Dois professores do Rio Grande do Norte - um de Natal e outro de Ceará-Mirim, foram vencedores da Edição Nordeste do "Prêmio Professores do Brasil", promovido pelo Ministério da Educação juntamente com instituições parceiras.
Os premiados são:
Ana Beatriz Câmara Maciel, da Escola Estadual Dr. Graciliano Lordão (Ensino do 1º Grau), de Natal, com o relato "Jovens escritores da Revista Geográfica GL: nossa escola"
E Leandro Silva Costa, do Instituto Federal do Rio Grande do Norte - Campus de Ceará-Mirim (ensino médio) com o trabalho: "A pesquisa científica em sala de aula como prática de aprendizagem, inovação e transformação social".
Outros quatro prêmios regionais sairam para três professores da Bahia (Cristiane Santos de Melo, Rosana Torres da Silva e Tatiane Novais Brito) e um de Pernambuco (Isaias da Silva)
Para saber mais sobre o prêmio, CLIQUE AQUI.
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Haddad tem vantagem sobre Bolsonaro na capa do Bandnews
Visitei há pouco o portal da Bandnews TV e encontrei quatro títulos destacando o candidato do PT à presidência da República - Fernando Haddad.
Foram os sequintes:
Voto petista resiste no interior
Haddad afirma q Bolsonaro representa risco para democracia
Haddad estranha quem lutou pela redemocraticação ficar neutro
Haddad faz aceno ao ex-presidente FHC em busca de apoio no segundo turno.
Só um focalizando o líder das pesquisas Jair Bolsonaro:
Jair Bolsonaro faz campanha de casa usando as redes sociais
Para acessar o portal da TV Bandnews, CLIQUE AQUI.
Foram os sequintes:
Voto petista resiste no interior
Haddad afirma q Bolsonaro representa risco para democracia
Haddad estranha quem lutou pela redemocraticação ficar neutro
Haddad faz aceno ao ex-presidente FHC em busca de apoio no segundo turno.
Só um focalizando o líder das pesquisas Jair Bolsonaro:
Jair Bolsonaro faz campanha de casa usando as redes sociais
Para acessar o portal da TV Bandnews, CLIQUE AQUI.
RN pode ter um senador com nome francês. Que luxo!
A primeira consequência de uma vitória da senadora Fátima Bezerra na disputa pelo governo Estado é que o Rio Grande do Norte passaria a ter um senador com nome francês: Jean Paul Prates.
Que luxo...
É o nome do suplente dela no Senado Federal.
Com um nome de lorde desse, só pode ser um profundo conhecedor das dificuldades enfrentadas pela nossa gente.
Que luxo...
É o nome do suplente dela no Senado Federal.
Com um nome de lorde desse, só pode ser um profundo conhecedor das dificuldades enfrentadas pela nossa gente.
Crescimento em reta final é sempre sinal de vitória, diz Ney Lopes
Analisando o resultado da pesquisa CERTUS/FIERN divulgado nesta segunda-feira, na qual a maioria de 14 pontos, conquistada no primeiro turno pela senadora Fátima Bezerra, caiu para 6 pontos, o ex-deputado Ney Lopes crava a afirmação que dá título a esta nota: "Crescimento em reta final (de campanha) é sempre sinal de vitória".
Segundo a pesquisa e de acordo com a avaliação de Ney, a maioria dos que votaram em outros candidatos no primeiro turno está migrando para Carlos Eduardo. Foram 170 mil novos eleitores que a ele direcionaram sua intenção de voto do dia 7 pra cá.
Restam ainda mais de 400 mil votos que não foram dados pelos eleitores que preferiram se abster no 1º turno, além de outros quase 300 mil, que foram dados em brancos.
A tendência é que muitos desses eleitores passem a validar seus votos no segundo turno, para evitar o risco do RN tem no governo alguém que não esteja ajudando a construir a vitória do candidato Jair Bolsonaro.
CLIQUE AQUI para ler o artigo de Ney Lopes na íntegra.
Segundo a pesquisa e de acordo com a avaliação de Ney, a maioria dos que votaram em outros candidatos no primeiro turno está migrando para Carlos Eduardo. Foram 170 mil novos eleitores que a ele direcionaram sua intenção de voto do dia 7 pra cá.
Restam ainda mais de 400 mil votos que não foram dados pelos eleitores que preferiram se abster no 1º turno, além de outros quase 300 mil, que foram dados em brancos.
A tendência é que muitos desses eleitores passem a validar seus votos no segundo turno, para evitar o risco do RN tem no governo alguém que não esteja ajudando a construir a vitória do candidato Jair Bolsonaro.
CLIQUE AQUI para ler o artigo de Ney Lopes na íntegra.
domingo, 14 de outubro de 2018
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
Hoje tem posse na Associação Comercial do RN
Em sessão solene marcada para começar às 19 horas, na sede da instituição - Av. Duque de Caxias (Ribeira) - tomarão posse o presidente Schiavo Álvares, o primeiro vice-presidente Nelson Freire e o segundo vice-presidente Daltro Paiva.
Após a posse será servido coquetel.
Após a posse será servido coquetel.
terça-feira, 9 de outubro de 2018
Horror à corrupção misturou tudo, diz FHC
Em postagem no twitter, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, afirmou que o horror à corrupção misturou tudo - bons e maus.
E assinalou: "Novo não quer dizer melhor, mas diferente".
O ex-presidente deixou um alerta na sua postagem: "O futuro é incerto".
Mas, destacou:
- O passado, contudo, não volta.
Abaixo, em letras vermelhas, transcrevo, na íntegra, a postagem de FHC:
- A história as vezes abre caminhos a golpes de machado. Muitos dos que mandavam no Congresso caíram nas eleições, um tsunami. Novo não quer dizer melhor, mas diferente. O horror à corrupção levou de roldão bons e maus. O futuro é incerto. O passado, contudo, não volta.
CLIQUE AQUI para acessar a página de Fernando Henrique Cordoso no twitter.
E assinalou: "Novo não quer dizer melhor, mas diferente".
O ex-presidente deixou um alerta na sua postagem: "O futuro é incerto".
Mas, destacou:
- O passado, contudo, não volta.
