sexta-feira, 5 de outubro de 2018

A chance que Temer perdeu

A grande chance proporcionada por essa eleição foi dada ao presidente Michel Temer.
E ele a perdeu.
Claro: Sob a minha visão.
Através do impeachment da titular do cargo, ele recebeu o comando do país num momento extremamente delicado - de radicalismo político e de dificuldades na economia.
Sua principal missão deveria ter sido dupla - pacificar o país e, através dessa pacificação, chegar às reformas.
Começou bem.
Mas, pisou na bola por ter deixado subir à cabeça a sensação do dever cumprido logo aos primeiros sinais de que estava no caminho certo.
E deu mostras de que, ao contrário do que país esperava, iria partir pra reeleição.
O resultado está aí. O radicalismo político agravado, a esperada e desejada estabilidade econômica estancada.
Neste final do governo, o presidente bem que poderia deixar de lado tudo o que possa gerar polêmica - inclusive respostas desnecessárias às críticas que recebe - e cuidar de sair em paz com a Nação.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

É cedo qualquer lado cantar vitória

Na lista de provérbios relacionados com momentos eleitorais tem um que considero emblemático, definitivo:
- Na eleição e na mineração, só se conhece o resultado depois da apuração.
Acho isso muito verdadeiro e prefiro me apegar nas dúvidas do que acreditar em pesquisa.
Especialmente nessas deste ano, que transmitem - quase que de forma explicita - uma após outra, a clara impressão de que estão sendo feitas muito mais para inflar determinadas candidaturas do que, simplesmente, medir a tendência das intenções de votos no momento em que se realizam.
Ainda existem muitos detalhes imponderáveis.
Por exemplo: 
1) Quem poderá garantir a lisura das votações em sessões onde não chegará nenhum tipo de fiscalização independente?
2) A que nível chegará a abstenção?
3) Quem vai perder mais com o voto que não será levado à urna? E com aqueles que serão dados em branco ou anulados?
Enfim, neste momento que ainda é de muita incerteza, "cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém"

Ciro Gomes poderia ter ido mais longe como candidato

Sob a minha visão, Ciro Gomes poderia ter ido mais longe em sua campanha presidencial, se tivesse adotado outra estratégia de campanha.
Uma estratégia mais adequada à sua condição de homem de bem, de grande governador do Ceará, grande ministro da Fazenda.
Mas, sabe Deus por que, preferiu mostrar-se como um temperamental, sem o controle das próprias emoções, tipo valentão que manda jornalista calar a boca e um ou outro provocador "tomar no cu" ou mandá-lo "pra puta que o pariu".
Pra que isso, meu Deus?
Isso não é palavreado de estadista, nem de um candidato presidencial da estirpe de Ciro Gomes.
Acho que ele perdeu muito com isso.

De bla-bla-bá estamos cheios

Tenho pra mim, que um bom candidato a presidente da República teria que ter, primeiro, postura e ação de estadista.
Não é qualquer um, por mais bem intencionado e preparado que seja, que está credenciado a ser um bom candidato a presidente da República.
Primeiro tem que ser um estadista. 
Colocar a Nação e seu povo em primeiro lugar. 
E não os seus próprios sonhos, suas próprias ambições, sua vaidade.
O problema é comunicar isso.
Através de palavras, nem pensar. Quem iria acreditar?
Ninguém.
Tinha que ser por atitudes. Por gestos. Por comportamento. Exemplos. História de vida.
De bla-bla-bá estamos cheios.

Propaganda eleitoral no rádio e TV termina amanhã

Por Karine Melo 
Repórter da Agência Brasil  Brasília

Termina nesta quinta-feira (4) a propaganda eleitoral gratuita em rádio e televisão do primeiro turno das eleições 2018, com a exibição de programas de candidatos a presidente da República e deputado federal. 
Os últimos programas dos candidatos a senador, deputado estadual e distrital serão apresentados hoje (3). Foram 35 dias de propaganda eleitoral gratuita.
Ainda segundo o calendário eleitoral, amanhã (4) também é o último dia para propaganda política em reuniões públicas, promoção de comícios e uso de aparelhagem de sonorização fixa, entre 8h e meia noite. 
Os debates no rádio e na televisão também só podem ocorrer até essa data, mas as transmissões que começarem na quinta à noite, por exemplo, podem se estender até as 7 horas da manhã do dia seguinte (5).

