Aparentemente em resposta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que fez essa sugestão também em postagem no twitter, a França explicou que o peso da água poderia debilitar ainda mais a estrutura da Catedral, causando consequências piores - segundo reportagem no portal do El Pais.es.
segunda-feira, 15 de abril de 2019
França explica porque não usou aviões para apagar o incêndio
O serviço de Segurança Civil da França publicou mensagem no twitter explicando porque não foram utilizados aviões tanque para despejar água de cima pra baixo no incêndio da Catedral de Notre Dame, em Paris.
Aparentemente em resposta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que fez essa sugestão também em postagem no twitter, a França explicou que o peso da água poderia debilitar ainda mais a estrutura da Catedral, causando consequências piores - segundo reportagem no portal do El Pais.es.
Aparentemente em resposta ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que fez essa sugestão também em postagem no twitter, a França explicou que o peso da água poderia debilitar ainda mais a estrutura da Catedral, causando consequências piores - segundo reportagem no portal do El Pais.es.
Incêndio está consumindo a Catedral de Paris - Notre Dame
Um incêndio está destruindo a Catedral de Paris - Notre Dame.
O teto da igreja, que é um dos dos principais monumentos da França, é uma das partes mais afetadas.
De acordo com o portal tudosobre paris, a Catedral de Notre Dame foi construída originalmente entre os anos de 1.163 a 1245 em honra da mãe de Jesus.
Ou seja: Quando a construção começou, ainda faltavam mais de três séculos para o Brasil ser descoberto.
São mais de 850 anos de história.
Foi nela, segundo reportagem no portal BBC-Brasil, que Napoleão Bonaparte foi coroado Imperador da França a 2 de dezembro de 1804.
Ao longo do tempo passou por diversas reformas, a mais importante em meados do século XIX.
Quando visitou a França em 2008, o Papa Bento XVI fez um discurso em Notre Dame, lembrando que a pedra fundamental do templo havia sido colocada pelo seu predecessor, o Papa Alexandre III. E lembrou que outros dois pontífices também visitaram a catedral de Paris - Pio VII e João Paulo II - afirma reportagem no portal espanhol ABC.
O INCÊNDIO
O portal Parismatch.com classifica as imagens do incêndio como "terríveis".
Assinala que, a cada ano, 13 milhões de turistas visitam a catedral parisiense.
Segundo o portal Le Monde, a Notre Dame é o monumento histórico mais visitado da Europa.
Acrescenta que o incêndio começou pouco antes das 14 horas, pelo horário brasileiro - pouco antes das 19 horas, pelo horário francês.
A Polícia está pedindo à população da cidade que se mantenha afastada do local.
Imagem abaixo foi fotografada por volta das 15h (horário do Brasil) da tela da rede de TV estadunidense - CNN em espanhol.
O teto da igreja, que é um dos dos principais monumentos da França, é uma das partes mais afetadas.
De acordo com o portal tudosobre paris, a Catedral de Notre Dame foi construída originalmente entre os anos de 1.163 a 1245 em honra da mãe de Jesus.
Ou seja: Quando a construção começou, ainda faltavam mais de três séculos para o Brasil ser descoberto.
São mais de 850 anos de história.
Foi nela, segundo reportagem no portal BBC-Brasil, que Napoleão Bonaparte foi coroado Imperador da França a 2 de dezembro de 1804.
Ao longo do tempo passou por diversas reformas, a mais importante em meados do século XIX.
Quando visitou a França em 2008, o Papa Bento XVI fez um discurso em Notre Dame, lembrando que a pedra fundamental do templo havia sido colocada pelo seu predecessor, o Papa Alexandre III. E lembrou que outros dois pontífices também visitaram a catedral de Paris - Pio VII e João Paulo II - afirma reportagem no portal espanhol ABC.
O INCÊNDIO
O portal Parismatch.com classifica as imagens do incêndio como "terríveis".
Assinala que, a cada ano, 13 milhões de turistas visitam a catedral parisiense.
Segundo o portal Le Monde, a Notre Dame é o monumento histórico mais visitado da Europa.
Acrescenta que o incêndio começou pouco antes das 14 horas, pelo horário brasileiro - pouco antes das 19 horas, pelo horário francês.
A Polícia está pedindo à população da cidade que se mantenha afastada do local.
Imagem abaixo foi fotografada por volta das 15h (horário do Brasil) da tela da rede de TV estadunidense - CNN em espanhol.
domingo, 14 de abril de 2019
São Gonçalo torra milhões com terceirização - denuncia o SINTE
Em postagem no Facebook, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação, acusa a Prefeitura de São Gonçalo do Amarante-RN de "torrar" milhões com terceirização.
Transcrevo, em letras vermelhas, a nota que o SINTE divulgou:
GASTOS COM TERCEIRIZAÇÃO
Estudo feito pelo ILAESE, com base nos dados do Tesouro Nacional, demonstra o crescimento dos gastos com terceirização em São Gonçalo do Amarante. É um absurdo o que a Prefeitura está fazendo, "torrando" milhões com terceirização enquanto o município necessita de concurso público! Terceirizar também é privatizar! É preciso dizer não ao desmonte dos serviços e ao desvio dos recursos públicos.