Abaixo, em letras vermelhas, transcrevo, na íntegra, a postagem de FHC:
- A história as vezes abre caminhos a golpes de machado. Muitos dos que mandavam no Congresso caíram nas eleições, um tsunami. Novo não quer dizer melhor, mas diferente. O horror à corrupção levou de roldão bons e maus. O futuro é incerto. O passado, contudo, não volta.
CLIQUE AQUI para acessar a página de Fernando Henrique Cordoso no twitter.
sábado, 6 de outubro de 2018
A hora é de serenidade e pé no chão
Numa hora como esta, de véspera de decisão, com todo mundo querendo ter direito a votar como quiser, mas sem reconhecer nos outros a mesma prerrogativa, os líderes precisam ter os pés no chão.
O que tinha de fazer, fizeram.
Agora, é reconhecer que estão se oferecendo ao povo - não para ganharem um prêmio, mas para carregar a grande responsabilidade de colocar o Brasil nos trilhos.
Têm que estar preparados para encarar, com grandeza e, ao mesmo tempo, com humildade, o resultado que sair das urnas.
Tudo que aconteceu antes, especialmente os ataques, as agressões e até o jogo sujo, deverá ser esquecido e creditado à exacerbação incontrolável da campanha.
O eleito terá a obrigação de honrar os votos recebidos. E reconhecer - nos que o enfrentaram, não inimigos a serem humilhados e/ou exterminados, mas patriotas que também, com todo direito, ansiavam o privilégio de governar o país. Não alcançaram o objetivo, mas engrandeceram a disputa democrática, curvando-se ao julgamento soberano e livre da população.
O que tinha de fazer, fizeram.
Agora, é reconhecer que estão se oferecendo ao povo - não para ganharem um prêmio, mas para carregar a grande responsabilidade de colocar o Brasil nos trilhos.
Têm que estar preparados para encarar, com grandeza e, ao mesmo tempo, com humildade, o resultado que sair das urnas.
Tudo que aconteceu antes, especialmente os ataques, as agressões e até o jogo sujo, deverá ser esquecido e creditado à exacerbação incontrolável da campanha.
O eleito terá a obrigação de honrar os votos recebidos. E reconhecer - nos que o enfrentaram, não inimigos a serem humilhados e/ou exterminados, mas patriotas que também, com todo direito, ansiavam o privilégio de governar o país. Não alcançaram o objetivo, mas engrandeceram a disputa democrática, curvando-se ao julgamento soberano e livre da população.
Grupo Reviver anuncia mutirão de mamografias
Exames serão realizados em Natal e em Mossoró.
Haverá também mutirão de consultas
com mastologista e realização de ultrassonografias
O Grupo Reviver inicia, segunda-feira (dia 8), o mutirão de mamografias com a Unidade Móvel Savana Galvão. O público alvo são mulheres a partir dos 40 anos e que serão beneficiadas com a realização gratuita de um dos mais eficazes exames para a detecção do câncer de mama. Este ano, além de Natal, a ação ocorre também em Mossoró. E, nos sábados 13 e 20, acontece o mutirão de consultas com mastologista e realização de ultrassonografias, na capital potiguar.
Para participar do mutirão de mamografias, as mulheres a partir dos 50 anos devem apresentar os originais e cópia da identidade, cartão do SUS e comprovante de residência, para aquelas entre 40 e 50 anos, é necessário levar também a requisição médica do exame. As fichas serão distribuídas sempre a partir das 7h30, com atendimento das 8h às 18h.
O mutirão das mamografias do Grupo Reviver com a Unidade Móvel Savana Galvão, começa na segunda-feira (8) e seguem até o dia 12, na Unidade Básica de Saúde do Conjunto Santarém, na Zona Norte. Nos dias 15, 16 e 17 outubro, a Unidade Móvel estará em Mossoró, em frente à Câmara de Vereadores. De volta a Natal, os atendimentos ocorrem nos dias 18 e 19 na Policlínica da Cidade da Esperança, dias 22 a 26 na Unidade Básica de Saúde Rosângela Lima no Jardim Planalto e dias 29 de outubro a 1 de novembro no Centro Clínico Zeca Passos, na Ribeira.
Em parceria com as Clínicas Integradas UNI-RN e médicos voluntários, nos dias 13 e 20 de outubro, a partir das 7h30, acontece também mutirão de consultas com mastologista, realização de ultrassonografias e mamografias. A ação será promovida nas Clínicas Integradas, lateral da Escola Doméstica, no Tirol, e é destinada a mulheres a partir dos 35 anos e, abaixo dessa idade, que possuam algum sintoma, queixa ou apalpação positiva (suspeita de nódulo na mama).
Segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (Inca), é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, respondendo por cerca de 28% dos casos novos a cada ano. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença. Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. Estatísticas indicam aumento da sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento.
De acordo com estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), 60 mil novos casos de câncer de mama entre mulheres no Brasil. O Rio Grande do Norte possui uma taxa estimada de 44,06 casos para cada 100 mil mulheres. Além de cuidados com a saúde, como
*Camiseta*
Seguem à venda as camisetas do Outubro Rosa do Grupo Reviver. Quanto mais peças vendidas mais mulheres beneficiadas com os exames gratuitos. As camisetas estão à venda ao preço de R$ 25,00 nas lojas Mulher Rendeira do Midway e Avenida Afonso Pena e nas lojas Mardelle do Centro, Midway e Partage Norte Shopping.
Para se ter uma ideia da importância da adesão da sociedade à campanha, em 2017, o número de mulheres atendidas no mutirão de mamografias do Grupo Reviver com indício de câncer de mama quase dobrou em relação a 2016, passando de 8% para quase 15%. O que torna ainda mais importante o engajamento da população.
*Ações*
O Grupo Reviver mantém durante todo o ano o serviço de ultrassonografia a preços populares somente para cobrir os custos, em parceria com a UNI-RN, nas Clínicas (3215-2960). Mais de mil mulheres já foram atendidas em pouco mais de um ano, com detecção de tumores de mama, ovários e tireoide.
Além disso, o Reviver promove mutirão de mamografias gratuitas na Unidade Móvel Savana Galvão, nos meses de outubro e novembro, em todas as zonas administrativas de Natal e algumas cidades do interior do Estado. Com os resultados das mamografias em mãos, o Grupo Reviver, desde a primeira edição do mutirão realizada em 2015, acompanha todas as mulheres que necessitam de exames complementares e prestam todos os esclarecimentos e direcionamento quanto ao tratamento.
