Casais de namorados e noivos participam neste final de semana, 9 e 10, da 8ª edição do Retiro Namorando em Deus, na Casa de Retiro, em Parnamirim.
O objetivo do encontro é fortalecer o relacionamento entre o casal em conhecimento e espiritualidade.
As vagas são limitadas e o valor da inscrição incluindo alimentação e hospedagem, será de R$ 100,00, por casal.
A programação terá início no sábado, 9, a partir das 8h com atividades esportivas, reflexão, dinâmicas e oficinas para os casais, além de momentos de espiritualidade com celebração da santa missa, pregações e partilhas. No sábado à noite haverá jantar romântico com surpresas para os namorados.
O Retiro segue no domingo com momentos oracionais, lazer e concluindo com a santa missa às 16h. Durante a programação, haverá presença de padre, casais e ministérios conduzindo as atividades.
As inscrições podem ser feitas pelos telefones: 98824-9720 ou 99608-2547.
Nota encaminhada pela Assessoria de Imprensa do evento.
terça-feira, 5 de junho de 2018
segunda-feira, 4 de junho de 2018
Projeto amplia validade da 1ª fase do exame da OAB
O aumento da validade da primeira fase do exame da OAB está sendo objeto de projeto de lei em análise no Senado Federal.
A proposta original ampliava o prazo para três anos, mas uma emenda o reduziu para as duas edições seguintes.
Essa versão da proposta está na pauta dessa terça-feira, dia 5, na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal.
CLIQUE AQUI para ler a reportagem completa.
A proposta original ampliava o prazo para três anos, mas uma emenda o reduziu para as duas edições seguintes.
Essa versão da proposta está na pauta dessa terça-feira, dia 5, na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal.
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Juiz autor da ficha limpa fica em último lugar no Tocantins
O juiz Marlon Reis, autor do projeto de lei da Ficha Limpa, disputou a eleição para governador do Estado do Tocantins, realizada ontem, dia 3, e ficou no último lugar.
Foram 5 candidatos:
Mauro Carlese obteve 30,3% dos votos do estado, enquanto Vicentinho (PR) ficou com 22,2%. Esses dois vão disputar o 2º turno no dia 24.
Os demais candidatos foram os seguintes: 3º) Carlos Amastha (PSB) alcançou 21,4%; 4º) Kátia Abreu (PDT) 15,6% e Márlon Reis (Rede), 9,9%.
Foram 5 candidatos:
Mauro Carlese obteve 30,3% dos votos do estado, enquanto Vicentinho (PR) ficou com 22,2%. Esses dois vão disputar o 2º turno no dia 24.
Os demais candidatos foram os seguintes: 3º) Carlos Amastha (PSB) alcançou 21,4%; 4º) Kátia Abreu (PDT) 15,6% e Márlon Reis (Rede), 9,9%.
Acredita? Fátima torce para "perder"
Pra mim, parece não haver dúvida que a senadora Fátima Bezerra (PT) está se colocando como pré-candidata ao governo do RN por uma imposição partidária.
Do mesmo modo, não acredito que ela não perceba que, sendo eleita, perderá espaço político.
Entre estar senadora ou estar governadora de um Estado liquidado como o Rio Grande do Norte - vai uma grande diferença.
Imagine-se, Fátima, sem nenhuma experiência administrativa, eleita governadora e recebendo um Estado com salários atrasados e com todas as suas receitas num futuro próximo já consumidas pelo governador que sai.
Coitada.
Ou seja: Logo no primeiro mês de governo, passará a ser sua a responsabilidade pelo pagamento de 3 meses de salários - o do mês, mais, no mínimo, o 13º do ano anterior e a folha de dezembro. E olhe lá, se nessa relação, não tenha que incluir, também, o mês de novembro.
O desgaste será imediato. Não apenas perante a opinião pública, mas, principalmente, dentro do próprio partido que, hoje, lhe exige que seja candidata. Claro, para o PT, a Fátima de hoje, senadora, sempre valerá muito mais do que a Fátima governadora de um estado fragilizado, sem recursos, com salários atrasados, com débitos impagáveis com a sua própria Previdência Social, saúde estraçalhada e a segurança pública sem meios para enfrentar e vencer o controle do crime organizado.
Minha impressão é de que esse é o cenário enxergado pela própria senadora Fátima, uma política calejada, com muitos anos de estrada percorrida, mas que não teve um dia sequer de experiência no campo administrativo.
Aceitando ser candidata, ela cumpre a missão partidária de ampliar o espaço petista no espaço proporcional - este sim, no momento, o grande desafio do PT - fortalecer-se politicamente no Congresso Nacional, de preferência com ela própria permanecendo no Senado. Ou seja: perdendo a eleição para o governo.
Do mesmo modo, não acredito que ela não perceba que, sendo eleita, perderá espaço político.