Pesquisa eleitoral
É permitida a divulgação, a qualquer momento, de pesquisas realizadas até sábado (6), para todos os cargos. Já as pesquisas de boca de urna, realizadas no dia do primeiro turno, somente poderão ser divulgadas depois de encerrado o pleito em todo o país, no caso das pesquisas para a disputa presidencial, e a partir das 17h fica permitida a divulgação das pesquisas para os cargos de governador, senador, deputado federal, estadual e distrital.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Artigo de Paulo Afonso Linhares

DE  ARROUBOS E JABUTICABAS

Paulo Afonso Linhares


Em momentos de perplexidades e grandes incertezas, é seguro e útil aquela lição do historiador inglês Arnold Toynbee, para quem "uma curiosidade de explicar e compreender o mundo é o estímulo que leva os homens a estudarem o seu passado." É a História que se gesta da curiosidade do homem por si mesmo. Por isto foi que, após ver uma polêmica entrevista de Jair Bolsonaro, candidato de PSL à presidência da República, resolvi reler aquele instigante livro de Carlos Castelo Branco intitulado “A renúncia de Jânio”, edição do Senado Federal. Afinal, como adverte George Santayana (pseudônimo de Jorge Agustín Nicolás Ruiz de Santayana y Borrás, um filósofo, poeta e ensaísta espanhol que, aliás, escrevia em inglês):“aqueles que não podem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo”. 
Em suma, os povos que não conhecem a sua História correm o risco de repetir seus erros. Daí que lembrar das histrionices do “Homem da Vassoura” pode ser uma chave para compreensão da atual cena política brasileira.
Um dos mais importantes jornalistas brasileiro do século XX, “Castelinho”, que conviveu com os bastidores do poder, traz o mais significativo testemunho sobre esse episódio que tanto impactou a História nos anos 1960 e centrado na figura exótica de Jânio da Silva Quadros, um furacão bigodudo, vesgo, desengonçado e bêbado que, vassoura à mão, passou pelo Palácio do Planalto. Hoje, vendo o que faz e, sobretudo, diz o candidato Bolsonaro, inevitável não recordar o Mago de Vila Maria, Jânio da Silva Quadros, embora este fosse intelectual e culto. O populismo de direita, o corte autoritário e avesso à democracia, as ideias ultra-conservadoras e a propensão para dizer em tons de arroubos as coisas erradas nos momentos impróprios, aproxima esses dois personagem da política brasileira, um de ontem e outro de hoje.
A despeito da forte base popular, os sete meses de governo Jânio foram conturbados, sobretudo, pelas dificuldades cada vez maiores do relacionamento  com o Congresso Nacional. A megalomania e esquisitices de Jânio Quadros produziram mais crises políticas do que poderia ser contornado pelo competente time de seus auxiliares e aliados políticos, como Oscar Pedroso Horta, José Aparecido de Oliveira, San Thiago Dantas, Afonso Arinos de Mello Franco e Araújo Castro, entre outros. 
Para implantar a sua “política de austeridade” e de combate à corrupção, além de inovadoras medidas econômicas e administrativas -  que deram ao seu governo de feição conservadora algo de revolucionário -, Jânio hostilizou além do razoável a sua base parlamentar (demonstrava enorme desprezo pelo Congresso Nacional), fustigou e afastou do seu convívio importantes figuras dos partidos aliados que garantiram sua eleição, a exemplo do poderoso governador do Estado da Guanabara, Carlos Lacerda, que passou a combatê-lo com a mesma tenacidade como fizera com Getúlio Vargas e Juscelino Kubitscheck. Sem poder acusá-lo de corrupto, Lacerda, o Corvo, passou a fustigá-lo em cadeia nacional de rádio e televisão com a acusação de que Jânio era um golpista e planejava o fechamento do Congresso para se manter no governo com poderes autocráticos.