A unidade móvel é equipada com um mamógrafo digital e uma reveladora para que os filmes sejam impressos e posteriormente laudados e entregues às pacientes. Em 2015, foram realizados 3.600 exames, em 2016, foram 2.002, e, em 2017, 1707 exames.
O Grupo Reviver iniciou suas atividades, em 2012, por iniciativa de mulheres que tiveram câncer de outras tantas apoiadoras da causa, incluindo profissionais da área de saúde. Em 2013, o Reviver foi certificado como organização da sociedade civil de interesse público (Orcip), é habilitado pelo Ministério da Saúde à prestação de serviços por meio da unidade móvel e está renovando contrato com a Secretaria de Saúde de Natal. Desde 2014, o grupo realiza atendimentos preventivos e de orientações sobre o câncer.
Além da renda das camisetas, o Grupo Reviver já chegou a contar com a colaboração mensal de mais de 300 associadas-contribuintes e atualmente possui apenas 160. Para se associar e contribuir com qualquer valor mensal e para mais informações, acesse http://gruporeviver.com.
*MUTIRÃO MAMOGRAFIAS*
*8 out a 12 out* – UBS do Conjunto Santarém na Zona Norte (Rua Rio Doce, 12)
*15, 16 e 17 out* - Câmara dos Vereadores de Mossoró
*18 e 19 out* – Policlínica da Cidade da Esperança (Av Pernambuco s/n)
*22 a 26 out* - UBS Rosângela Lima no Jardim Planalto (Rua Santa Beatriz s/n)
*29 out a 1 nov* - Centro Clínico Zeca Passos na Ribeira (Praça Augusto Severo s/n)
*MUTIRÃO CONSULTAS E ULTRASSONOGRAFIA*
13 out *e* 20 out – UNI-RN mutirão de médicos e ultrassonografia (Rua Prefeita Eliane Barros, 2000, Tirol //rua lateral à Escola Doméstica)
Texto e foto encaminhados por Flávia Urbano.
Haverá também mutirão de consultas
com mastologista e realização de ultrassonografias
O Grupo Reviver inicia, segunda-feira (dia 8), o mutirão de mamografias com a Unidade Móvel Savana Galvão. O público alvo são mulheres a partir dos 40 anos e que serão beneficiadas com a realização gratuita de um dos mais eficazes exames para a detecção do câncer de mama. Este ano, além de Natal, a ação ocorre também em Mossoró. E, nos sábados 13 e 20, acontece o mutirão de consultas com mastologista e realização de ultrassonografias, na capital potiguar.
Para participar do mutirão de mamografias, as mulheres a partir dos 50 anos devem apresentar os originais e cópia da identidade, cartão do SUS e comprovante de residência, para aquelas entre 40 e 50 anos, é necessário levar também a requisição médica do exame. As fichas serão distribuídas sempre a partir das 7h30, com atendimento das 8h às 18h.
O mutirão das mamografias do Grupo Reviver com a Unidade Móvel Savana Galvão, começa na segunda-feira (8) e seguem até o dia 12, na Unidade Básica de Saúde do Conjunto Santarém, na Zona Norte. Nos dias 15, 16 e 17 outubro, a Unidade Móvel estará em Mossoró, em frente à Câmara de Vereadores. De volta a Natal, os atendimentos ocorrem nos dias 18 e 19 na Policlínica da Cidade da Esperança, dias 22 a 26 na Unidade Básica de Saúde Rosângela Lima no Jardim Planalto e dias 29 de outubro a 1 de novembro no Centro Clínico Zeca Passos, na Ribeira.
Em parceria com as Clínicas Integradas UNI-RN e médicos voluntários, nos dias 13 e 20 de outubro, a partir das 7h30, acontece também mutirão de consultas com mastologista, realização de ultrassonografias e mamografias. A ação será promovida nas Clínicas Integradas, lateral da Escola Doméstica, no Tirol, e é destinada a mulheres a partir dos 35 anos e, abaixo dessa idade, que possuam algum sintoma, queixa ou apalpação positiva (suspeita de nódulo na mama).
Segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (Inca), é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, respondendo por cerca de 28% dos casos novos a cada ano. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença. Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. Estatísticas indicam aumento da sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento.
De acordo com estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), 60 mil novos casos de câncer de mama entre mulheres no Brasil. O Rio Grande do Norte possui uma taxa estimada de 44,06 casos para cada 100 mil mulheres. Além de cuidados com a saúde, como
*Camiseta*
Seguem à venda as camisetas do Outubro Rosa do Grupo Reviver. Quanto mais peças vendidas mais mulheres beneficiadas com os exames gratuitos. As camisetas estão à venda ao preço de R$ 25,00 nas lojas Mulher Rendeira do Midway e Avenida Afonso Pena e nas lojas Mardelle do Centro, Midway e Partage Norte Shopping.
Para se ter uma ideia da importância da adesão da sociedade à campanha, em 2017, o número de mulheres atendidas no mutirão de mamografias do Grupo Reviver com indício de câncer de mama quase dobrou em relação a 2016, passando de 8% para quase 15%. O que torna ainda mais importante o engajamento da população.
*Ações*
O Grupo Reviver mantém durante todo o ano o serviço de ultrassonografia a preços populares somente para cobrir os custos, em parceria com a UNI-RN, nas Clínicas (3215-2960). Mais de mil mulheres já foram atendidas em pouco mais de um ano, com detecção de tumores de mama, ovários e tireoide.
Além disso, o Reviver promove mutirão de mamografias gratuitas na Unidade Móvel Savana Galvão, nos meses de outubro e novembro, em todas as zonas administrativas de Natal e algumas cidades do interior do Estado. Com os resultados das mamografias em mãos, o Grupo Reviver, desde a primeira edição do mutirão realizada em 2015, acompanha todas as mulheres que necessitam de exames complementares e prestam todos os esclarecimentos e direcionamento quanto ao tratamento.
A unidade móvel é equipada com um mamógrafo digital e uma reveladora para que os filmes sejam impressos e posteriormente laudados e entregues às pacientes. Em 2015, foram realizados 3.600 exames, em 2016, foram 2.002, e, em 2017, 1707 exames.