Entre estar senadora ou estar governadora de um Estado liquidado como o Rio Grande do Norte - vai uma grande diferença.
Imagine-se, Fátima, sem nenhuma experiência administrativa, eleita governadora e recebendo um Estado com salários atrasados e com todas as suas receitas num futuro próximo já consumidas pelo governador que sai.
Coitada.
Ou seja: Logo no primeiro mês de governo, passará a ser sua a responsabilidade pelo pagamento de 3 meses de salários - o do mês, mais, no mínimo, o 13º do ano anterior e a folha de dezembro. E olhe lá, se nessa relação, não tenha que incluir, também, o mês de novembro.
O desgaste será imediato. Não apenas perante a opinião pública, mas, principalmente, dentro do próprio partido que, hoje, lhe exige que seja candidata. Claro, para o PT, a Fátima de hoje, senadora, sempre valerá muito mais do que a Fátima governadora de um estado fragilizado, sem recursos, com salários atrasados, com débitos impagáveis com a sua própria Previdência Social, saúde estraçalhada e a segurança pública sem meios para enfrentar e vencer o controle do crime organizado.
Minha impressão é de que esse é o cenário enxergado pela própria senadora Fátima, uma política calejada, com muitos anos de estrada percorrida, mas que não teve um dia sequer de experiência no campo administrativo.
Aceitando ser candidata, ela cumpre a missão partidária de ampliar o espaço petista no espaço proporcional - este sim, no momento, o grande desafio do PT - fortalecer-se politicamente no Congresso Nacional, de preferência com ela própria permanecendo no Senado. Ou seja: perdendo a eleição para o governo.
Prefeitura de Mossoró registra maior público da história no "Pingo"
O portal da Prefeitura de Mossoró revelou que, segundo a Polícia Militar, o "Pingo da mei dia" deste ano, realizada sábado, registrou o maior público da história, mais de 100 mil pessoas.
Na mesma nota, registra declaração do secretário de Segurança, coronel Sócrates Vieira, garantindo que foi também a mais segura abertura da programação do "Mossoró Cidade Junina".
Para isso - relata - a Prefeitura contou com parcerias importantes, incluindo a Polícia Militar, polícia civil, Corpo de Bombeiros, II Distrito da Polícia Rodoviária Estadal, Guarda Municipal e segurança privada.
Na mesma nota, registra declaração do secretário de Segurança, coronel Sócrates Vieira, garantindo que foi também a mais segura abertura da programação do "Mossoró Cidade Junina".
Para isso - relata - a Prefeitura contou com parcerias importantes, incluindo a Polícia Militar, polícia civil, Corpo de Bombeiros, II Distrito da Polícia Rodoviária Estadal, Guarda Municipal e segurança privada.
domingo, 3 de junho de 2018
Pela 2ª vez este ano, embaixador de Israel cumpre agenda em Natal
O embaixador de Israel, Yossi Shelley, chega neste domingo (3) a Natal para agenda oficial no Rio Grande do Norte. O representante do país do Oriente Médio visita a capital potiguar pela segunda vez em 2018, onde participa de uma série de reuniões e eventos, com destaque para o seminário Motores do Desenvolvimento, que acontece amanhã (4).
O primeiro compromisso acontece já neste domingo (3). Shelley ministra a partir das 18h a palestra "Israel e sua atualidade", no Centro Israelita do Rio Grande do Norte, localizado no bairro de Emaús, em Parnamirim.
O segundo compromisso acontece na segunda-feira (4), onde o embaixador participa do seminário Motores do Desenvolvimento. Esta edição do evento será organizada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), dentro das comemorações do aniversário de 60 anos da instituição. O seminário começa às 8h30 e acontece na Casa da Indústria, no bairro de Lagoa Nova. À tarde, Shelley cumpre agenda na UFRN, onde se reúne com a reitora Ângela Paiva Cruz.
Texto e foto encaminhados por Arthur Barbalho.
Na terça (5), o embaixador participa de reunião com a secretária de Educação e Cultura do RN, Cláudia Santa Rosa, a partir das 9h. Já às 10h, Shelley visita o Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da UFRN (LAIS), onde se reúne com o professor Ricardo Valentim.
Por fim, Yossi Shelley vai debater a questão hídrica do RN com o secretário do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do estado, Mairton França. Na pauta, a apresentação de tecnologias desenvolvidas em Israel para o enfrentamento da seca.
O primeiro compromisso acontece já neste domingo (3). Shelley ministra a partir das 18h a palestra "Israel e sua atualidade", no Centro Israelita do Rio Grande do Norte, localizado no bairro de Emaús, em Parnamirim.