Transcrevo, em letras vermelhas, a nota que o SINTE divulgou:
GASTOS COM TERCEIRIZAÇÃO
Estudo feito pelo ILAESE, com base nos dados do Tesouro Nacional, demonstra o crescimento dos gastos com terceirização em São Gonçalo do Amarante. É um absurdo o que a Prefeitura está fazendo, "torrando" milhões com terceirização enquanto o município necessita de concurso público! Terceirizar também é privatizar! É preciso dizer não ao desmonte dos serviços e ao desvio dos recursos públicos.
sexta-feira, 12 de abril de 2019
Governo Fátima acena com pagamento de atrasados em maio
O governo Fátima está acenando com a possibilidade de começar a pagar as folhas salariais atrasadas - parte do 13º de 2017, parte de novembro de 2017, dezembro e 13º de 2018, na segunda semana de maio.
Isso porque o pregão eletrônico para a venda da antecipação dos royalties foi marcado para o dia 26 deste mês de abril - uma sexta-feira.
O banco que apresentar a melhor oferta terá cinco dias para depositar o dinheiro na conta do Tesouro estadual. O quinto dia útil será 3 de maio - também uma sexta-feira. Ou seja: o dinheiro depositado estará disponível a partir da segunda-feira seguinte - dia 6.
Vamos torcer para que tudo dê certo.
Isso porque o pregão eletrônico para a venda da antecipação dos royalties foi marcado para o dia 26 deste mês de abril - uma sexta-feira.
O banco que apresentar a melhor oferta terá cinco dias para depositar o dinheiro na conta do Tesouro estadual. O quinto dia útil será 3 de maio - também uma sexta-feira. Ou seja: o dinheiro depositado estará disponível a partir da segunda-feira seguinte - dia 6.
Vamos torcer para que tudo dê certo.
quinta-feira, 11 de abril de 2019
Artigo de Paulo Afonso Linhares
DE “BOSTOBRAS” E OUTROS DEJETOS
Paulo Afonso Linhares
Uma das grandes decepções de setores do empresariado brasileiro que coadjuvaram o golpe de 1964, que apeou do poder o presidente João Goulart, foi descobrir que os protagonistas fardados, embora raivosos direitistas, eram empedernidos nacionalistas e fiéis defensores do Leviathan. Claro, no começo o economista-mor Roberto Campos, jocosamente chamado de “Bob Fields” por sua indisfarçável americanofilia (aliás, avô do atual presidente do Banco Central), conseguiu impor uma agenda liberal muito ao gosto de Wall Street, entre 15 de abril de 1964 até 15 de março de 1967, quando o presidente marechal Castelo Branco foi substituído pelo marechal Arthur da Costa e Silva, da linha-dura militar, ultranacionalista e defensora de uma Estado forte e intervencionista.
Cerca de dois anos depois, esse mesmo segmento se firmou no poder ditatorial quando, em circunstâncias misteriosas, defenestrou do poder Costa e Silva e impediu que o seu vice, o civil Pedro Aleixo, o substituísse. Uma junta militar, composta por representantes do Exército, Marinha e Aeronáutica, passou a governar o Brasil e logo a ordem constitucional desenhada na Carta de 1967 foi implodida com a ‘constitucionalização’ de instrumento de exceção - o Ato Institucional nº 5 - que somente teve como paralelo o esdrúxulo Poder Moderador da Constituição Imperial de 1824.
Com o governo Geisel, iniciado em 1974, teve início um novo ciclo econômico caracterizado pela retomada, noutras bases, do desenvolvimentismo dos governos antes de 1964, tendo como ideia-força a fortíssima presença estatal na estrutura de base da economia, sobretudo, nos setores de transportes, telecomunicações, energia elétrica e petróleo. E foi o momento de surgimento, na esteira da velha Petrobrás, das diversas outras ‘bras’, para espanto de liberais de vários matrizes: Telebrás, Eletrobrás, Nuclebrás etc.
A propósito, conta-se que numa circunspecta reunião ministerial, Shigeaki Ueki, então poderoso ministro das Minas e Energia, sugeriu ao presidente Geisel a criação de um programa de aproveitamento de esterco na produção de energia a partir do biogás. Foi quando o poderoso ministro do Planejamento, Mário Henrique Simonsen, que não era um liberal, com aquela indefectível cara eterna de ressaca, embora genial economista e bem sucedido banqueiro, abalou a todos, sobretudo, o luterano Geisel, quando afirmou: “Criaremos a Bostobras. Perdoem-me a indiscrição, mas, se tivessem me dado a oportunidade, eu sugeriria um outro nome…” Pano rápido.
Bom, essa conversa comprida de resgate histórico cai como uma luva neste momento vivido pelo Brasil, na era bolsonaro. E ajuda a decodificar uma série de episódios recentes caracterizados por uma servil obediência aos interesses norte-americanos segundo a (ridícula) fórmula “O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil”, a infame e gosmenta frase do embaixador Juracy Magalhães, nos anos iniciais da ditadura militar.
Nessa mesma linha, os maneios entreguistas do ministro Ernesto Araújo, das Relações Exteriores, corroborados pelo próprio presidente Bolsonaro no beija-mãos a Donald Trump, projetam ações que desfavorecem os interesses do Estado brasileiro, como é o caso da ingerência norte-americana no estratégico Centro de Laçamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, que deverá passar à condição de mero apêndice da National Aeronautics and Space Administration (NASA), a agência do governo federal dos Estados Unidos da América para pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial.