O Grupo Reviver iniciou suas atividades, em 2012, por iniciativa de mulheres que tiveram câncer de outras tantas apoiadoras da causa, incluindo profissionais da área de saúde. Em 2013, o Reviver foi certificado como organização da sociedade civil de interesse público (Orcip), é habilitado pelo Ministério da Saúde à prestação de serviços por meio da unidade móvel e está renovando contrato com a Secretaria de Saúde de Natal. Desde 2014, o grupo realiza atendimentos preventivos e de orientações sobre o câncer.
Além da renda das camisetas, o Grupo Reviver já chegou a contar com a colaboração mensal de mais de 300 associadas-contribuintes e atualmente possui apenas 160. Para se associar e contribuir com qualquer valor mensal e para mais informações, acesse http://gruporeviver.com.
*MUTIRÃO MAMOGRAFIAS*
*8 out a 12 out* – UBS do Conjunto Santarém na Zona Norte (Rua Rio Doce, 12)
*15, 16 e 17 out* - Câmara dos Vereadores de Mossoró
*18 e 19 out* – Policlínica da Cidade da Esperança (Av Pernambuco s/n)
*22 a 26 out* - UBS Rosângela Lima no Jardim Planalto (Rua Santa Beatriz s/n)
*29 out a 1 nov* - Centro Clínico Zeca Passos na Ribeira (Praça Augusto Severo s/n)
*MUTIRÃO CONSULTAS E ULTRASSONOGRAFIA*
13 out *e* 20 out – UNI-RN mutirão de médicos e ultrassonografia (Rua Prefeita Eliane Barros, 2000, Tirol //rua lateral à Escola Doméstica)
Texto e foto encaminhados por Flávia Urbano.
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| Unidade Móvel Savana Galvão para realização de mamografias estará na Zona Norte de Natal de 8 a 12 de outubro e, em Mossoró, de 15 a 17 |
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
Uma pena Alckmin não ter emplacado
Uma pena a campanha do governador Alckmin não ter emplacado.
Um grande governador de São Paulo - eleito e reeleito duas vezes, tendo conquistado nas urnas, portanto, quatro mandatos, estava mais do que credenciado a ser um bom presidente do Brasil.
Mas, não deu.
Não conseguiu se viabilizar como candidato.
Por que?
Confesso que não sei.
Mas, se essas pesquisas repetidamente divulgadas estiverem certas, não deu mesmo.
Aliás, muito me surpreende que marqueteiros pagos a peso de ouro, tenham levado seus candidatos - e não apenas o governador Alckmin - a uma verdadeira desmoralização eleitoral.
Será que eles não sabiam que a sociedade está vivendo um novo momento?
Todos ficaram na mesmice e o resultado não poderia ser outro: o candidato que caiu no gosto do povo foi exatamente aquele que não teve recursos para contratar marqueteiro.
Resta um consolo aos candidatos: No que dependia deles, fizeram o que estava ao seu alcance. Não se omitiram. Vieram enfrentar o desafio da disputa.
Se não conseguiram se viabilizar... peço menos tentaram.
Um grande governador de São Paulo - eleito e reeleito duas vezes, tendo conquistado nas urnas, portanto, quatro mandatos, estava mais do que credenciado a ser um bom presidente do Brasil.
Mas, não deu.
Não conseguiu se viabilizar como candidato.
Por que?
Confesso que não sei.
Mas, se essas pesquisas repetidamente divulgadas estiverem certas, não deu mesmo.
Aliás, muito me surpreende que marqueteiros pagos a peso de ouro, tenham levado seus candidatos - e não apenas o governador Alckmin - a uma verdadeira desmoralização eleitoral.
Será que eles não sabiam que a sociedade está vivendo um novo momento?
Todos ficaram na mesmice e o resultado não poderia ser outro: o candidato que caiu no gosto do povo foi exatamente aquele que não teve recursos para contratar marqueteiro.
Resta um consolo aos candidatos: No que dependia deles, fizeram o que estava ao seu alcance. Não se omitiram. Vieram enfrentar o desafio da disputa.
Se não conseguiram se viabilizar... peço menos tentaram.
Votação no 1º turno exigirá 25 digitações na urna eletrônica
È fundamental que cada eleitor leve sua cola para votar no próximo dia 7.
Cada eleitor terá que digitar um total de 25 vezes na urna eletrônica a fim de garantir todos os seus votos.
São seis votos no total.
Dois para deputados,
sendo um federal e o outro estadual.
Para federal, cada candidato tem um número de quatro dígitos. E será necessário digitar, também, a tecla verde "CONFIRMA".
o outro será para deputado estadual. São cinco dígitos do número do candidato, mais um da tecla "CONFIRMA".
Depois vêm os dois votos para o Senado:
Tanto para o primeiro quanto para segundo senador, são números de três dígitos cada um, mais o da tecla "CONFIRMA", o que dá um total de oito digitações.
Os dois últimos votos são para governador e presidente da República.
Tanto para governador quanto para presidente da República, cada candidato tem um número com dois dígitos, mais duas digitações na tecla "CONFIMA", totalizando, portanto, mais seis digitações.
Então eis a cola, na ordem de votação:
Para deputado federal (número com 4 dígitos) ----
Para deputado estadual (número com 5 dígitos) -----
Para primeiro senador (número com 3 dígitos) ---
Para segundo senador (número com 3 dígitos) ---
Para governador (número com 2 dígitos) --
Para presidente da República (número com 2 dígitos) --
No total - os seis votos totalizam 25 digitações - sendo 19 relativas aos números dos candidatos e seis referentes à tecla CONFIRMA.
Aproveite o seu voto. Ouça a voz de sua consciência. O Brasil agradece.
Cada eleitor terá que digitar um total de 25 vezes na urna eletrônica a fim de garantir todos os seus votos.
São seis votos no total.
Dois para deputados,
sendo um federal e o outro estadual.
Para federal, cada candidato tem um número de quatro dígitos. E será necessário digitar, também, a tecla verde "CONFIRMA".
o outro será para deputado estadual. São cinco dígitos do número do candidato, mais um da tecla "CONFIRMA".
Depois vêm os dois votos para o Senado:
Tanto para o primeiro quanto para segundo senador, são números de três dígitos cada um, mais o da tecla "CONFIRMA", o que dá um total de oito digitações.
Os dois últimos votos são para governador e presidente da República.