O segundo compromisso acontece na segunda-feira (4), onde o embaixador participa do seminário Motores do Desenvolvimento. Esta edição do evento será organizada pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), dentro das comemorações do aniversário de 60 anos da instituição. O seminário começa às 8h30 e acontece na Casa da Indústria, no bairro de Lagoa Nova. À tarde, Shelley cumpre agenda na UFRN, onde se reúne com a reitora Ângela Paiva Cruz.
Texto e foto encaminhados por Arthur Barbalho.
Na terça (5), o embaixador participa de reunião com a secretária de Educação e Cultura do RN, Cláudia Santa Rosa, a partir das 9h. Já às 10h, Shelley visita o Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde da UFRN (LAIS), onde se reúne com o professor Ricardo Valentim.
Por fim, Yossi Shelley vai debater a questão hídrica do RN com o secretário do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do estado, Mairton França. Na pauta, a apresentação de tecnologias desenvolvidas em Israel para o enfrentamento da seca.
sábado, 2 de junho de 2018
Falta responsabilidade fiscal ao governo Robinson, afirma Carlos Eduardo
O pré-candidato ao governo do RN, Carlos Eduardo, cobrou em Angicos, neste sábado, "ajuste e responsabilidade fiscal" à atual administração estadual.
Em sua conta no twitter, Carlos reproduziu algumas das suas afirmações numa entrevista que concedeu à FM Cabugi, em Angicos, destacando:
- 1º) Não há explicação para o atrasado do 13º salário do ano passado.
E:
- 2º) Não há explicação para os 250 mil desempregados que existem hoje no Rio Grande do Norte.
CLIQUE AQUI para acessar a conta de Carlos Eduardo no twitter.
Em sua conta no twitter, Carlos reproduziu algumas das suas afirmações numa entrevista que concedeu à FM Cabugi, em Angicos, destacando:
- 1º) Não há explicação para o atrasado do 13º salário do ano passado.
E:
- 2º) Não há explicação para os 250 mil desempregados que existem hoje no Rio Grande do Norte.
CLIQUE AQUI para acessar a conta de Carlos Eduardo no twitter.
80 milhões de euros/ano: Proposta de CR7 ao Real Madri
Cristiano Ronaldo apresentou ao Real Madri sua proposta para continuar jogando no time, embora ainda tenha três anos de contrato: 80 milhões de euros por ano.
O sonho de CR7, após conquistar a terceira liga dos campeões da Europa consecutiva é poder ser chamado de o jogador mais bem pago do mundo. No momento, ele está em terceiro lugar. Abaixo de Messi e Neymar.
A informação detalhada está no portal português Diário de Notícias.
O sonho de CR7, após conquistar a terceira liga dos campeões da Europa consecutiva é poder ser chamado de o jogador mais bem pago do mundo. No momento, ele está em terceiro lugar. Abaixo de Messi e Neymar.
A informação detalhada está no portal português Diário de Notícias.
sexta-feira, 1 de junho de 2018
Cartão Visa enfrenta problemas na Europa e gera caos no mercado
O sistema Visa entrou em pane na Europa e os pagamentos via cartão sendo sendo recusados.
Está um caos no sistema financeiro, segundo reportagem do portal português Diário de Noticias.
CLIQUE AQUI para ler a reportagem completa.
Em Paris, o portal France Soir confirma a notícia com o título "Une panne affecte les paiements Visa en Europe".
De acordo com o portal El Pais, de Madri, a pane está afetando, na Espanha, apenas os turistas estrangeiros. Mas, em outros países, turistas espanhois também enfrentam problemas quando tentam usar seus cartões do sistema Visa.
Está um caos no sistema financeiro, segundo reportagem do portal português Diário de Noticias.
CLIQUE AQUI para ler a reportagem completa.
Em Paris, o portal France Soir confirma a notícia com o título "Une panne affecte les paiements Visa en Europe".
De acordo com o portal El Pais, de Madri, a pane está afetando, na Espanha, apenas os turistas estrangeiros. Mas, em outros países, turistas espanhois também enfrentam problemas quando tentam usar seus cartões do sistema Visa.
Greve no setor de Radiologia do Giselda Trigueiro
Técnicos e auxiliares do setor de Radiologia do Hospital Giselda Trigueiro entraram em greve nesta sexta-feira (01)
A decisão foi acordada em assembleia, na última segunda-feira (28)
Desde abril, os técnicos e auxiliares estão trabalhando sem o dosímetro, equipamento de proteção essencial para a atividade na sala Dr. Carlos Estevam Mosca, onde funciona o setor de Radiologia do hospital.
Segundo os trabalhadores do setor, o problema é recorrente e ocorre em todo Estado. Em 2017 foram 6 meses sem o dosímetro.
O dosímetro individual é um dispositivo que coleta os índices de exposição à radiação durante um mês de trabalho, na unidade. Após o período, o dosímetro é enviado para um laboratório, que examina os dados e apresenta um relatório. Com o documento em mãos, os profissionais do setor podem analisar os níveis de radiação a qual foram expostos e verificar se existe algum risco à saúde.