Um dos programas da NASA para os próximos anos, anunciado pelo próprio Trump, é o de recolher os 96 invólucros contendo fezes e outros dejetos deixados para trás por astronautas norte-americanos na Lua. Recolhê-los nada tem a ver com algum propósito ecológico de limpar o nosso satélite, mas, com a investigação sobre a sobrevivência de micro-organismos no estéril ambiente lunar. Sim, parece brincadeira, piada de mau gosto ou “bad joke”, na língua de Mark Twin, mas, uma missão espacial está sendo planejada para isso: trazer de volta essas dejeções todas deixados por astronautas das várias missões Apollo.
E o que tem a ver o Brasil com isso? É previsível que um foguete “limpa-bosta” parta da Base de Alcântara, no Maranhão, a qual o governo brasileiro colocou genericamente à disposição dos norte-americanos, inclusive, com assinatura de instrumento bilateral - chamado oficialmente de Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST), que cria as condições para uma atuação conjunta EUA-Brasil no CLA - pelos presidentes de ambos os países, na recente visita de Bolsonaro a Washington. Em todos os sentidos, o custo será menor do que transformar o glamuroso Canaveral Cape num mal-afamado espaçoporto recolhedor de dejetos. O Brasil, sim, poderá ‘abraçar’ a missão mal-cheirosa. Isto nem é algo concreto nem tampouco um reles “fake new”, mas, algo previsível de ocorrer e que tem tudo a ver com o nível de relação política estabelecido entre o governo Trump e o de Jair Bolsonaro: senhor e servo, respectivamente.
Nada de pensamentos menores e mesquinhos proto-esquerdóides: se é bom para os EUA certamente o será para o Brasil, já disse Juracy Magalhães. Tapemos o nariz e aceitemos o fado e o enfado. Enfim, a bosta dos astronautas ianques poderá ser, também, brasileira. Ei, e isto não se refere ao renitente complexo de vira-lata incrustado nas almas das camadas altas e médias da população brasileira, certo?
No limite, quem sabe se até não será possível a criação de mais uma estatal - na forma de joint venture de capital norte-americano e centavos brasileiros? - cujo sugestivo nome poderá ser “Bostobras Aeroespacial”, em homenagem à invectiva bem-humorada de Mário Henrique Simonsen. Afinal, é Brasil acima de tudo. Fecha o pano.
Paulo Afonso Linhares
Uma das grandes decepções de setores do empresariado brasileiro que coadjuvaram o golpe de 1964, que apeou do poder o presidente João Goulart, foi descobrir que os protagonistas fardados, embora raivosos direitistas, eram empedernidos nacionalistas e fiéis defensores do Leviathan. Claro, no começo o economista-mor Roberto Campos, jocosamente chamado de “Bob Fields” por sua indisfarçável americanofilia (aliás, avô do atual presidente do Banco Central), conseguiu impor uma agenda liberal muito ao gosto de Wall Street, entre 15 de abril de 1964 até 15 de março de 1967, quando o presidente marechal Castelo Branco foi substituído pelo marechal Arthur da Costa e Silva, da linha-dura militar, ultranacionalista e defensora de uma Estado forte e intervencionista.
Cerca de dois anos depois, esse mesmo segmento se firmou no poder ditatorial quando, em circunstâncias misteriosas, defenestrou do poder Costa e Silva e impediu que o seu vice, o civil Pedro Aleixo, o substituísse. Uma junta militar, composta por representantes do Exército, Marinha e Aeronáutica, passou a governar o Brasil e logo a ordem constitucional desenhada na Carta de 1967 foi implodida com a ‘constitucionalização’ de instrumento de exceção - o Ato Institucional nº 5 - que somente teve como paralelo o esdrúxulo Poder Moderador da Constituição Imperial de 1824.
Com o governo Geisel, iniciado em 1974, teve início um novo ciclo econômico caracterizado pela retomada, noutras bases, do desenvolvimentismo dos governos antes de 1964, tendo como ideia-força a fortíssima presença estatal na estrutura de base da economia, sobretudo, nos setores de transportes, telecomunicações, energia elétrica e petróleo. E foi o momento de surgimento, na esteira da velha Petrobrás, das diversas outras ‘bras’, para espanto de liberais de vários matrizes: Telebrás, Eletrobrás, Nuclebrás etc.
A propósito, conta-se que numa circunspecta reunião ministerial, Shigeaki Ueki, então poderoso ministro das Minas e Energia, sugeriu ao presidente Geisel a criação de um programa de aproveitamento de esterco na produção de energia a partir do biogás. Foi quando o poderoso ministro do Planejamento, Mário Henrique Simonsen, que não era um liberal, com aquela indefectível cara eterna de ressaca, embora genial economista e bem sucedido banqueiro, abalou a todos, sobretudo, o luterano Geisel, quando afirmou: “Criaremos a Bostobras. Perdoem-me a indiscrição, mas, se tivessem me dado a oportunidade, eu sugeriria um outro nome…” Pano rápido.
Bom, essa conversa comprida de resgate histórico cai como uma luva neste momento vivido pelo Brasil, na era bolsonaro. E ajuda a decodificar uma série de episódios recentes caracterizados por uma servil obediência aos interesses norte-americanos segundo a (ridícula) fórmula “O que é bom para os Estados Unidos é bom para o Brasil”, a infame e gosmenta frase do embaixador Juracy Magalhães, nos anos iniciais da ditadura militar.