Tanto para governador quanto para presidente da República, cada candidato tem um número com dois dígitos, mais duas digitações na tecla "CONFIMA", totalizando, portanto, mais seis digitações.
Então eis a cola, na ordem de votação:
Para deputado federal (número com 4 dígitos) ----
Para deputado estadual (número com 5 dígitos) -----
Para primeiro senador (número com 3 dígitos) ---
Para segundo senador (número com 3 dígitos) ---
Para governador (número com 2 dígitos) --
Para presidente da República (número com 2 dígitos) --
No total - os seis votos totalizam 25 digitações - sendo 19 relativas aos números dos candidatos e seis referentes à tecla CONFIRMA.
Aproveite o seu voto. Ouça a voz de sua consciência. O Brasil agradece.
"Bolsonaro vai no embalo da ventania", diz FHC
Em postagem que fez hoje no twitter o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso postou a seguinte mensagem sobre o que viu no debate da Globo na noite passada:
"Segui o debate ontem. Impressões: Bolsonaro, sem voz, vai no embalo da ventania; Haddad, parece que tudo começa e acaba na máscara do Lula; Ciro, charmoso, a biruta leva; Alckmin, experiência e sensatez em momento de exasperação; Marina, um grito parado no ar. O resto é silêncio".
Para acessar a página de Fernando Henrique Cardoso no twitter, CLIQUE AQUI.
"Segui o debate ontem. Impressões: Bolsonaro, sem voz, vai no embalo da ventania; Haddad, parece que tudo começa e acaba na máscara do Lula; Ciro, charmoso, a biruta leva; Alckmin, experiência e sensatez em momento de exasperação; Marina, um grito parado no ar. O resto é silêncio".
Para acessar a página de Fernando Henrique Cardoso no twitter, CLIQUE AQUI.
A chance que Temer perdeu
A grande chance proporcionada por essa eleição foi dada ao presidente Michel Temer.
E ele a perdeu.
Claro: Sob a minha visão.
Através do impeachment da titular do cargo, ele recebeu o comando do país num momento extremamente delicado - de radicalismo político e de dificuldades na economia.
Sua principal missão deveria ter sido dupla - pacificar o país e, através dessa pacificação, chegar às reformas.
Começou bem.
Mas, pisou na bola por ter deixado subir à cabeça a sensação do dever cumprido logo aos primeiros sinais de que estava no caminho certo.
E deu mostras de que, ao contrário do que país esperava, iria partir pra reeleição.
O resultado está aí. O radicalismo político agravado, a esperada e desejada estabilidade econômica estancada.
Neste final do governo, o presidente bem que poderia deixar de lado tudo o que possa gerar polêmica - inclusive respostas desnecessárias às críticas que recebe - e cuidar de sair em paz com a Nação.
E ele a perdeu.
Claro: Sob a minha visão.
Através do impeachment da titular do cargo, ele recebeu o comando do país num momento extremamente delicado - de radicalismo político e de dificuldades na economia.
Sua principal missão deveria ter sido dupla - pacificar o país e, através dessa pacificação, chegar às reformas.
Começou bem.
Mas, pisou na bola por ter deixado subir à cabeça a sensação do dever cumprido logo aos primeiros sinais de que estava no caminho certo.
E deu mostras de que, ao contrário do que país esperava, iria partir pra reeleição.
O resultado está aí. O radicalismo político agravado, a esperada e desejada estabilidade econômica estancada.
Neste final do governo, o presidente bem que poderia deixar de lado tudo o que possa gerar polêmica - inclusive respostas desnecessárias às críticas que recebe - e cuidar de sair em paz com a Nação.
quarta-feira, 3 de outubro de 2018
É cedo qualquer lado cantar vitória
Na lista de provérbios relacionados com momentos eleitorais tem um que considero emblemático, definitivo:
- Na eleição e na mineração, só se conhece o resultado depois da apuração.
Acho isso muito verdadeiro e prefiro me apegar nas dúvidas do que acreditar em pesquisa.
Especialmente nessas deste ano, que transmitem - quase que de forma explicita - uma após outra, a clara impressão de que estão sendo feitas muito mais para inflar determinadas candidaturas do que, simplesmente, medir a tendência das intenções de votos no momento em que se realizam.
Ainda existem muitos detalhes imponderáveis.
Por exemplo:
1) Quem poderá garantir a lisura das votações em sessões onde não chegará nenhum tipo de fiscalização independente?
2) A que nível chegará a abstenção?
3) Quem vai perder mais com o voto que não será levado à urna? E com aqueles que serão dados em branco ou anulados?
Enfim, neste momento que ainda é de muita incerteza, "cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém"
- Na eleição e na mineração, só se conhece o resultado depois da apuração.
Acho isso muito verdadeiro e prefiro me apegar nas dúvidas do que acreditar em pesquisa.
Especialmente nessas deste ano, que transmitem - quase que de forma explicita - uma após outra, a clara impressão de que estão sendo feitas muito mais para inflar determinadas candidaturas do que, simplesmente, medir a tendência das intenções de votos no momento em que se realizam.
Ainda existem muitos detalhes imponderáveis.
Por exemplo:
1) Quem poderá garantir a lisura das votações em sessões onde não chegará nenhum tipo de fiscalização independente?
2) A que nível chegará a abstenção?
3) Quem vai perder mais com o voto que não será levado à urna? E com aqueles que serão dados em branco ou anulados?
Enfim, neste momento que ainda é de muita incerteza, "cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém"
Ciro Gomes poderia ter ido mais longe como candidato
Sob a minha visão, Ciro Gomes poderia ter ido mais longe em sua campanha presidencial, se tivesse adotado outra estratégia de campanha.
Uma estratégia mais adequada à sua condição de homem de bem, de grande governador do Ceará, grande ministro da Fazenda.
Mas, sabe Deus por que, preferiu mostrar-se como um temperamental, sem o controle das próprias emoções, tipo valentão que manda jornalista calar a boca e um ou outro provocador "tomar no cu" ou mandá-lo "pra puta que o pariu".
Pra que isso, meu Deus?
Isso não é palavreado de estadista, nem de um candidato presidencial da estirpe de Ciro Gomes.
Acho que ele perdeu muito com isso.
Uma estratégia mais adequada à sua condição de homem de bem, de grande governador do Ceará, grande ministro da Fazenda.