Mesmo com enorme desgaste político e sem apoio parlamentar, Jânio renunciou à presidência da República através de lacônico bilhete remetido ao presidente do Congresso, senador Auro de Moura Andrade que, num gesto inusitado e sem rodeios, leu o curto escrito e de imediato declarou vago o cargo. Isto  trouxe uma dificuldade para a tática de Jânio, que planejou chantagear o Parlamento e voltar ao governo com poderes extraordinários. Não funcionou e impôs ao país a degringolada política que desaguou no Golpe de 1964 e seus nefastos efeitos para as instituições democráticas que se estenderiam por 21 anos.
Episódios recentes da campanha de Jair Bolsonaro remetem-nos a Jânio e reforçam a suspeita de que as instituições democráticas podem estar em risco. “Pelo que eu vejo nas ruas, não aceito resultado das eleições diferente da minha eleição”, afirmou Bolsonaro em recente entrevista ao jornalista José Luiz Datena, da Band, a partir de sua desconfiança no sistema eleitoral brasileiro: “Não confiamos em nada no Brasil. Até concurso da Mega-Sena a gente desconfia de fraude. Estou desconfiando de alguns profissionais dentro do TSE”. Fechou o tempo.
Na mesma entrevista, Bolsonaro revelou que proibiu o general Hamilton Mourão, seu candidato a vice, de dar declarações políticas até o dia da eleição, por ter dito em palestra proferida no Rio Grande do Sul que o governo Bolsonaro-Mourão extinguirá o terço de férias dos trabalhadores, além do décimo-terceiro salário, esta “jabuticaba brasileira”,  no seu entender. Um abalo enorme, porquanto o banimento desses direitos, aliás, está fora de todas agendas políticas, mesmo as daqueles partidos marcadamente liberais, a exemplo do Partido Novo, de João Amoêdo. O boquirroto general foi punido por seu chefe, Bolsonaro, com algo parecido ao “silêncio obsequioso”, uma das punições contidas no Código de Direito Canônico que é a imposição, pela autoridade eclesiástica superior à inferior faltosa, da proibição de produzir falas ou escritos públicos opinativos sobre matéria religiosa. Isso, na Igreja Católica Romana. A dúvida que remanesce é se o general Mourão vai aceitar esse “cala a boca, Ofélia!”. Noutro chão, no da caserna, general não  acata ordem de capitão. Sem embargo, pelas regras do “jus militari” seria uma inaceitável inversão, todavia, o fato é que essa dissensão se dá noutro âmbito, no movediço chão da política, onde tudo pode acontecer, até boi voar. Para o Mourão-velho-de-guerra-nenhuma é melhor “já ir se acostumando” com essas inversões (ou perversões?) da hierarquia.
O freio de mão do capitão também serviu para corrigir seu guru, o ultra-conservador banqueiro Paulo Guedes que, de modo precipitado e não menos descuidado, disse que um dos pontos básicos do projeto econômico do governo Bolsonaro seria a recriação da famigerada CPMF, aliás, algo bem contraditório ao breviário liberal apregoado aqui e alhures. Guedes teve que sair na base do “não é bem assim” e, igualmente ao general Mourão, preferiu, também, o obsequioso silêncio. 
Entretanto, talvez não fiquem tão calados assim por muito tempo, se confirmada nas urnas deste outubro de 2018 a tendência de vitória de Bolsonaro, para inaugurar uma era em que o arrombo vence a prudência, o retrocesso aniquila os avanços sociais e a barbárie, em múltiplas feições, se converte no credo da nova elite que terá empalmado o poder da República. Resta-nos acreditar que estava certo Heráclito de Éfeso quando numa curta frase, formulou o chamada Teoria do Devir: “tudo flui, nada permanece”. E nem será preciso imitar o bizarro suicídio desse filósofo em que cobriu o corpo de esterco e foi para a praça, onde cães raivosos o devoraram. Qualquer que seja  o resultado que podem parir as urnas neste tempo desconfiado e de futuro incerto. Tudo passa, nada fica. Nem arroubos ou jabuticabas.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