Nessa mesma linha, os maneios entreguistas do ministro Ernesto Araújo, das Relações Exteriores, corroborados pelo próprio presidente Bolsonaro no beija-mãos a Donald Trump, projetam ações que desfavorecem os interesses do Estado brasileiro, como é o caso da ingerência norte-americana no estratégico Centro de Laçamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, que deverá passar à condição de mero apêndice da National Aeronautics and Space Administration (NASA), a agência do governo federal dos Estados Unidos da América para pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e programas de exploração espacial.
Um dos programas da NASA para os próximos anos, anunciado pelo próprio Trump, é o de recolher os 96 invólucros contendo fezes e outros dejetos deixados para trás por astronautas norte-americanos na Lua. Recolhê-los nada tem a ver com algum propósito ecológico de limpar o nosso satélite, mas, com a investigação sobre a sobrevivência de micro-organismos no estéril ambiente lunar. Sim, parece brincadeira, piada de mau gosto ou “bad joke”, na língua de Mark Twin, mas, uma missão espacial está sendo planejada para isso: trazer de volta essas dejeções todas deixados por astronautas das várias missões Apollo.
E o que tem a ver o Brasil com isso? É previsível que um foguete “limpa-bosta” parta da Base de Alcântara, no Maranhão, a qual o governo brasileiro colocou genericamente à disposição dos norte-americanos, inclusive, com assinatura de instrumento bilateral - chamado oficialmente de Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST), que cria as condições para uma atuação conjunta EUA-Brasil no CLA - pelos presidentes de ambos os países, na recente visita de Bolsonaro a Washington. Em todos os sentidos, o custo será menor do que transformar o glamuroso Canaveral Cape num mal-afamado espaçoporto recolhedor de dejetos. O Brasil, sim, poderá ‘abraçar’ a missão mal-cheirosa. Isto nem é algo concreto nem tampouco um reles “fake new”, mas, algo previsível de ocorrer e que tem tudo a ver com o nível de relação política estabelecido entre o governo Trump e o de Jair Bolsonaro: senhor e servo, respectivamente.
Nada de pensamentos menores e mesquinhos proto-esquerdóides: se é bom para os EUA certamente o será para o Brasil, já disse Juracy Magalhães. Tapemos o nariz e aceitemos o fado e o enfado. Enfim, a bosta dos astronautas ianques poderá ser, também, brasileira. Ei, e isto não se refere ao renitente complexo de vira-lata incrustado nas almas das camadas altas e médias da população brasileira, certo?
No limite, quem sabe se até não será possível a criação de mais uma estatal - na forma de joint venture de capital norte-americano e centavos brasileiros? - cujo sugestivo nome poderá ser “Bostobras Aeroespacial”, em homenagem à invectiva bem-humorada de Mário Henrique Simonsen. Afinal, é Brasil acima de tudo. Fecha o pano.
Fábio Faria retira vídeo com sua fala sobre a reforma da Previdência
O vídeo postado no youtube reproduzindo fala do deputado Fábio Fária na reunião da bancada federal do RN com prefeitos potiguares não está mais disponível.
Quem tenta acessá-lo aqui no blog ou, mesmo, diretamente, no portal Youtube recebe a seguinte informação:
"Vídeo indisponível. Este vídeo foi removido pelo usuário".
No vídeo, o deputado alertava para a necessidade dos políticos encararem com realismo e responsabilidade a questão da reforma da Previdência, chegando a dizer que se ela não for feita, será impossível nova reunião com prefeitos, pois todos os municípios iriam quebrar.
- Se a gente não vota nada com o Brasil do jeito que está - destacou - daqui a 4 anos nenhum prefeito vai conseguir montar um palanque, nem chamar a gente pra um palanque porque o Brasil vai estar destruído, os Estados destruídos, os municípios destruídos.
Fábio Faria afirmou que não aprovaria pontos da proposta governamental com os quais não concorda, frisando referir-se àqueles que prejudicam aos mais carentes.
Frisou que aprovaria propostas, mesmo impopulares, que ajudassem governadores e prefeitos a salvarem seus Estados e municípios.
Depois de reconhecer que, nem sempre, o caminho mais fácil é o melhor, Fábio Faria destacou em sua fala:
- Precisamos de um pacto pelo Brasil e pelo Rio Grande do Norte.
Quem tenta acessá-lo aqui no blog ou, mesmo, diretamente, no portal Youtube recebe a seguinte informação:
"Vídeo indisponível. Este vídeo foi removido pelo usuário".
No vídeo, o deputado alertava para a necessidade dos políticos encararem com realismo e responsabilidade a questão da reforma da Previdência, chegando a dizer que se ela não for feita, será impossível nova reunião com prefeitos, pois todos os municípios iriam quebrar.
- Se a gente não vota nada com o Brasil do jeito que está - destacou - daqui a 4 anos nenhum prefeito vai conseguir montar um palanque, nem chamar a gente pra um palanque porque o Brasil vai estar destruído, os Estados destruídos, os municípios destruídos.
Fábio Faria afirmou que não aprovaria pontos da proposta governamental com os quais não concorda, frisando referir-se àqueles que prejudicam aos mais carentes.
Frisou que aprovaria propostas, mesmo impopulares, que ajudassem governadores e prefeitos a salvarem seus Estados e municípios.
Depois de reconhecer que, nem sempre, o caminho mais fácil é o melhor, Fábio Faria destacou em sua fala:
- Precisamos de um pacto pelo Brasil e pelo Rio Grande do Norte.