Isso significa dizer que sem o dosímetro, técnicos e auxiliares administrativos, estão trabalhando no escuro, correndo sérios riscos de contaminação.
Motivados por essa situação, os servidores decidiram paralisar as atividades por tempo indeterminado.
Nota distribuída pelo Sindsaúde.
A decisão foi acordada em assembleia, na última segunda-feira (28)
Desde abril, os técnicos e auxiliares estão trabalhando sem o dosímetro, equipamento de proteção essencial para a atividade na sala Dr. Carlos Estevam Mosca, onde funciona o setor de Radiologia do hospital.
Segundo os trabalhadores do setor, o problema é recorrente e ocorre em todo Estado. Em 2017 foram 6 meses sem o dosímetro.
O dosímetro individual é um dispositivo que coleta os índices de exposição à radiação durante um mês de trabalho, na unidade. Após o período, o dosímetro é enviado para um laboratório, que examina os dados e apresenta um relatório. Com o documento em mãos, os profissionais do setor podem analisar os níveis de radiação a qual foram expostos e verificar se existe algum risco à saúde.
Isso significa dizer que sem o dosímetro, técnicos e auxiliares administrativos, estão trabalhando no escuro, correndo sérios riscos de contaminação.
Motivados por essa situação, os servidores decidiram paralisar as atividades por tempo indeterminado.
Nota distribuída pelo Sindsaúde.
Arquidiocese anuncia missa de 7º dia pelo padre Pio
O portal da Arquidiocese de Natal está publicando a seguinte nota:
A missa no sétimo dia de falecimento do Padre Gerard Hubert, conhecido como Padre Pio, será celebrada neste sábado, 2 de junho, às 17 horas, na Igreja Matriz do Sagrado Coração de Jesus, no bairro de Morro Branco, em Natal. Padre Pio, que foi pároco do Sagrado Coração de Jesus, faleceu na madrugada do último domingo, aos 86 anos de idade.
Padre Pio nasceu na Holanda, no dia 28 de março de 1932, e pertencia à Congregação dos Redentoristas. Desde 1968, estava em Natal, onde ficou conhecido como o desbravador da zona sul, quando se tratava de evangelização. Quando ele chegou à cidade, atendia as comunidades de Lagoa Seca e Morro Branco. Depois, foram surgindo os conjuntos de Candelária, Mirassol, Cidade Satélite, Pirangi, Neópolis e Ponta Negra. Estas comunidades, além das praias de Pium e Pirangi do Norte, recebiam a assistência religiosa do Pe. Pio, que contava com o auxílio do Pe. Lucilo Alves Machado.
Idealizou e assumiu muitas ações sociais, evangelizadoras e catequéticas, ao longo desses vários anos, na Arquidiocese de Natal. Até os dias atuais, mesmo com algumas limitações, devido a problemas de saúde, continuou colaborando com a Igreja, na função de vigário paroquial do Sagrado Coração de Jesus, em Morro Branco.
A missa no sétimo dia de falecimento do Padre Gerard Hubert, conhecido como Padre Pio, será celebrada neste sábado, 2 de junho, às 17 horas, na Igreja Matriz do Sagrado Coração de Jesus, no bairro de Morro Branco, em Natal. Padre Pio, que foi pároco do Sagrado Coração de Jesus, faleceu na madrugada do último domingo, aos 86 anos de idade.
Padre Pio nasceu na Holanda, no dia 28 de março de 1932, e pertencia à Congregação dos Redentoristas. Desde 1968, estava em Natal, onde ficou conhecido como o desbravador da zona sul, quando se tratava de evangelização. Quando ele chegou à cidade, atendia as comunidades de Lagoa Seca e Morro Branco. Depois, foram surgindo os conjuntos de Candelária, Mirassol, Cidade Satélite, Pirangi, Neópolis e Ponta Negra. Estas comunidades, além das praias de Pium e Pirangi do Norte, recebiam a assistência religiosa do Pe. Pio, que contava com o auxílio do Pe. Lucilo Alves Machado.
Idealizou e assumiu muitas ações sociais, evangelizadoras e catequéticas, ao longo desses vários anos, na Arquidiocese de Natal. Até os dias atuais, mesmo com algumas limitações, devido a problemas de saúde, continuou colaborando com a Igreja, na função de vigário paroquial do Sagrado Coração de Jesus, em Morro Branco.
Começa a valer aumento do Bolsa Família: 5,67%
O aumento de 5,67% no Bolsa família,anunciado pelo presidente Temer, no dia 1º de maio, começa a valer nesta sexta-feira, 1º de junho.
O decreto que concede o reajuste está publicado na edição de hoje do Diário Oficial da União - informa reportagem no Correio Braziliense.
