos parlamentares ingleses tão sinceramente quanto a teoria da relatividade de Einstein, sendo o grau de compreensão o mesmo em cada um dos casos.” Pano rápido.
Sem razoável dúvida, o processo constituinte que deu origem à Carta de 1988 foi mais uma (excelente) oportunidade perdida de acabar com essa presidência da República majestática que não se coaduna com os verdadeiros postulados que imantam as instituições republicanas. E para “fechar o firo”, cabe recordar a frase mais incisiva desse estudioso inglês - e não menos profética, se tivermos em mente atuais episódios da vida institucional brasileira! -, quando, há mais de 80 anos, repita-se, tratou do presidencialismo de forte tradição autoritária e majestática dos países sul-americanos, sobretudo, do Brasil: “Os primeiros frutos da autocracia são corruptos e geram a corrupção.” Ernest Hambloch precisa urgentemente ser relido, esse seu olhar sobre o Brasil de ontem e que muito diz do País que fatalmente emergirá das urnas em 2018.
Nelter questiona "botija" do PSDB-RN
O deputado Nelter Queiroz afirmou, no twitter, que o PSDB tem uma botija.
Foi em resposta a um internauta @vitorbreno91, que lhe dirigiu resposta à seguinte postagem (em azul) que ele tinha feito às 10,13 deste sábado:
- Fazer aqui uma reflexão na política desse pobre RN! Como é que um partido político tem um grande espaço no governo do estado e a um mês pra acontecer as convenções partidárias esse partido fica em cima do muro?
Resposta do internauta (em vermelho):
- Deputado, o senhor entende de política. É um gigante. Sabe mais do que eu que o PSDB no RN não tem voto! É um partido grande, sem voto.
Nelter, então, acrescentou:
- Esse partido aí além de ter ficado grande, tem uma botija rsrs
Para acessar a página do deputado Nelter Queiroz no twitter, CLIQUE AQUI.
Foi em resposta a um internauta @vitorbreno91, que lhe dirigiu resposta à seguinte postagem (em azul) que ele tinha feito às 10,13 deste sábado:
- Fazer aqui uma reflexão na política desse pobre RN! Como é que um partido político tem um grande espaço no governo do estado e a um mês pra acontecer as convenções partidárias esse partido fica em cima do muro?
Resposta do internauta (em vermelho):
- Deputado, o senhor entende de política. É um gigante. Sabe mais do que eu que o PSDB no RN não tem voto! É um partido grande, sem voto.
Nelter, então, acrescentou:
- Esse partido aí além de ter ficado grande, tem uma botija rsrs
Para acessar a página do deputado Nelter Queiroz no twitter, CLIQUE AQUI.
Abecedistas corujam conversa de Eduardo Rocha com Diá
A foto abaixo me foi enviada pelo amigo Cid Montenegro.
Foi tirada ontem, na Peixada do Compadre, localizada no Candelária, em Natal.
Lá estavam o presidente do América, Eduardo Rocha, e o técnico Francisco Diá.
Apesar da proximidade das mesas, Cid me garantiu que não deu pra escutar nada.
Com Cid Montenegro estava o também abecedista João Maria Trajano, irmão do presidente da Federação José Vanildo.
PÓS PUBLICAÇÃO
Depois da postagem da nota acima, Cid me informou que esse encontro de amigos é realizado toda sexta-feira e não inclui agenda profissional.
E teve outras presenças não registradas na foto.
Foi tirada ontem, na Peixada do Compadre, localizada no Candelária, em Natal.
Lá estavam o presidente do América, Eduardo Rocha, e o técnico Francisco Diá.
Apesar da proximidade das mesas, Cid me garantiu que não deu pra escutar nada.
Com Cid Montenegro estava o também abecedista João Maria Trajano, irmão do presidente da Federação José Vanildo.
PÓS PUBLICAÇÃO
Depois da postagem da nota acima, Cid me informou que esse encontro de amigos é realizado toda sexta-feira e não inclui agenda profissional.
E teve outras presenças não registradas na foto.
sexta-feira, 11 de maio de 2018
RN tem uma vaga no Parlamento Jovem Brasileiro
Agência Câmara
As inscrições para a 15ª edição do Parlamento Jovem Brasileiro (PJB) estão abertas até 28 de maio.