Crime em cima de crime contra a educação em São Gonçalo-RN
Sob as vistas complascentes do Conselho Tutelar e demais órgãos de fiscalização, a atual administração de São Gonçalo do Amarante-RN comete crime em cima de crime contra a educação municipal.
O caso de hoje envolve a Escola Municipal Vicente de França Monte.
Conforme denúncia do núcleo do SINTE no município, só agora, em pleno ano letivo, a Prefeitura decidiu realizar serviços de manutenção em suas instalações - o que deveria ter ocorrido em período de férias.
Com as obras - as turmas são obrigadas a cumprir um sismeta de rodizio. Tem aulas um dia sim e outro não.
Transcrevo abaixo a nota do SINTE na expectativa de que o Conselho Gutrelar e os demais órgãos de fiscalização se mobilizem dinate desse crime praticado contra o presente e o futuro das crianças que ainda podem estudar:
ESCOLA VICENTE DE FRANÇA
Os alunos da Escola Municipal Vicente de França Monte, em São Gonçalo do Amarante, encontram-se numa situação dramática. Em razão de uma reforma no local, que está sendo realizada dentro do calendário do ano letivo, os alunos estão assistindo as aulas em esquema de rodízio. Em um dia, assistem as aulas os alunos do Fundamental I; e em outro dia, assistem as aulas os alunos do Fundamental II. Deste forma, os estudantes são prejudicados na aprendizagem e não terão direito aos 200 dias letivos, previstos em lei. Os professores, no entanto, estão todos os dias na escola, mesmo que não haja aula naquele dia.
Esse cenário demonstra o completo descaso da Prefeitura com a educação pública do município. Não há nenhuma preocupação em garantir que os alunos assistam a todas as aulas a que têm direito. O SINTE de São Gonçalo repudia essa situação e está cobrando da Prefeitura que a obra seja concluída o mais rápido possível. O sindicato e os professores estão bastante preocupados com o andamento do ano letivo e também com a aprendizagem dos alunos.
O caso de hoje envolve a Escola Municipal Vicente de França Monte.
Conforme denúncia do núcleo do SINTE no município, só agora, em pleno ano letivo, a Prefeitura decidiu realizar serviços de manutenção em suas instalações - o que deveria ter ocorrido em período de férias.
Com as obras - as turmas são obrigadas a cumprir um sismeta de rodizio. Tem aulas um dia sim e outro não.
Transcrevo abaixo a nota do SINTE na expectativa de que o Conselho Gutrelar e os demais órgãos de fiscalização se mobilizem dinate desse crime praticado contra o presente e o futuro das crianças que ainda podem estudar:
ESCOLA VICENTE DE FRANÇA
Os alunos da Escola Municipal Vicente de França Monte, em São Gonçalo do Amarante, encontram-se numa situação dramática. Em razão de uma reforma no local, que está sendo realizada dentro do calendário do ano letivo, os alunos estão assistindo as aulas em esquema de rodízio. Em um dia, assistem as aulas os alunos do Fundamental I; e em outro dia, assistem as aulas os alunos do Fundamental II. Deste forma, os estudantes são prejudicados na aprendizagem e não terão direito aos 200 dias letivos, previstos em lei. Os professores, no entanto, estão todos os dias na escola, mesmo que não haja aula naquele dia.
Esse cenário demonstra o completo descaso da Prefeitura com a educação pública do município. Não há nenhuma preocupação em garantir que os alunos assistam a todas as aulas a que têm direito. O SINTE de São Gonçalo repudia essa situação e está cobrando da Prefeitura que a obra seja concluída o mais rápido possível. O sindicato e os professores estão bastante preocupados com o andamento do ano letivo e também com a aprendizagem dos alunos.
![]() |
| Serviços que deveriam ter sido feitos no período de férias prejudicam o andamento do ano letivo prejudicando os alunos (Foto: SINTE-RN-Núcleo de São Gonçalo do Amarante-RN) |
No 100º dia de Bolsonaro, 13º para o Bolsa Família
Por Andreia Verdélio,
Ana Cristina Campos
e Pedro Peduzzi
Repórteres da Agência Brasil - Brasilia
O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta manhã vários instrumentos de mudanças e novas políticas para o país, que fazem parte das ações de 100 dias de governo, celebrados hoje (11) em cerimônia no Palácio do Planalto. Entre eles, o que estabelece o 13º para o Bolsa Família, a Política Nacional de Alfabetização e a revogação de colegiados com a participação da sociedade civil no âmbito da administração pública federal.
Bolsonaro agradeceu à sua equipe o empenho nesses dias e reafirmou os compromissos do governo em trabalhar “com foco na valorização da família, nos valores cristãos, para uma educação de qualidade e sem viés ideológico”.
“Estamos buscando alavancar nossa economia com geração de emprego e renda, com desburocratização do Estado brasileiro, com aperfeiçoamento do pacto federativo, com um governo transparente e com critérios técnicos, com austeridade dos gastos públicos, sem com foco no melhor para o cidadão brasileiro”, disse.
Bolsonaro destacou o cumprimento de metas para esses 100 dias nas áreas social, de infraestrutura, econômica, institucional e ambiental, e o empenho do governo em aprovara a nova Previdência, “que tem especial papel no equilíbrio das contas públicas e futuros investimentos”. “Tivemos um intenso ritmo de trabalho nos 100 dias governo e continuamos empenhados nas melhores práticas de governança do Estado para que tenhamos uma nação mais justa, próspera e inovadora”.