Mas, sabe Deus por que, preferiu mostrar-se como um temperamental, sem o controle das próprias emoções, tipo valentão que manda jornalista calar a boca e um ou outro provocador "tomar no cu" ou mandá-lo "pra puta que o pariu".
Pra que isso, meu Deus?
Isso não é palavreado de estadista, nem de um candidato presidencial da estirpe de Ciro Gomes.
Acho que ele perdeu muito com isso.
De bla-bla-bá estamos cheios
Tenho pra mim, que um bom candidato a presidente da República teria que ter, primeiro, postura e ação de estadista.
Não é qualquer um, por mais bem intencionado e preparado que seja, que está credenciado a ser um bom candidato a presidente da República.
Primeiro tem que ser um estadista.
Colocar a Nação e seu povo em primeiro lugar.
E não os seus próprios sonhos, suas próprias ambições, sua vaidade.
O problema é comunicar isso.
Através de palavras, nem pensar. Quem iria acreditar?
Ninguém.
Tinha que ser por atitudes. Por gestos. Por comportamento. Exemplos. História de vida.
De bla-bla-bá estamos cheios.
Não é qualquer um, por mais bem intencionado e preparado que seja, que está credenciado a ser um bom candidato a presidente da República.
Primeiro tem que ser um estadista.
Colocar a Nação e seu povo em primeiro lugar.
E não os seus próprios sonhos, suas próprias ambições, sua vaidade.
O problema é comunicar isso.
Através de palavras, nem pensar. Quem iria acreditar?
Ninguém.
Tinha que ser por atitudes. Por gestos. Por comportamento. Exemplos. História de vida.
De bla-bla-bá estamos cheios.
Propaganda eleitoral no rádio e TV termina amanhã
Por Karine Melo
Repórter da Agência Brasil Brasília
Termina nesta quinta-feira (4) a propaganda eleitoral gratuita em rádio e televisão do primeiro turno das eleições 2018, com a exibição de programas de candidatos a presidente da República e deputado federal.
Os últimos programas dos candidatos a senador, deputado estadual e distrital serão apresentados hoje (3). Foram 35 dias de propaganda eleitoral gratuita.
Ainda segundo o calendário eleitoral, amanhã (4) também é o último dia para propaganda política em reuniões públicas, promoção de comícios e uso de aparelhagem de sonorização fixa, entre 8h e meia noite.
Os debates no rádio e na televisão também só podem ocorrer até essa data, mas as transmissões que começarem na quinta à noite, por exemplo, podem se estender até as 7 horas da manhã do dia seguinte (5).
Pesquisa eleitoral
É permitida a divulgação, a qualquer momento, de pesquisas realizadas até sábado (6), para todos os cargos. Já as pesquisas de boca de urna, realizadas no dia do primeiro turno, somente poderão ser divulgadas depois de encerrado o pleito em todo o país, no caso das pesquisas para a disputa presidencial, e a partir das 17h fica permitida a divulgação das pesquisas para os cargos de governador, senador, deputado federal, estadual e distrital.
Repórter da Agência Brasil Brasília
Termina nesta quinta-feira (4) a propaganda eleitoral gratuita em rádio e televisão do primeiro turno das eleições 2018, com a exibição de programas de candidatos a presidente da República e deputado federal.
Os últimos programas dos candidatos a senador, deputado estadual e distrital serão apresentados hoje (3). Foram 35 dias de propaganda eleitoral gratuita.
Ainda segundo o calendário eleitoral, amanhã (4) também é o último dia para propaganda política em reuniões públicas, promoção de comícios e uso de aparelhagem de sonorização fixa, entre 8h e meia noite.
Os debates no rádio e na televisão também só podem ocorrer até essa data, mas as transmissões que começarem na quinta à noite, por exemplo, podem se estender até as 7 horas da manhã do dia seguinte (5).
Pesquisa eleitoral
É permitida a divulgação, a qualquer momento, de pesquisas realizadas até sábado (6), para todos os cargos. Já as pesquisas de boca de urna, realizadas no dia do primeiro turno, somente poderão ser divulgadas depois de encerrado o pleito em todo o país, no caso das pesquisas para a disputa presidencial, e a partir das 17h fica permitida a divulgação das pesquisas para os cargos de governador, senador, deputado federal, estadual e distrital.
terça-feira, 2 de outubro de 2018
Artigo de Paulo Afonso Linhares
DE ARROUBOS E JABUTICABAS
Paulo Afonso Linhares
Em momentos de perplexidades e grandes incertezas, é seguro e útil aquela lição do historiador inglês Arnold Toynbee, para quem "uma curiosidade de explicar e compreender o mundo é o estímulo que leva os homens a estudarem o seu passado." É a História que se gesta da curiosidade do homem por si mesmo. Por isto foi que, após ver uma polêmica entrevista de Jair Bolsonaro, candidato de PSL à presidência da República, resolvi reler aquele instigante livro de Carlos Castelo Branco intitulado “A renúncia de Jânio”, edição do Senado Federal. Afinal, como adverte George Santayana (pseudônimo de Jorge Agustín Nicolás Ruiz de Santayana y Borrás, um filósofo, poeta e ensaísta espanhol que, aliás, escrevia em inglês):“aqueles que não podem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo”.
Em suma, os povos que não conhecem a sua História correm o risco de repetir seus erros. Daí que lembrar das histrionices do “Homem da Vassoura” pode ser uma chave para compreensão da atual cena política brasileira.
Um dos mais importantes jornalistas brasileiro do século XX, “Castelinho”, que conviveu com os bastidores do poder, traz o mais significativo testemunho sobre esse episódio que tanto impactou a História nos anos 1960 e centrado na figura exótica de Jânio da Silva Quadros, um furacão bigodudo, vesgo, desengonçado e bêbado que, vassoura à mão, passou pelo Palácio do Planalto. Hoje, vendo o que faz e, sobretudo, diz o candidato Bolsonaro, inevitável não recordar o Mago de Vila Maria, Jânio da Silva Quadros, embora este fosse intelectual e culto. O populismo de direita, o corte autoritário e avesso à democracia, as ideias ultra-conservadoras e a propensão para dizer em tons de arroubos as coisas erradas nos momentos impróprios, aproxima esses dois personagem da política brasileira, um de ontem e outro de hoje.