O "Bode" anuncia festa de aniversário: Dia 20


Pessoal, nosso Bloco foi fundado por moradores de Capim Macio. 
Convido a todos a participarem e a seguir nossa página no facebook (Bloco Bode Expiatório)
Vamos aproveitar nosso aniversário de fundação, com a proximidade do Dias das Crianças, para ajudar o "Projeto Amar", da Vila de Ponta Negra.
Os visitei pessoalmente e a principal necessidade é de alimentos não perecíveis.
Quem tiver brinquedo usado para doar também será muito bem vindo.
Na manhã do dia 20, faremos a entrega das doações, momento que também os convido a participar.
À noite, festa na praça para todos nós cairmos no frevo.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Fiscalização nas sessões deve ser comprometida no dia 7

A fiscalização nas sessões eleitorais no primeiro turno deste ano, dia 7 de outubro, estará seriamente comprometida especialmente nos municípios mais distantes e onde não há candidatos.
Pelo andar da carruagem - apesar dos recursos do fundo partidário - há indicações de que falta estrutura em todos os partidos para garantir uma fiscalização permanente sobre o funcionamento das sessões eleitorais.
Elas estarão, portanto, à mercê de candidatos com farto poderio econômico.

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Artigo de Paulo Afonso Linhares

QUANDO O SILÊNCIO DIZ MAIS

Paulo Afonso Linhares


“Le parole est d’argent, mais le silence est d’or”. Sim, como reza velha máxima francesa,  se a palavra é de prata, o silêncio é de ouro. Isto, aliás, nunca foi tão verdadeiro quanto nos dias que correm neste Brasil. Nos albores de mais uma eleição presidencial, neste 2018, o que prevalece mesmo é a ausência das palavras para expressar o que efetivamente pretendem os dois principais contendores da corrida presidencial. 
De um lado, pontifica o silêncio de um líder encarcerado, o Lula, cujas parcas palavras  se traduzem na locução do ventríloquo nomeado, Fernando Haddad, que pouco dizem de uma verdadeira intenção de governo para um Brasil desgovernado; do outro, os arroubos do candidato Jair Bolsonaro, preso a um leito  de hospital depois de sofrer estúpido atentado protagonizado por um maluco solitário.
Um triste paradoxo: o debate silencioso passou a pautar a disputa presidencial de 2018;  ninguém precisa falar,  basta que prevaleçam os mudos argumentos dos extremos. Enfim, todos os olhos e ouvidos para o que pouco dizem Lula, o encarcerado de Curitiba, judicialmente impedido de dar entrevistas ou de fazer outras manifestações públicas, e o convalescente Bolsonaro, internado no chique Hospital Israelita Albert Einstein. 
Fato é que o silêncio finda por colocá-los numa posição assemelhada e, por caminhos diversos, isentando-os de defender posições ou dar explicações vexatórias acerca de aspectos cruciais da cena política que afloram na campanha eleitoral. Ainda mais porque não pôde ser candidato à presidência da República, Lula não tem nenhum dever de explicar aos milhões de seus eleitores legados ao pupilo Fernando Haddad os erros cometidos pela cúpula petista, da qual é a mais eminente figura, com as alianças políticas espúrias e a participação em esquemas de corrupção trazidos a lume nos últimos anos; preso a um leito de hospital, Bolsonaro ‘participa’ da campanha sem falar quase nada, o que decerto tem favorecido a sua ótima posição nas sondagens de intenção de votos: tivesse que falar - e os candidatos a graduados postos eletivos têm que fazê-lo - já teria despedaçado milhares de votos, sobretudo, nos debates entre candidatos e massacrantes entrevistas à grande imprensa. As palavras de ordem das militâncias opostas falam por eles. 