Durante a cerimônia, o porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, elencou as principais tarefas realizadas pelo governo em seus primeiros 100 dias. Entre elas, a extinção de 21 mil cargos e funções gratificadas; regras mais rígidas para contratação de servidores; o 13° do Bolsa Família; o acordo de salvaguardas tecnológicas para Centro Espacial de Alcântara; concessões e leilões de portos, aeroportos, ferrovias e rodovias; a instalação do centro de dessalinização; estabelecimento do plano de governança e gestão de Estado; e a promulgação da Medida Provisória contra fraudes no INSS.
Ele citou também os encaminhamentos das propostas de reforma da previdência e do pacote de combate ao crime e à corrupção ao Congresso Nacional.
As medidas, segundo Rêgo Barros, fazem parte do compromisso do governo com a responsabilidade e austeridade fiscal ao governo, o desenvolvimento sustentável, a abertura de novos mercados, segurança jurídica para novos negócios, transparência e diplomacia sem amarras ideológicas. “E o nosso lema Mais Brasil, Menos Brasília configura um Estado mais enxuto e menos centralizador”, disse.
“O sucesso das ações realizadas nos primeiros 100 dias do governo, sob a liderança do presidente Jair Bolsonaro, ratificam o compromisso de transformar o Brasil", disse Rêgo Barros. " Estabelecemos 35 metas publicadas no documento Agenda de Cem Dias . Logramos conquistá-las, o que se configurou, portanto, no cumprimento da missão recebida. Estabelecemos como princípio basilar nesta caminhada servir aos mais de 200 milhões de brasileiros sem distinção alguma”.
Ana Cristina Campos
e Pedro Peduzzi
Repórteres da Agência Brasil - Brasilia
O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta manhã vários instrumentos de mudanças e novas políticas para o país, que fazem parte das ações de 100 dias de governo, celebrados hoje (11) em cerimônia no Palácio do Planalto. Entre eles, o que estabelece o 13º para o Bolsa Família, a Política Nacional de Alfabetização e a revogação de colegiados com a participação da sociedade civil no âmbito da administração pública federal.
Bolsonaro agradeceu à sua equipe o empenho nesses dias e reafirmou os compromissos do governo em trabalhar “com foco na valorização da família, nos valores cristãos, para uma educação de qualidade e sem viés ideológico”.
“Estamos buscando alavancar nossa economia com geração de emprego e renda, com desburocratização do Estado brasileiro, com aperfeiçoamento do pacto federativo, com um governo transparente e com critérios técnicos, com austeridade dos gastos públicos, sem com foco no melhor para o cidadão brasileiro”, disse.
Bolsonaro destacou o cumprimento de metas para esses 100 dias nas áreas social, de infraestrutura, econômica, institucional e ambiental, e o empenho do governo em aprovara a nova Previdência, “que tem especial papel no equilíbrio das contas públicas e futuros investimentos”. “Tivemos um intenso ritmo de trabalho nos 100 dias governo e continuamos empenhados nas melhores práticas de governança do Estado para que tenhamos uma nação mais justa, próspera e inovadora”.
Durante a cerimônia, o porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, elencou as principais tarefas realizadas pelo governo em seus primeiros 100 dias. Entre elas, a extinção de 21 mil cargos e funções gratificadas; regras mais rígidas para contratação de servidores; o 13° do Bolsa Família; o acordo de salvaguardas tecnológicas para Centro Espacial de Alcântara; concessões e leilões de portos, aeroportos, ferrovias e rodovias; a instalação do centro de dessalinização; estabelecimento do plano de governança e gestão de Estado; e a promulgação da Medida Provisória contra fraudes no INSS.
Ele citou também os encaminhamentos das propostas de reforma da previdência e do pacote de combate ao crime e à corrupção ao Congresso Nacional.
As medidas, segundo Rêgo Barros, fazem parte do compromisso do governo com a responsabilidade e austeridade fiscal ao governo, o desenvolvimento sustentável, a abertura de novos mercados, segurança jurídica para novos negócios, transparência e diplomacia sem amarras ideológicas. “E o nosso lema Mais Brasil, Menos Brasília configura um Estado mais enxuto e menos centralizador”, disse.
“O sucesso das ações realizadas nos primeiros 100 dias do governo, sob a liderança do presidente Jair Bolsonaro, ratificam o compromisso de transformar o Brasil", disse Rêgo Barros. " Estabelecemos 35 metas publicadas no documento Agenda de Cem Dias . Logramos conquistá-las, o que se configurou, portanto, no cumprimento da missão recebida. Estabelecemos como princípio basilar nesta caminhada servir aos mais de 200 milhões de brasileiros sem distinção alguma”.
quarta-feira, 10 de abril de 2019
Art & C produz campanha sobre os primeiros 100 dias do governo Fátima
O governo do Estado apresenta nesta quinta-feira, dia 11, a campanha publicitária elaborada pela Agência Art & C, para celebrar os primeiros 100 dias da gestão Fátima Bezerra.
Segundo antecipa a Assecom-RN, a campanha mostra "100 dias de muito trabalho e resultados".
A apresentação será feita às 16 horas, no auditório da Governadoria, no Centro Administrativo.