Para o Rio Grande do Norte só existe uma vaga.
O PJB simula uma jornada parlamentar, na qual os jovens estudantes vivenciam o trabalho de um deputado federal, por meio de debates e votações. A experiência possibilita a formação de um conceito positivo acerca do Poder Legislativo, informa sobre o processo legislativo e educa para a participação e a cidadania.
É necessário ser aluno do ensino médio ou técnico de escolas públicas e particulares de todo o Brasil, com idade entre 16 e 22 anos, para participar. O candidato tem que estar matriculado no 2º ou no 3º ano do ensino médio ou no 2º, 3º ou 4º ano do ensino técnico, na modalidade integrada ao ensino médio.
Os interessados devem elaborar um projeto de lei que proponha mudanças para melhorar a realidade do país. O tema é livre, mas deve ter impacto nacional. A proposta deve ser enviada juntamente com a ficha de inscrição e com toda a documentação necessária à Secretaria de Educação do estado do estudante, na forma prevista no Manual de Procedimentos do PJB 2018, até o dia 28 de maio.
O evento será realizado de 1 a 5 de outubro, na Câmara dos Deputados. Serão selecionados 78 projetos.
O número de representantes jovens por estado e no Distrito Federal é distribuído de maneira proporcional, como nas eleições oficiais. São Paulo, por exemplo, que tem o maior número de deputados na Casa, recebe 11 parlamentares jovens, enquanto o Distrito Federal e o Acre, que têm oito representantes, recebem um representante jovem.
Encontro dos coordenadores
A edição do Parlamento Jovem Brasileiro 2018 começou oficialmente na quinta-feira (22), com o encontro dos coordenadores, no auditório do Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento da Câmara dos Deputados (Cefor).
Os coordenadores são servidores designados pelas Secretarias de Educação que conduzem as ações de divulgação do PJB nos estados, assim como coordenam a pré-seleção dos projetos. Durante a realização do programa, acompanham em tempo integral os estudantes de cada estado, com o intuito de garantir o bom desenvolvimento das atividades.
Mais informações estão disponíveis no site do PJB ou na fan page do Facebook.
SERVIÇO
15ª edição do Parlamento Jovem Brasileiro
Encontro dos coordenadores: 22 e 23 de março
Local: Auditório do Cefor
Inscrições no PJB: de 28 de março a 28 de maio
Evento: de 1 a 5 de outubro, na Câmara dos Deputados
As inscrições para a 15ª edição do Parlamento Jovem Brasileiro (PJB) estão abertas até 28 de maio.
Para o Rio Grande do Norte só existe uma vaga.
O PJB simula uma jornada parlamentar, na qual os jovens estudantes vivenciam o trabalho de um deputado federal, por meio de debates e votações. A experiência possibilita a formação de um conceito positivo acerca do Poder Legislativo, informa sobre o processo legislativo e educa para a participação e a cidadania.
É necessário ser aluno do ensino médio ou técnico de escolas públicas e particulares de todo o Brasil, com idade entre 16 e 22 anos, para participar. O candidato tem que estar matriculado no 2º ou no 3º ano do ensino médio ou no 2º, 3º ou 4º ano do ensino técnico, na modalidade integrada ao ensino médio.
Os interessados devem elaborar um projeto de lei que proponha mudanças para melhorar a realidade do país. O tema é livre, mas deve ter impacto nacional. A proposta deve ser enviada juntamente com a ficha de inscrição e com toda a documentação necessária à Secretaria de Educação do estado do estudante, na forma prevista no Manual de Procedimentos do PJB 2018, até o dia 28 de maio.
O evento será realizado de 1 a 5 de outubro, na Câmara dos Deputados. Serão selecionados 78 projetos.
O número de representantes jovens por estado e no Distrito Federal é distribuído de maneira proporcional, como nas eleições oficiais. São Paulo, por exemplo, que tem o maior número de deputados na Casa, recebe 11 parlamentares jovens, enquanto o Distrito Federal e o Acre, que têm oito representantes, recebem um representante jovem.
Encontro dos coordenadores
A edição do Parlamento Jovem Brasileiro 2018 começou oficialmente na quinta-feira (22), com o encontro dos coordenadores, no auditório do Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento da Câmara dos Deputados (Cefor).