Cá fora, militantes orgânicos e inorgânicos,  de lados extremos se digladiam, sobretudo, no ríspido chão das redes sociais e mesmos nas ruas, antevendo os atropelos políticos  que devem permanecer após o resultado das eleição de 2018, eis que, pelo que revelam as sondagens de intenção de voto, é quase certo que a faixa  presidencial ficará num dos extremos da disputa: ou irá para Haddad ou para Bolsonaro, deixando de fora o loquaz Ciro Gomes, o comedido Geraldo Alkimin, a frágil Marina Silva, além dos outros candidatos que não ultrapassam a margem de três pontos percentuais.
O clima tenso, a despeito do resultado, decorrerá da não aceitação pelo lado perdedor da eleição, a exemplo dos tucanos em 2014, cujas consequências  foram o desgastante impeachment de Dilma Rousseff e a entronização de Michel Temer e sua gangue de corruptos no Palácio do Planalto, ademais de uma longa, persistente e insanável instabilidade política, ao lado da enorme crise econômica.
Ressalte-se que um dos grandes atrativos dos regimes democráticos é a expectativa em tons positivos que emerge da alternância periódica de poder. Um novo governo, democraticamente eleito, sempre leva as pessoas a acreditar que algo mudará, que dias melhores poderão vir, velhos erros não se repetirão ou arraigados vícios serão debelados. 
Apesar da frustração natural daqueles eleitores cujo projeto político foi derrotado, o sentimento que deve prevalecer é o de que a vida seguirá seu curso normal e que é essencial a convergência de todos os segmentos sociais para a consecução dos grandes objetivos da nação. Enfim, a eleição democrática deve unir as pessoas num ambiente de convivência e respeito, mesmo que mantidas as inevitáveis divergências político-ideológicas. 
O oposto disto é a fragmentação social que se traduz no repúdio às diferenças, no sectarismo, nos confrontos que podem levar à violência e aos tumultos de desagradáveis e imprevisíveis consequências. Daí a perturbadora constatação de que, dificilmente, das urnas de 2018 não emergirá um Brasil fragmentado, ganhem os companheiros de Lula ou as não menos barulhentas falanges do capitão Bolsonaro. Lastimável. Cabe-nos apenas aguardar o resultado, em obsequioso silêncio.

sábado, 22 de setembro de 2018

O prazer da urna é desmentir as pesquisas. Lembra?

A candidata presidencial Marina Silva (Rede) aparecia com 37 por cento das intenções de votos nas pesquisas divulgadas por essa época na campanha de 2014. 
Estava em segundo contra a ex-presidente Dilma.
Mas, saiu das urnas com 21%, em terceiro - lembra Fernando Mitre em comentário feito hoje na Bandnews TV.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Ouvir rádio retarda ou previne o mal de Alzheimer

Vi agora em reportagem no portal espanhol ABC que ouvir rádio, sim, isso mesmo, ouvir rádio, está entre as atividades que podem prevenir ou ajudar a retardar o surgimento do mal de Alzheimer.
Além disso, a reportagem acrescenta:

Hábitos de vida que ajudam a prevenir ou, no mínimo, a retardar o surgimento do Alzheimer:
1 - Manter uma rotina de sono - 7 a 8 horas
2 - Realizar atividades aeróbicas ao menos 3 vezes por semana - 30 a 40 minutos
3 - Exercitar o cérebro com atividades como: leitura, escutar rádio. interessar-se por alguma hobby novo (a jardinagem, por exemplo) ou tocar um instrumento.
4 - Manter relações sociais
5 - Vigiar fatores de risco, como coleterol, diabetes, hipertensão e largar o fumo.
6 - Intensificar o consumo de frutas, verduras, legumes e cereais integrais.
CLIQUE AQUI para ler a reportagem completa (em espanhol)

domingo, 16 de setembro de 2018

Prepare a sua própria cola para votar no dia 7

Todo eleitor pode preparar a sua própria cola para votar no primeiro turno da eleição deste ano, no próximo dia 7.
Vamos ter que digitar na urna eletrônica os números de seis candidatos, sendo dois deles candidatos ao Senado, na seguinte ordem:

Deputado federal: ----
Deputado estadual: -----  
Primeiro senador: ---
Segundo senador: ---
Governador: --
Presidente: --

Observação - Os dois votos para o senador terão que ser em candidatos diferentes.
Quem votar no mesmo candidato as duas vezes - na segunda vez terá o voto anulado.

É muito importante levar a cola a fim de evitar o risco de dar um branco na hora da votação.

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

"O sofrimento da população é uma herança do PT" - diz Alckimin

O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Geraldo Alkimin, responsabilizou hoje o PT e o seu candidato presidencial, Fernando Haddad, pelos 13 milhões de desempregados que o Brasil tem no momento.
Numa postagem no twitter, ele afirma textualmente:
- Finalmente o PT parou com a enganação. Todo sabiam que Lula não ia ser candidato, mas ficaram escondendo Haddad. Agora ele vai ter que se apresentar como candidato e explicar os 13 milhões de desempregados. O sofrimento da população não começou agora, é uma herança do PT.
CLIQUE AQUI para acessar a página de Geraldo Alckmin no twitter.

Próxima "Festa Cigana" da FESA será na AABB


Datafolha inicia amanhã nova pesquisa para presidente

O Instituto Datafolha vai iniciar uma nova pesquisa amanhã - revela em comentário na Bandnews o jornalista Fernando Mitre.
As entrevistas serão encerradas na sexta-feira, dia em que os resultados serão divulgados.
Segundo o comentarista, os novos números são esperados com muita expectativa, em função das diferenças marcantes registradas nas duas pesquisas divulgadas no início desta semana - primeiro a do Datafolha e, ontem, a do Ibope que projetou, ao contrário do Datafolha, vitória de Jair Bolsonaro na hipótese de um segundo turno entre ele e Fernando Haddad.
CLIQUE AQUI para acessar, em video, o comentário de Fernando Mitre.

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Artigo de Paulo Afonso Linhares

Eleições: a justiça na contramão

Paulo Afonso Linhares


Atribui-se a Voltaire a sentença de  que “o último degrau da perversidade é fazer com que as leis sirvam à injustiça”. É essa a perspectiva capaz de ser vislumbrada quando  se encara o cenário de 2018,  onde se realiza um processo de legitimação política  sui generis na história desta sófrega República, marcado pela normatização extrema dos diversos aspectos que envolvem pleitos eleitorais, ademais da rígida tutela exercida por um Poder Judiciário alçado à perigosa condição de  “condottiere” da nação, ele que, aliás, é o único dos poderes-função do Estado, na classificação do sábio Montesquieu, não tem o bafejo da Soberania Popular, a velha e boa legitimação haurida nas urnas, que constituem a pilastra-mor das democracias. 
Sem meias palavras, o rigoroso controle judicial das eleições 2018 parece aquela situação em que o árbitro e seus auxiliares fazem sozinhos o espetáculo do futebol, deixando para os jogadores e as torcidas meros papéis de figurantes. Não é demais lembrar, como já fizemos noutras oportunidades, que o exacerbado protagonismo do árbitro sempre ‘mela’ a partida e futebol; igual desastre ocorre quando, nas eleições, a Justiça Eleitoral (aliás, uma das várias ‘jabuticabas’ brasileiras…) se sobrepõe ao conjunto de cidadãos-eleitores. 
A propósito, numa feliz transposição, o jurista Lênio Streck lembra que “até um positivista como Hart dizia, falando das regras do críquete (que eu adaptei para o futebol ainda nos anos 80 na aula de mestrado), que se as regras do árbitro se sobrepuserem às regras do jogo, já não há mais jogo; há, então, um outro jogo”.  Dado isto, quais são as regras do árbitro das eleições que é a Justiça Eleitoral e o próprio Supremo Tribunal Federal? 
Quase sempre aquelas interpretações perversas da lei que lhes dá o poder de pautar a nação, mesmo contra a lei e a noção daquilo que se entende como “direito justo” no âmbito da filosofia do direito, em especial na concepção do pensador alemão Rudolf Stammler (para ele, o Direito Justo seria aquelas proposições jurídicas «que em razão de seu conteúdo se conformam com o pensamento universal da sociedade humana ou com o ideal social.»).
Claro, inegável a importância dos mecanismos de controle do processo eleitoral, para conformá-lo ao cipoal normativo que o regula, sejam os requisitos de elegibilidade, os casos de inelegibilidade, as condutas vedadas, os crimes eleitorais, os marcos da propaganda eleitoral, a coibição dos casos de abuso econômico e político nas eleições, entre outros. Isto, todavia, não autoriza os excessos que por vezes são perpetrados pela Justiça Eleitoral no errôneo papel de consciência crítica da nação. Nesta perspectiva, inevitável é rasgar-se a Constituição e os tratados internacionais a elas equiparados para alcançar determinados objetivos políticos de ocasião.