O decreto que concede o reajuste está publicado na edição de hoje do Diário Oficial da União - informa reportagem no Correio Braziliense.
quinta-feira, 31 de maio de 2018
Artigo de Paulo Afonso Linhares
ALÉM DO RAZOÁVEL:
“…OU DÁ OU DESCE!”
Paulo Afonso Linhares
O movimento das empresas de transportes rodoviários de cargas e dos caminhoneiros autônomos, que jamais pode ser denominado como "greve" - que é típico instrumento de autodefesa de trabalhadores assalariados -, foi deflagrado a partir de justos motivos, sobretudo, o olímpico desdém que vinha patenteando as relações dessa categoria econômica com o Estado brasileiro, em especial com o Governo Federal, até a questão mais recente do abrupto aumento do preço dos combustíveis, a cargo da Petrobras, que implicou oneração de custos operacionais difíceis de suportar.
Em pouco tempo, um movimento bem articulado em escala nacional impôs a paralisação do Brasil e o colapso de todos os setores e atividades da sociedade brasileira, algo sem precedente na história recente deste país. O governo, por pura incompetência, perdeu completamente o controle desse processo e, à beira do caos, resolveu negociar com as entidades representantes da categoria dos caminhoneiros (compostas de empresas de transporte e caminhoneiros autônomos, repita-se).
Como resumo da ópera, para evitar um colapso total e completo das atividades econômicas, com desastrosos reflexos sociais e políticos, o governo Temer findou cedendo e atendeu satisfatoriamente todas as reivindicações do movimento. Claro que não deixou de ser alvo de enormes críticas por ter literalmente "aberto as pernas" para os caminhoneiros. Não havia alternativa razoável, no estágio que as coisas ficaram.
Levantamentos bem conservadores chegam à conclusão de que esse movimento, nos últimos oito dias, já impôs perdas econômicas que atingem a astronômica cifra de 75 bilhões de reais, além de outros reflexos na economia, em especial, no incremento da inflação. Para se ter uma ideia disto, somente as economias de São Paulo e Rio de Janeiro, juntas, perdem cerca de 2,5 bilhões/dia, o que representa momento cerca de vinte bilhões de reais nos mesmo período.
Engraçado é que essa enorme demonstração de força do segmento de transportes rodoviários de cargas trouxe à mente um dos maiores e intencionais erros dos governos militares, logo quando se iniciou o ciclo que duraria 21 ano (1964-1985), que foi destroçar dois importantes modais de transportes: a navegação de cabotagem e a drástica redução da malha ferroviária do Brasil. Tudo para atender a interesses da grande indústria norte-americana de caminhões pesados. Reflexamente, os militares tiveram a intenção política de desarticular dois dos mais importantes, tradicionais e combativos segmentos do movimento sindical brasileiro de então: marítimos e ferroviários.
Nas décadas seguintes, a navegação de cabotagem se tornou incipiente e os trens praticamente desapareceram das paisagens brasileiras, sobretudo, nas regiões Norte e Nordeste. Para um país de dimensões continentais, como é o Brasil, uma forte presença destes modais seria imprescindível ao desenvolvimento nacional.
O transporte rodoviário de cargas tem, do ponto de vista logístico, apenas uma função intermodal: a de cobrir pequenas e médias distâncias e ligando o modal marítimo ao ferroviário e vice-versa. Sai caríssimo, em qualquer lugar do mundo, transportar mercadorias em 'lombo' de caminhão por longas distâncias. Mais grave, ainda, é quando não há alternativa ao transporte rodoviário de carga, como ocorre aqui neste país. Por isto, o governo e a sociedade brasileira ficaram à mercê dos caminhoneiros nesse movimento que ainda está em curso.
A consequência lógica desse 'monopólio' foi o empoderamento do setor que congrega empresas transportadoras de cargas e caminhoneiros autônomos. Agora, literalmente estão umas e outros a "botar boneco", em especial para colocar uma navalha no pescoço do governo e ter a sociedade brasileira toda como assustada refém. No mais, tudo parece com aquela velha e muito conhecida piada da caminhoneiro em que a estrela é um enxerido papagaio que assedia sexualmente indefesas galinhas, na base do "ou dá, ou desce..."
A despeito dessa 'capitulação' do governo Temer, para o qual restaram poucas ou nenhuma saída honrosa para essa crise, os caminhoneiros resolveram manter os piquetes em muitas das importantes rodovias do país, ao argumento de que não se sentem representados pelas entidades que negociaram com o Palácio do Planalto o fim do movimento.
O pior é que apareceram novas 'reivindicações' no movimento, em especial uma que entorta de vez o pouco de razoável que resta nessa balbúrdia e faz aflorar graves conotações políticas: os caminhoneiros agora querem o fim do governo Temer a partir de uma intervenção militar, ou seja, pregam abertamente uma subversão da ordem, com gravíssimas agressões à Constituição e às leis que preservam a incolumidade das instituições democráticas e republicanas.