Os coordenadores são servidores designados pelas Secretarias de Educação que conduzem as ações de divulgação do PJB nos estados, assim como coordenam a pré-seleção dos projetos. Durante a realização do programa, acompanham em tempo integral os estudantes de cada estado, com o intuito de garantir o bom desenvolvimento das atividades.
Mais informações estão disponíveis no site do PJB ou na fan page do Facebook.
SERVIÇO
15ª edição do Parlamento Jovem Brasileiro
Encontro dos coordenadores: 22 e 23 de março
Local: Auditório do Cefor
Inscrições no PJB: de 28 de março a 28 de maio
Evento: de 1 a 5 de outubro, na Câmara dos Deputados
quinta-feira, 10 de maio de 2018
Sábado, 12, dia D da vacinação contra a gripe
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, iniciada desde 23 de abril, terá neste sábado, 12 de maio, o seu Dia D. Todos os municípios deverão abrir suas unidades de saúde para atender a população, beneficiando principalmente as pessoas que não podem procurar os postos durante a semana.
O Rio Grande do Norte já recebeu quatro remessas de vacinas, o que totaliza 589 mil doses recebidas desde o início da campanha.
O Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI) informa que até esta quinta-feira (10) foram aplicadas 204.711 doses, percentual que coloca o estado em segundo lugar em números de cobertura vacinal, ficando atrás apenas do Ceará.
“Hoje (10) estamos fazendo a entrega dessa quarta remessa de doses para Regionais e Municípios da grande Natal, que corresponde a uma média de 14% das doses que serão recebidas no RN e se destinarão ao Dia D”, explica a coordenadora do Programa Estadual de Imunização, Katiucia Roseli.
Até o final da campanha, em 1º de junho, o Ministério da Saúde enviará mais três remessas com doses da vacina. A estimativa é vacinar 879.430 pessoas no Rio Grande do Norte, tendo como meta vacinar, pelo menos, 90% dos grupos prioritários.
Fazem parte dos grupos elegíveis para a vacinação as crianças na faixa etária de seis meses a menos cinco anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), indivíduos a partir dos 60 anos, trabalhadores da saúde, professores de escolas públicas e privadas, povos indígenas, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional.
Nota encaminhada pela Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Saúde Pública
O Rio Grande do Norte já recebeu quatro remessas de vacinas, o que totaliza 589 mil doses recebidas desde o início da campanha.
O Sistema de Informação do Programa Nacional de Imunizações (SIPNI) informa que até esta quinta-feira (10) foram aplicadas 204.711 doses, percentual que coloca o estado em segundo lugar em números de cobertura vacinal, ficando atrás apenas do Ceará.
“Hoje (10) estamos fazendo a entrega dessa quarta remessa de doses para Regionais e Municípios da grande Natal, que corresponde a uma média de 14% das doses que serão recebidas no RN e se destinarão ao Dia D”, explica a coordenadora do Programa Estadual de Imunização, Katiucia Roseli.
Até o final da campanha, em 1º de junho, o Ministério da Saúde enviará mais três remessas com doses da vacina. A estimativa é vacinar 879.430 pessoas no Rio Grande do Norte, tendo como meta vacinar, pelo menos, 90% dos grupos prioritários.
Fazem parte dos grupos elegíveis para a vacinação as crianças na faixa etária de seis meses a menos cinco anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), indivíduos a partir dos 60 anos, trabalhadores da saúde, professores de escolas públicas e privadas, povos indígenas, grupos portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade e os funcionários do sistema prisional.
Nota encaminhada pela Assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado da Saúde Pública
Nenhuma coligação está definida, deixa claro Carlos Eduardo
Uma nota publicada nesta quinta-feira na coluna "Notas & comentários" - no jornal Tribuna do Norte - joga incerteza quanto às forças políticas que estarão no palanque do pré-candidato ao governo Carlos Eduardo Alves.
Passo a transcrever, em letras vermelhas, o teor:
- Presidente estadual do PDT, o ex-prefeito Carlos Eduardo afirmou que vai esperar as orientações do diretório nacional do partido que integra antes de anunciar alguma iniciativa na formação de alianças.
Ou seja: Pelo que entendi, por enquanto, tudo não passa de sonhos, intenções ou mera especulação.