E os MIBs, os homens de preto do STF, do TSE e quejandos, são heróis, disparam aqueles leiserzinhos e fazem com que esqueçamos todos a nossa condição de cidadãos-eleitores. O triste é que não imaginam que é "infeliz a nação que precisa de heróis.", como nos lembra Bertolt Brecht  (“Vida de Galileu”, Cena 12, p. 115, 1938). Sim, definitivamente o Brasil não precisa desses heróis de capa preta e de suas linguagens empoladas, pseudo-eruditas e exageradamente “boring”, para ditar os rumos do processo político nacional. Devem, isto sim, recolher-se à insignificância de coadjuvantes da cena política.
Sem dúvida, é triste, senão patético, o espetáculo de juízes em suas vestes corvinas a decidir por toda uma população de milhões de pessoas, como se fossem arautos de inquebrantáveis verdades. Meninos e meninas pedantes, e não menos ignorantes, que nada de relevante fizerem ou obraram para galgar tão relevantes postos, senão bajular poderosos de plantão ou simplesmente arrancarem investiduras em concursos de pegadinhas jurídicas, postando-se como semideuses da República e da moralidade pública.
Os abusos econômicos e políticos, os vícios e crimes que infirmam o processo eleitoral devem ser rigorosamente combatidos, para que a representação política seja constituída como legítima e espelhe as instituições radicadas na Constituição e nas leis nela espelhadas. No entanto, os excessos que são cometidos na busca desse desiderato superior igualmente não devem ser tolerados, em homenagem à integridade da ordem que tem como pedra angular o Estado Democrático de Direito. É para isto que servem as leis, jamais para disseminar ou aprofundar rematadas injustiças.

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Supostos cúmplices do atentado contra Bolsonaro são inocentados

Pessoas denunciadas em vídeo que viralizaram na Internet como supostos cúmplices do atentando contra o candidato presidencial Jair Bolsonaro estão sendo inocentadas por Flavio Bolsonaro. filho do deputado em postagem na sua página do twitter, na Internet.
O rapaz - de casaco marrom - que teria dado um soco em Jair no momento em que ele estava sendo socorrido. é, na realidade, um policial federal da inteira confiança da família. E uma mulher - de jaqueta e óculos escuros que teria passado a faca ao agressor, na verdade é uma simpatizante do candidato.
Na postagem, que transcrebo abaixo na íntegra, Flavio revela que ele e seu irmão Eduardo, serão recebidos hoje à tarde pelo diretor-geral da PF. Confira:

- Eu e meu irmão @bolsonarosp seremos recebidos à tarde pelo Diretor-geral da PF, quando seremos atualizados de como andam as investigações.
ATENÇÃO: algumas pessoas tratadas nos vídeos como se tivessem colaborado com o atentado já foram identificadas e nada têm a ver com o crime.