Aliás, uma denúncia neste sentido foi feita por um dos representantes da categoria, em cadeia nacional, o que seria suficiente para acionar os mecanismos de defesa do Estado e das instituições democráticas, da ordem pública e da população brasileira, no elenco que está disposto no artigo 136 e seguintes, da Constituição, e que mais se adeque a este momento de sobressaltos vivenciado pela comunidade nacional.
O governo Temer inequivocamente padece de um enorme déficit de legitimidade, mas, se conforma nos marcos da legalidade posta. Michel Temer pode até ter sido um dos artífices do golpe branco que apeou a ex-presidente Dilma Rousseff da presidência, todavia, assumiu o governo na condição de vice-presidente constitucionalmente investido. A sua retirada, neste momento, somente seria possível nos termos da Constituição da República. Fora disso é mais uma inaceitável aberração.
E a atitude de quem agride, por ações concretas, intimidatórias e violentas, pondo em risco a segurança do Estado brasileiro, das instituições democráticas e ameaça à paz social, é típica do crime de terrorismo e como tal deve ser punido. Outro não deve ser o destino dos que se infiltraram no movimento dos caminhoneiros visando objetivo eminentemente político e contrário à ordem constitucional vigente, que é a derrubada do governo. Lugar de terrorista é na cadeia. Simples assim.
“…OU DÁ OU DESCE!”
Paulo Afonso Linhares
O movimento das empresas de transportes rodoviários de cargas e dos caminhoneiros autônomos, que jamais pode ser denominado como "greve" - que é típico instrumento de autodefesa de trabalhadores assalariados -, foi deflagrado a partir de justos motivos, sobretudo, o olímpico desdém que vinha patenteando as relações dessa categoria econômica com o Estado brasileiro, em especial com o Governo Federal, até a questão mais recente do abrupto aumento do preço dos combustíveis, a cargo da Petrobras, que implicou oneração de custos operacionais difíceis de suportar.
Em pouco tempo, um movimento bem articulado em escala nacional impôs a paralisação do Brasil e o colapso de todos os setores e atividades da sociedade brasileira, algo sem precedente na história recente deste país. O governo, por pura incompetência, perdeu completamente o controle desse processo e, à beira do caos, resolveu negociar com as entidades representantes da categoria dos caminhoneiros (compostas de empresas de transporte e caminhoneiros autônomos, repita-se).
Como resumo da ópera, para evitar um colapso total e completo das atividades econômicas, com desastrosos reflexos sociais e políticos, o governo Temer findou cedendo e atendeu satisfatoriamente todas as reivindicações do movimento. Claro que não deixou de ser alvo de enormes críticas por ter literalmente "aberto as pernas" para os caminhoneiros. Não havia alternativa razoável, no estágio que as coisas ficaram.
Levantamentos bem conservadores chegam à conclusão de que esse movimento, nos últimos oito dias, já impôs perdas econômicas que atingem a astronômica cifra de 75 bilhões de reais, além de outros reflexos na economia, em especial, no incremento da inflação. Para se ter uma ideia disto, somente as economias de São Paulo e Rio de Janeiro, juntas, perdem cerca de 2,5 bilhões/dia, o que representa momento cerca de vinte bilhões de reais nos mesmo período.
Engraçado é que essa enorme demonstração de força do segmento de transportes rodoviários de cargas trouxe à mente um dos maiores e intencionais erros dos governos militares, logo quando se iniciou o ciclo que duraria 21 ano (1964-1985), que foi destroçar dois importantes modais de transportes: a navegação de cabotagem e a drástica redução da malha ferroviária do Brasil. Tudo para atender a interesses da grande indústria norte-americana de caminhões pesados. Reflexamente, os militares tiveram a intenção política de desarticular dois dos mais importantes, tradicionais e combativos segmentos do movimento sindical brasileiro de então: marítimos e ferroviários.
Nas décadas seguintes, a navegação de cabotagem se tornou incipiente e os trens praticamente desapareceram das paisagens brasileiras, sobretudo, nas regiões Norte e Nordeste. Para um país de dimensões continentais, como é o Brasil, uma forte presença destes modais seria imprescindível ao desenvolvimento nacional.
O transporte rodoviário de cargas tem, do ponto de vista logístico, apenas uma função intermodal: a de cobrir pequenas e médias distâncias e ligando o modal marítimo ao ferroviário e vice-versa. Sai caríssimo, em qualquer lugar do mundo, transportar mercadorias em 'lombo' de caminhão por longas distâncias. Mais grave, ainda, é quando não há alternativa ao transporte rodoviário de carga, como ocorre aqui neste país. Por isto, o governo e a sociedade brasileira ficaram à mercê dos caminhoneiros nesse movimento que ainda está em curso.