Abaixo, transcrevo a nota que me foi encaminhada pela ASSECOM via email:
São cem dias de negociações, parcerias, diálogos e muito trabalho que a governadora Fátima Bezerra e equipe têm realizado para alcançar as principais metas da Administração Pública Estadual, que são o equilíbrio financeiro e a recuperação econômica do Rio Grande do Norte. Nesta quinta-feira, 11, às 16h, a Assessoria de Comunicação do RN apresentará para público interno e imprensa a campanha “100 dias de muito trabalho e resultados”, produzida pela agência Art & C sobre os primeiros momentos da gestão atual.
Em seguida, a chefe do Poder Executivo Estadual e os secretários receberão a imprensa para uma Entrevista Coletiva em que abordarão as estratégias que resultaram na redução dos índices de criminalidade, folha de pagamento de 2019 em dia, economia de despesas, além do diálogo com as cadeias produtivas para promover desenvolvimento econômico, audiências em Brasília para dar andamento aos pleitos do RN, dentre outros temas.
Segundo antecipa a Assecom-RN, a campanha mostra "100 dias de muito trabalho e resultados".
A apresentação será feita às 16 horas, no auditório da Governadoria, no Centro Administrativo.
Abaixo, transcrevo a nota que me foi encaminhada pela ASSECOM via email:
São cem dias de negociações, parcerias, diálogos e muito trabalho que a governadora Fátima Bezerra e equipe têm realizado para alcançar as principais metas da Administração Pública Estadual, que são o equilíbrio financeiro e a recuperação econômica do Rio Grande do Norte. Nesta quinta-feira, 11, às 16h, a Assessoria de Comunicação do RN apresentará para público interno e imprensa a campanha “100 dias de muito trabalho e resultados”, produzida pela agência Art & C sobre os primeiros momentos da gestão atual.
Em seguida, a chefe do Poder Executivo Estadual e os secretários receberão a imprensa para uma Entrevista Coletiva em que abordarão as estratégias que resultaram na redução dos índices de criminalidade, folha de pagamento de 2019 em dia, economia de despesas, além do diálogo com as cadeias produtivas para promover desenvolvimento econômico, audiências em Brasília para dar andamento aos pleitos do RN, dentre outros temas.
terça-feira, 9 de abril de 2019
Dom Jaime vai com Fátima a Brasilia cobrar recursos para Barragem de Oiticica
O arcebispo metropolitano de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha, integra uma comissão de lideranças do Rio Grande do Norte que vai a Brasília, onde deve participar de reuniões, nestes dias 10 e 11 de abril, com o ministro do desenvolvimento regional, Gustavo Canuto, e, também, na Casa Civil. Além de Dom Jaime, integram a comissão, a governadora, Fátima Bezerra, outras lideranças políticas, representantes da justiça, Movimento dos Atingidos pela Barragem de Oiticica, DNOCS e Serviço de Apoio aos Projetos Alternativos Comunitários (SEAPAC) – entidade ligada à Igreja Católica.
A intenção do grupo é reivindicar recursos federais para a conclusão da construção da barragem, situada no município de Jucurutu. Segundo o engenheiro agrônomo, José Procópio de Lucena, da equipe do SEAPAC e um dos articuladores da comissão que vai a Brasília, as empresas envolvidas com a construção do complexo de Oiticica estão sem condições financeiras para pagamento de pessoal, fornecedores e manutenção de equipamentos. Por isso, reduziram o ritmo de trabalho, até o resultado destas reuniões que vão acontecer nestes dias 10 e 11 de abril, na capital federal. “Diante deste contexto, é necessário diálogo com o governo federal e estadual, bancada federal, agentes públicos e do desenvolvimento nacional e estadual, justiça, organizações da sociedade civil, que lutam em defesa dos direitos dos atingidos para encontrarem, de comum acordo, uma solução para a continuidade do complexo Barragem de Oiticica, tendo em vista as inúmeras e diversificadas oportunidades deste complexo para conviver com a semiaridez do Sertão potiguar e promover melhores condições de vida para as populações”, destaca Procópio Lucena.
De acordo com Procópio, para a execução do Complexo estão sendo investidos R$ 531 milhões, oriundos de recursos federais. A contrapartida do estado do Rio Grande do Norte é de R$ 19 milhões, totalizando em R$ 550 milhões o valor total da obra. “Neste momento existe um saldo de empenho em favor do DNOCS para a construção da barragem no valor de R$ 88 milhões, junto ao Ministério do Desenvolvimento Regional. Sem empenho ainda efetivado pelo DNOCS, existem R$ 72 milhões disponíveis, a partir de uma emenda coletiva da bancada federal do RN, na ordem de R$ 40 milhões e mais 32 milhões disponibilizado pela Lei Orçamentária Anual da União. Portanto não existe falta de orçamento para as atividades do complexo e, sim, a disponibilidade do financeiro”, explica Procópio Lucena. Atualmente, falta construir cerca de 30% da parte física da barragem.
Texto encaminhado pela PASCOM da Arquidiocese de Natal.