Para acessar a postagem e o vídeo, CLIQUE AQUI.

Situação de Bolsonaro "ainda é grave", diz o 1º boletim desta segunda

Aqui está a íntegra do primeiro boletim médico disponibilizado nesta segunda-feira, pelo Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, sobre o estado de saúde do candidato presidencial do PSL, Jair Bolsonaro:

São Paulo, 10 de setembro de 2018 - 10:15

Passados quatro dias após o ferimento abdominal por arma branca, o estado do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, internado no Hospital Israelita Albert Einstein, ainda é 
grave e permanece em terapia intensiva.

O paciente tem uma colostomia, que foi feita em função de lesões graves do intestino grosso e delgado.

Será necessária nova cirurgia de grande porte posteriormente, a fim de reconstruir o trânsito intestinal e retirar a bolsa de colostomia.

O paciente permanece ainda com sonda gástrica aberta e em íleo paralítico (paralisia intestinal), que ocorre habitualmente depois de grandes cirurgias e traumas abdominais.

Ontem, havia uma movimentação intestinal ainda incipiente e que persiste do mesmo modo hoje.

Permanece sem sinais de infecção, recebendo o suporte clínico, cuidado de fisioterapia respiratória e motora, e alimentação exclusivamente parenteral (endovenosa).​

Médicos Responsáveis:
​Dr. Antônio Luiz Macedo, cirurgião
Dr. Leandro Echenique, clínico e cardiologista.

Diretor Superintendente:

​Dr. Miguel Cendoroglo, Diretor Superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein.

O boletim da noite de ontem apresentava um tom mais otimista do que o desta manhã.
CLIQUE AQUI e confira.

domingo, 9 de setembro de 2018

Boletim das 18 horas sobre recuperação de Bolsonaro

São Paulo, 09 de setembro de 2018 - 18:00

O quadro de saúde do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, internado no Hospital Israelita Albert Einstein, continua em evolução. 

A circulação do intestino para o fígado está preservada. A paralisia intestinal decorrente do grande trauma mostra sinais de que está em regressão, ou seja, é possível que, nos próximos dias, a função intestinal se normalize e o paciente passe a ingerir alimentos por via oral. 

Persistem os cuidados de fisioterapia, incluindo caminhadas e exercícios diários, sem apresentar dor. Nos exames laboratoriais ainda existe uma leve anemia, em decorrência do sangramento inicial, secundário ao trauma. 

Dr. Antônio Luiz Macedo, cirurgião 

Dr. Leandro Echenique, clínico e cardiologista. 

​​Dr. Miguel Cendoroglo, Diretor Superintendente do Hospital Israelita Albert Einstein.​​​

É nítida a melhora de Bolsonaro, diz boletim médico

No boletim que soltou na manhã deste domingo, o Hospital Alberto Einstein, afirma que o deputado Jair Bolsonaro registra "nítida melhora clínica e laboratorial".
Abaixo a íntegra do boletim:

São Paulo, 09 de setembro de 2018 - 10:30

​Passadas 48 horas da internação do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro, no Hospital Israelita Albert Einstein, o mesmo encontra-se estável e apresenta nítida melhora clínica e laboratorial, sem nenhuma evidência de infecção. 

O quadro abdominal apresentou melhora nas últimas 24 horas e o paciente persiste em cuidados intensivos e com progresso do tempo de permanência fora de leito e caminhada.

Mantém jejum oral, recebendo nutrientes por via endovenosa.

Médicos Responsáveis:
​Dr. Antônio Luiz Macedo, cirurgião
Dr. Leandro Echenique, clínico e cardiologista

Diretor Superintendente:
​Dr. Miguel Cendoroglo