A consequência lógica desse 'monopólio' foi o empoderamento do setor que congrega empresas transportadoras de cargas e caminhoneiros autônomos. Agora, literalmente estão umas e outros a "botar boneco", em especial para colocar uma navalha no pescoço do governo e ter a sociedade brasileira toda como assustada refém. No mais, tudo parece com aquela velha e muito conhecida piada da caminhoneiro em que a estrela é um enxerido papagaio que assedia sexualmente indefesas galinhas, na base do "ou dá, ou desce..."
A despeito dessa 'capitulação' do governo Temer, para o qual restaram poucas ou nenhuma saída honrosa para essa crise, os caminhoneiros resolveram manter os piquetes em muitas das importantes rodovias do país, ao argumento de que não se sentem representados pelas entidades que negociaram com o Palácio do Planalto o fim do movimento.
O pior é que apareceram novas 'reivindicações' no movimento, em especial uma que entorta de vez o pouco de razoável que resta nessa balbúrdia e faz aflorar graves conotações políticas: os caminhoneiros agora querem o fim do governo Temer a partir de uma intervenção militar, ou seja, pregam abertamente uma subversão da ordem, com gravíssimas agressões à Constituição e às leis que preservam a incolumidade das instituições democráticas e republicanas.
Aliás, uma denúncia neste sentido foi feita por um dos representantes da categoria, em cadeia nacional, o que seria suficiente para acionar os mecanismos de defesa do Estado e das instituições democráticas, da ordem pública e da população brasileira, no elenco que está disposto no artigo 136 e seguintes, da Constituição, e que mais se adeque a este momento de sobressaltos vivenciado pela comunidade nacional.
O governo Temer inequivocamente padece de um enorme déficit de legitimidade, mas, se conforma nos marcos da legalidade posta. Michel Temer pode até ter sido um dos artífices do golpe branco que apeou a ex-presidente Dilma Rousseff da presidência, todavia, assumiu o governo na condição de vice-presidente constitucionalmente investido. A sua retirada, neste momento, somente seria possível nos termos da Constituição da República. Fora disso é mais uma inaceitável aberração.
E a atitude de quem agride, por ações concretas, intimidatórias e violentas, pondo em risco a segurança do Estado brasileiro, das instituições democráticas e ameaça à paz social, é típica do crime de terrorismo e como tal deve ser punido. Outro não deve ser o destino dos que se infiltraram no movimento dos caminhoneiros visando objetivo eminentemente político e contrário à ordem constitucional vigente, que é a derrubada do governo. Lugar de terrorista é na cadeia. Simples assim.
Pergunta que o eleitor do RN terá que fazer a si próprio
Mais cedo ou mais tarde, o eleitor do Rio Grande do Norte terá que fazer à sua própria consciência a seguinte pergunta, antes de decidir em quem votará:
- Quem, dentre os pré-candidatos, realmente, tem experiência administrativa positiva que o credencie a enfrentar o caos em que o Estado se encontra?
O eleitor não poderá é correr o risco de votar em quem não tem a devida bagagem para assumir o comando do RN, especialmente agora, em que tudo vai se mal a pior.
- Quem, dentre os pré-candidatos, realmente, tem experiência administrativa positiva que o credencie a enfrentar o caos em que o Estado se encontra?
O eleitor não poderá é correr o risco de votar em quem não tem a devida bagagem para assumir o comando do RN, especialmente agora, em que tudo vai se mal a pior.
João Dória vê o palanque de Flávio Rocha como um palanque do Brasil
O pré-candidato ao governo de São Paulo, João Dória (PSDB), afirmou que as pré-candidaturas presidenciais de Geraldo Alckmin (PSDB) e de Flávio Rocha (PRB) não são diferentes, "são convergentes".
Dória defende uma união entre candidatos de centro, entendendo que se a divisão se mantiver, acabará favorecendo candidatos extremos - tipo Ciro Gomes ou Jair Bolsonaro.
Segundo reportagem no portal do Estadão, o presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, e o próprio Flávio Rocha, também defendem a união, entendendo que o candidato presidencial deve ser escolhido em julho, com base em intenções de voto, popularidade e rejeição.
João Dória assegurou que participará do palanque de Flávio Rocha durante a campanha, por enxergá-lo como um palanque do Brasil e não como um palanque de "um partido".
Dória defende uma união entre candidatos de centro, entendendo que se a divisão se mantiver, acabará favorecendo candidatos extremos - tipo Ciro Gomes ou Jair Bolsonaro.
Segundo reportagem no portal do Estadão, o presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, e o próprio Flávio Rocha, também defendem a união, entendendo que o candidato presidencial deve ser escolhido em julho, com base em intenções de voto, popularidade e rejeição.