A despeito da forte base popular, os sete meses de governo Jânio foram conturbados, sobretudo, pelas dificuldades cada vez maiores do relacionamento com o Congresso Nacional. A megalomania e esquisitices de Jânio Quadros produziram mais crises políticas do que poderia ser contornado pelo competente time de seus auxiliares e aliados políticos, como Oscar Pedroso Horta, José Aparecido de Oliveira, San Thiago Dantas, Afonso Arinos de Mello Franco e Araújo Castro, entre outros.
Para implantar a sua “política de austeridade” e de combate à corrupção, além de inovadoras medidas econômicas e administrativas - que deram ao seu governo de feição conservadora algo de revolucionário -, Jânio hostilizou além do razoável a sua base parlamentar (demonstrava enorme desprezo pelo Congresso Nacional), fustigou e afastou do seu convívio importantes figuras dos partidos aliados que garantiram sua eleição, a exemplo do poderoso governador do Estado da Guanabara, Carlos Lacerda, que passou a combatê-lo com a mesma tenacidade como fizera com Getúlio Vargas e Juscelino Kubitscheck. Sem poder acusá-lo de corrupto, Lacerda, o Corvo, passou a fustigá-lo em cadeia nacional de rádio e televisão com a acusação de que Jânio era um golpista e planejava o fechamento do Congresso para se manter no governo com poderes autocráticos.
Mesmo com enorme desgaste político e sem apoio parlamentar, Jânio renunciou à presidência da República através de lacônico bilhete remetido ao presidente do Congresso, senador Auro de Moura Andrade que, num gesto inusitado e sem rodeios, leu o curto escrito e de imediato declarou vago o cargo. Isto trouxe uma dificuldade para a tática de Jânio, que planejou chantagear o Parlamento e voltar ao governo com poderes extraordinários. Não funcionou e impôs ao país a degringolada política que desaguou no Golpe de 1964 e seus nefastos efeitos para as instituições democráticas que se estenderiam por 21 anos.
Episódios recentes da campanha de Jair Bolsonaro remetem-nos a Jânio e reforçam a suspeita de que as instituições democráticas podem estar em risco. “Pelo que eu vejo nas ruas, não aceito resultado das eleições diferente da minha eleição”, afirmou Bolsonaro em recente entrevista ao jornalista José Luiz Datena, da Band, a partir de sua desconfiança no sistema eleitoral brasileiro: “Não confiamos em nada no Brasil. Até concurso da Mega-Sena a gente desconfia de fraude. Estou desconfiando de alguns profissionais dentro do TSE”. Fechou o tempo.
Na mesma entrevista, Bolsonaro revelou que proibiu o general Hamilton Mourão, seu candidato a vice, de dar declarações políticas até o dia da eleição, por ter dito em palestra proferida no Rio Grande do Sul que o governo Bolsonaro-Mourão extinguirá o terço de férias dos trabalhadores, além do décimo-terceiro salário, esta “jabuticaba brasileira”, no seu entender. Um abalo enorme, porquanto o banimento desses direitos, aliás, está fora de todas agendas políticas, mesmo as daqueles partidos marcadamente liberais, a exemplo do Partido Novo, de João Amoêdo. O boquirroto general foi punido por seu chefe, Bolsonaro, com algo parecido ao “silêncio obsequioso”, uma das punições contidas no Código de Direito Canônico que é a imposição, pela autoridade eclesiástica superior à inferior faltosa, da proibição de produzir falas ou escritos públicos opinativos sobre matéria religiosa. Isso, na Igreja Católica Romana. A dúvida que remanesce é se o general Mourão vai aceitar esse “cala a boca, Ofélia!”. Noutro chão, no da caserna, general não acata ordem de capitão. Sem embargo, pelas regras do “jus militari” seria uma inaceitável inversão, todavia, o fato é que essa dissensão se dá noutro âmbito, no movediço chão da política, onde tudo pode acontecer, até boi voar. Para o Mourão-velho-de-guerra-nenhuma é melhor “já ir se acostumando” com essas inversões (ou perversões?) da hierarquia.
O freio de mão do capitão também serviu para corrigir seu guru, o ultra-conservador banqueiro Paulo Guedes que, de modo precipitado e não menos descuidado, disse que um dos pontos básicos do projeto econômico do governo Bolsonaro seria a recriação da famigerada CPMF, aliás, algo bem contraditório ao breviário liberal apregoado aqui e alhures. Guedes teve que sair na base do “não é bem assim” e, igualmente ao general Mourão, preferiu, também, o obsequioso silêncio.
Entretanto, talvez não fiquem tão calados assim por muito tempo, se confirmada nas urnas deste outubro de 2018 a tendência de vitória de Bolsonaro, para inaugurar uma era em que o arrombo vence a prudência, o retrocesso aniquila os avanços sociais e a barbárie, em múltiplas feições, se converte no credo da nova elite que terá empalmado o poder da República. Resta-nos acreditar que estava certo Heráclito de Éfeso quando numa curta frase, formulou o chamada Teoria do Devir: “tudo flui, nada permanece”. E nem será preciso imitar o bizarro suicídio desse filósofo em que cobriu o corpo de esterco e foi para a praça, onde cães raivosos o devoraram. Qualquer que seja o resultado que podem parir as urnas neste tempo desconfiado e de futuro incerto. Tudo passa, nada fica. Nem arroubos ou jabuticabas.
Paulo Afonso Linhares
Em momentos de perplexidades e grandes incertezas, é seguro e útil aquela lição do historiador inglês Arnold Toynbee, para quem "uma curiosidade de explicar e compreender o mundo é o estímulo que leva os homens a estudarem o seu passado." É a História que se gesta da curiosidade do homem por si mesmo. Por isto foi que, após ver uma polêmica entrevista de Jair Bolsonaro, candidato de PSL à presidência da República, resolvi reler aquele instigante livro de Carlos Castelo Branco intitulado “A renúncia de Jânio”, edição do Senado Federal. Afinal, como adverte George Santayana (pseudônimo de Jorge Agustín Nicolás Ruiz de Santayana y Borrás, um filósofo, poeta e ensaísta espanhol que, aliás, escrevia em inglês):“aqueles que não podem lembrar o passado estão condenados a repeti-lo”.
Em suma, os povos que não conhecem a sua História correm o risco de repetir seus erros. Daí que lembrar das histrionices do “Homem da Vassoura” pode ser uma chave para compreensão da atual cena política brasileira.