Passo a transcrever, em letras vermelhas, o teor:
- Presidente estadual do PDT, o ex-prefeito Carlos Eduardo afirmou que vai esperar as orientações do diretório nacional do partido que integra antes de anunciar alguma iniciativa na formação de alianças.
Ou seja: Pelo que entendi, por enquanto, tudo não passa de sonhos, intenções ou mera especulação.
quarta-feira, 9 de maio de 2018
Professor potiguar chega à Academia Brasileira de Ciências
O professor do Departamento de Física Teórica e Experimental da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), José Renan de Medeiros, foi eleito como membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC). A solenidade de posse acontece nesta quarta-feira, 9, durante a Reunião Magna da ABC 2018, no Museu do Amanhã,no Rio de Janeiro.
O vice-reitor da UFRN, José Daniel Diniz Melo, participa da posse do professor José Renan de Medeiros. A programação do evento contará com diversos cientistas de renome, entre eles o professor do Instituto do Cérebro (ICe) da UFRN, Sidarta Ribeiro.
José Renan de Medeiros é graduado em Física (1976) pela UFRN, possui mestrado em Astronomia (1980) pelo Observatório Nacional (Rio de Janeiro), e fez doutorado em Ciências (1990) pela Universidade de Genebra, na Suíça.
Nota distribuída pela AGECOM.
O vice-reitor da UFRN, José Daniel Diniz Melo, participa da posse do professor José Renan de Medeiros. A programação do evento contará com diversos cientistas de renome, entre eles o professor do Instituto do Cérebro (ICe) da UFRN, Sidarta Ribeiro.
José Renan de Medeiros é graduado em Física (1976) pela UFRN, possui mestrado em Astronomia (1980) pelo Observatório Nacional (Rio de Janeiro), e fez doutorado em Ciências (1990) pela Universidade de Genebra, na Suíça.
Nota distribuída pela AGECOM.
terça-feira, 8 de maio de 2018
Candidato PSOL acha importante ter pontuado na pesquisa Certus/Fiern
O pré-candidato a governador, Professor Carlos Alberto, comemorou o aparecimento do nome dele na pesquisa pesquisa eleitoral divulgada neste final de semana, mesmo com a pré-candidatura tendo sido lançada há menos de um mês.
Carlos Alberto disse que isso mostra que o PSOL está construindo uma candidatura sustentável e viável. "Ficamos felizes. Lançamos nossa pré-candidatura junto ao PSOL no início de abril, quer dizer, há muito pouco tempo e já temos um percentual expressivo de menções. Agora vamos trabalhar para aumentar esse percentual", contou.
Na pesquisa estimulada, que é aquela em que os eleitores têm acesso aos nomes dos pré-candidatos, realizada pelo Instituto Certus a pedido da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), Carlos Alberto aparece com 1,13% das intenções de voto, a frente de nomes tradicionais da política potiguar.
Registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos BR-08786/2018 e RN-01096/2018, a pesquisa “Retratos da Sociedade Potiguar” realizou 1.410 entrevistas, entre 27 à 30 de abril, com margem de erro de 3% para mais ou para menos e índice de confiabilidade de 95%.
Texto e foto encaminhados pela Assessoria de Imprensa do professor Carlos Alberto.
Carlos Alberto disse que isso mostra que o PSOL está construindo uma candidatura sustentável e viável. "Ficamos felizes. Lançamos nossa pré-candidatura junto ao PSOL no início de abril, quer dizer, há muito pouco tempo e já temos um percentual expressivo de menções. Agora vamos trabalhar para aumentar esse percentual", contou.
Na pesquisa estimulada, que é aquela em que os eleitores têm acesso aos nomes dos pré-candidatos, realizada pelo Instituto Certus a pedido da Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), Carlos Alberto aparece com 1,13% das intenções de voto, a frente de nomes tradicionais da política potiguar.
Registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos BR-08786/2018 e RN-01096/2018, a pesquisa “Retratos da Sociedade Potiguar” realizou 1.410 entrevistas, entre 27 à 30 de abril, com margem de erro de 3% para mais ou para menos e índice de confiabilidade de 95%.
Texto e foto encaminhados pela Assessoria de Imprensa do professor Carlos Alberto.
Assinar:
Postagens (Atom)