João Dória assegurou que participará do palanque de Flávio Rocha durante a campanha, por enxergá-lo como um palanque do Brasil e não como um palanque de "um partido".
Zidane anuncia saída do Real Madri
"Quero dizer-lhes que tomei a decisão de deixar o cargo de treinador do Real Madri. Ontem transmiti essa decisão ao presidente. Penso que esta equipe - para continuar ganhando - precisa de mudanças. Precisa de outro discurso, outra metodologia de trabalho, e, por isso, tomei a decisão. Quero muito a este clube e ao presidente que me deu a oportunidade de trazer-me pr´aqui".
Foi a comunicação que Zidane fez hoje aos jogadores, tendo ao lado o presidnete Florento Pérez, segundo relato do Portal ABC. Pérez, depois de dizer que foi surpreendido com a comunicação que recebeu ontem, acrescentou:
- Quero agradecer a Zinedine Zidane por sua entrega ao clube, sua paixão, seu carinho, seu comportamento. Teve atitude exemplar e de acordo com os valores do Real Madri. Só quero dizer-lhe que, pra mim, isso é um até logo. Sei que precisa de um descanso e vou lhe dar.
De acordo com o portal português, Diário de Notícias, cristiano Ronaldo transmitiu a Zodane a seguinte mensagem:
- Sinto orgulho de ter sido teu jogador. Obrigado por tudo.
Foi a comunicação que Zidane fez hoje aos jogadores, tendo ao lado o presidnete Florento Pérez, segundo relato do Portal ABC. Pérez, depois de dizer que foi surpreendido com a comunicação que recebeu ontem, acrescentou:
- Quero agradecer a Zinedine Zidane por sua entrega ao clube, sua paixão, seu carinho, seu comportamento. Teve atitude exemplar e de acordo com os valores do Real Madri. Só quero dizer-lhe que, pra mim, isso é um até logo. Sei que precisa de um descanso e vou lhe dar.
De acordo com o portal português, Diário de Notícias, cristiano Ronaldo transmitiu a Zodane a seguinte mensagem:
- Sinto orgulho de ter sido teu jogador. Obrigado por tudo.
Demagogia produz inflação, dívida, juros altos e recessão - adverte Cristovam Buarque
Numa curta entrevista publicada na coluna "Poder em jogo", assinada por Lýdia Medeiros, - 4ª página da Tribuna do Norte nesta quinta-feira, dia 31, o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), faz série advertência a Nação.
À pergunta "Qual o papel do Congresso Nacional messa crise?", ele respondeu:
- Assumir o compromisso de sair da demagogia e cair na real. Tem a obrigação de contar a verdade: a festa acabou, e os recursos são limitados. Ficar fora da realidade é fácil: é inflação, dívida, justos altos e recessão.
Outra pergunta: "E o Brasil conseguirá pagar a conta?"
Resposta:
- Pagar, vai. Mas, precisa decidir se com dinheiro real ou com o dinheiro ilusório da inflação. Historicamente, nas crises, o país sempre escolhe a inflação, e esquece que essa é a pior forma de corrupção: rouba de todos e engana, porque as pessoas não percebem. A tarefa é difícil, sobretudo porque não queremos, no Congresso, ter essa autoridade e competência. Se não pagarmos essa conta, corremos o risco de desagregação social".
A entrevista completa está na edição impressão da Tribuna. Compre nas bancas e nas melhores padarias de Natal.
À pergunta "Qual o papel do Congresso Nacional messa crise?", ele respondeu:
- Assumir o compromisso de sair da demagogia e cair na real. Tem a obrigação de contar a verdade: a festa acabou, e os recursos são limitados. Ficar fora da realidade é fácil: é inflação, dívida, justos altos e recessão.
Outra pergunta: "E o Brasil conseguirá pagar a conta?"
Resposta:
- Pagar, vai. Mas, precisa decidir se com dinheiro real ou com o dinheiro ilusório da inflação. Historicamente, nas crises, o país sempre escolhe a inflação, e esquece que essa é a pior forma de corrupção: rouba de todos e engana, porque as pessoas não percebem. A tarefa é difícil, sobretudo porque não queremos, no Congresso, ter essa autoridade e competência. Se não pagarmos essa conta, corremos o risco de desagregação social".
A entrevista completa está na edição impressão da Tribuna. Compre nas bancas e nas melhores padarias de Natal.
quarta-feira, 30 de maio de 2018
PSG bota preço em Cristiano Ronaldo
A notícia está no portal português Diário de Notícias.
O time francês declarou-se disposto a dobrar o salário do craque português do Real Madri, oferecendo-lhe 45 milhões de euros por temporada.
CLIQUE AQUI para ler a reportagem completa.
O time francês declarou-se disposto a dobrar o salário do craque português do Real Madri, oferecendo-lhe 45 milhões de euros por temporada.
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