Um dos mais importantes jornalistas brasileiro do século XX, “Castelinho”, que conviveu com os bastidores do poder, traz o mais significativo testemunho sobre esse episódio que tanto impactou a História nos anos 1960 e centrado na figura exótica de Jânio da Silva Quadros, um furacão bigodudo, vesgo, desengonçado e bêbado que, vassoura à mão, passou pelo Palácio do Planalto. Hoje, vendo o que faz e, sobretudo, diz o candidato Bolsonaro, inevitável não recordar o Mago de Vila Maria, Jânio da Silva Quadros, embora este fosse intelectual e culto. O populismo de direita, o corte autoritário e avesso à democracia, as ideias ultra-conservadoras e a propensão para dizer em tons de arroubos as coisas erradas nos momentos impróprios, aproxima esses dois personagem da política brasileira, um de ontem e outro de hoje.
A despeito da forte base popular, os sete meses de governo Jânio foram conturbados, sobretudo, pelas dificuldades cada vez maiores do relacionamento com o Congresso Nacional. A megalomania e esquisitices de Jânio Quadros produziram mais crises políticas do que poderia ser contornado pelo competente time de seus auxiliares e aliados políticos, como Oscar Pedroso Horta, José Aparecido de Oliveira, San Thiago Dantas, Afonso Arinos de Mello Franco e Araújo Castro, entre outros.
Para implantar a sua “política de austeridade” e de combate à corrupção, além de inovadoras medidas econômicas e administrativas - que deram ao seu governo de feição conservadora algo de revolucionário -, Jânio hostilizou além do razoável a sua base parlamentar (demonstrava enorme desprezo pelo Congresso Nacional), fustigou e afastou do seu convívio importantes figuras dos partidos aliados que garantiram sua eleição, a exemplo do poderoso governador do Estado da Guanabara, Carlos Lacerda, que passou a combatê-lo com a mesma tenacidade como fizera com Getúlio Vargas e Juscelino Kubitscheck. Sem poder acusá-lo de corrupto, Lacerda, o Corvo, passou a fustigá-lo em cadeia nacional de rádio e televisão com a acusação de que Jânio era um golpista e planejava o fechamento do Congresso para se manter no governo com poderes autocráticos.
Mesmo com enorme desgaste político e sem apoio parlamentar, Jânio renunciou à presidência da República através de lacônico bilhete remetido ao presidente do Congresso, senador Auro de Moura Andrade que, num gesto inusitado e sem rodeios, leu o curto escrito e de imediato declarou vago o cargo. Isto trouxe uma dificuldade para a tática de Jânio, que planejou chantagear o Parlamento e voltar ao governo com poderes extraordinários. Não funcionou e impôs ao país a degringolada política que desaguou no Golpe de 1964 e seus nefastos efeitos para as instituições democráticas que se estenderiam por 21 anos.
Episódios recentes da campanha de Jair Bolsonaro remetem-nos a Jânio e reforçam a suspeita de que as instituições democráticas podem estar em risco. “Pelo que eu vejo nas ruas, não aceito resultado das eleições diferente da minha eleição”, afirmou Bolsonaro em recente entrevista ao jornalista José Luiz Datena, da Band, a partir de sua desconfiança no sistema eleitoral brasileiro: “Não confiamos em nada no Brasil. Até concurso da Mega-Sena a gente desconfia de fraude. Estou desconfiando de alguns profissionais dentro do TSE”. Fechou o tempo.
Na mesma entrevista, Bolsonaro revelou que proibiu o general Hamilton Mourão, seu candidato a vice, de dar declarações políticas até o dia da eleição, por ter dito em palestra proferida no Rio Grande do Sul que o governo Bolsonaro-Mourão extinguirá o terço de férias dos trabalhadores, além do décimo-terceiro salário, esta “jabuticaba brasileira”, no seu entender. Um abalo enorme, porquanto o banimento desses direitos, aliás, está fora de todas agendas políticas, mesmo as daqueles partidos marcadamente liberais, a exemplo do Partido Novo, de João Amoêdo. O boquirroto general foi punido por seu chefe, Bolsonaro, com algo parecido ao “silêncio obsequioso”, uma das punições contidas no Código de Direito Canônico que é a imposição, pela autoridade eclesiástica superior à inferior faltosa, da proibição de produzir falas ou escritos públicos opinativos sobre matéria religiosa. Isso, na Igreja Católica Romana. A dúvida que remanesce é se o general Mourão vai aceitar esse “cala a boca, Ofélia!”. Noutro chão, no da caserna, general não acata ordem de capitão. Sem embargo, pelas regras do “jus militari” seria uma inaceitável inversão, todavia, o fato é que essa dissensão se dá noutro âmbito, no movediço chão da política, onde tudo pode acontecer, até boi voar. Para o Mourão-velho-de-guerra-nenhuma é melhor “já ir se acostumando” com essas inversões (ou perversões?) da hierarquia.
O freio de mão do capitão também serviu para corrigir seu guru, o ultra-conservador banqueiro Paulo Guedes que, de modo precipitado e não menos descuidado, disse que um dos pontos básicos do projeto econômico do governo Bolsonaro seria a recriação da famigerada CPMF, aliás, algo bem contraditório ao breviário liberal apregoado aqui e alhures. Guedes teve que sair na base do “não é bem assim” e, igualmente ao general Mourão, preferiu, também, o obsequioso silêncio.
Entretanto, talvez não fiquem tão calados assim por muito tempo, se confirmada nas urnas deste outubro de 2018 a tendência de vitória de Bolsonaro, para inaugurar uma era em que o arrombo vence a prudência, o retrocesso aniquila os avanços sociais e a barbárie, em múltiplas feições, se converte no credo da nova elite que terá empalmado o poder da República. Resta-nos acreditar que estava certo Heráclito de Éfeso quando numa curta frase, formulou o chamada Teoria do Devir: “tudo flui, nada permanece”. E nem será preciso imitar o bizarro suicídio desse filósofo em que cobriu o corpo de esterco e foi para a praça, onde cães raivosos o devoraram. Qualquer que seja o resultado que podem parir as urnas neste tempo desconfiado e de futuro incerto. Tudo passa, nada fica. Nem arroubos ou jabuticabas.
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