A intenção do grupo é reivindicar recursos federais para a conclusão da construção da barragem, situada no município de Jucurutu. Segundo o engenheiro agrônomo, José Procópio de Lucena, da equipe do SEAPAC e um dos articuladores da comissão que vai a Brasília, as empresas envolvidas com a construção do complexo de Oiticica estão sem condições financeiras para pagamento de pessoal, fornecedores e manutenção de equipamentos. Por isso, reduziram o ritmo de trabalho, até o resultado destas reuniões que vão acontecer nestes dias 10 e 11 de abril, na capital federal. “Diante deste contexto, é necessário diálogo com o governo federal e estadual, bancada federal, agentes públicos e do desenvolvimento nacional e estadual, justiça, organizações da sociedade civil, que lutam em defesa dos direitos dos atingidos para encontrarem, de comum acordo, uma solução para a continuidade do complexo Barragem de Oiticica, tendo em vista as inúmeras e diversificadas oportunidades deste complexo para conviver com a semiaridez do Sertão potiguar e promover melhores condições de vida para as populações”, destaca Procópio Lucena.
De acordo com Procópio, para a execução do Complexo estão sendo investidos R$ 531 milhões, oriundos de recursos federais. A contrapartida do estado do Rio Grande do Norte é de R$ 19 milhões, totalizando em R$ 550 milhões o valor total da obra. “Neste momento existe um saldo de empenho em favor do DNOCS para a construção da barragem no valor de R$ 88 milhões, junto ao Ministério do Desenvolvimento Regional. Sem empenho ainda efetivado pelo DNOCS, existem R$ 72 milhões disponíveis, a partir de uma emenda coletiva da bancada federal do RN, na ordem de R$ 40 milhões e mais 32 milhões disponibilizado pela Lei Orçamentária Anual da União. Portanto não existe falta de orçamento para as atividades do complexo e, sim, a disponibilidade do financeiro”, explica Procópio Lucena. Atualmente, falta construir cerca de 30% da parte física da barragem.
Texto encaminhado pela PASCOM da Arquidiocese de Natal.
Rô Medeiros pede doação de sangue
Iniciamos hoje uma importante campanha de doação de sangue em nome do Jornalista e Radialista, Rosenildo Medeiros dos Anjos (Rô Medeiros), paciente internado em Natal, que está necessitando fazer uso de transfusão de sangue no Hospital Rio Grande.
Lembrando aos doadores, que para a campanha pode ser qualquer tipo de sangue para doação, junto ao Banco de Sangue do HEMOVIDA, localizado na Avenida Nilo Peçanha, nº 199 no bairro Petrópolis, em Natal no horário das 7h30 às 17h. Telefone: (84) 3202-4289.
Para fazer a doação é necessário:
- Levar documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação);
- Ter entre 16 e 68 anos (os menores de 18 anos, somente acompanhados do responsável);
- Ter peso igual ou superior a 50 kg;
- Não estar em jejum completo;
- Ter dormido pelo menos seis horas na última noite;
- Não ter doado sangue nos últimos 60 dias.
Venha doar e salvar uma Vida!
Texto encaminhado em nome de Rô Medeiros.
Lembrando aos doadores, que para a campanha pode ser qualquer tipo de sangue para doação, junto ao Banco de Sangue do HEMOVIDA, localizado na Avenida Nilo Peçanha, nº 199 no bairro Petrópolis, em Natal no horário das 7h30 às 17h. Telefone: (84) 3202-4289.
Para fazer a doação é necessário:
- Levar documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação);
- Ter entre 16 e 68 anos (os menores de 18 anos, somente acompanhados do responsável);
- Ter peso igual ou superior a 50 kg;
- Não estar em jejum completo;
- Ter dormido pelo menos seis horas na última noite;
- Não ter doado sangue nos últimos 60 dias.
Venha doar e salvar uma Vida!
Texto encaminhado em nome de Rô Medeiros.
Sambadaboa. Bora?
Quando alguém te pergunta “Qual é a boa de hoje?” é porque todo mundo tá querendo saber onde tem festa de verdade, né? Tipo uma Sambada boa.
Samba da batucada boa com identidade negra e boa melodia, da boa curtição, boa conversa e boa risada, ou simplesmente de boa!
Sambadaboa é uma expressão que reproduz elementos sonoros parecidos com o verdadeiro batuque brasileiro, mas não é só isso! O repertório tem a essência de partido-alto. Canções de Candeia, Clementina de Jesus, Zeca Pagodinho, Dona Ivone Lara, Bezerra da Silva e ainda composições inéditas de maGodaSilva (voz, cavaquinho e violão).
Tem também alguns clássicos do cancioneiro popular de samba-canção sempre com aquela batida da boa. Na mesa estão: Chumbinho (cavaquinho e bandolim), David Silva (pandeiro) e Cabanhas (tantan e voz).
A cada show, é convidado um intérprete diferente que dá um colorido de vozes e alegria. Do terreiro ao pagode.
Vem sambar com a gente!
CONTATOS: Henrique Cavalcanti (84) 9 9937 0440 –
WhatsApp FACEBOOK: Maguinho Dasilva
E-MAIL: iiisso@hotmail.com
Samba da batucada boa com identidade negra e boa melodia, da boa curtição, boa conversa e boa risada, ou simplesmente de boa!
Sambadaboa é uma expressão que reproduz elementos sonoros parecidos com o verdadeiro batuque brasileiro, mas não é só isso! O repertório tem a essência de partido-alto. Canções de Candeia, Clementina de Jesus, Zeca Pagodinho, Dona Ivone Lara, Bezerra da Silva e ainda composições inéditas de maGodaSilva (voz, cavaquinho e violão).
Tem também alguns clássicos do cancioneiro popular de samba-canção sempre com aquela batida da boa. Na mesa estão: Chumbinho (cavaquinho e bandolim), David Silva (pandeiro) e Cabanhas (tantan e voz).
A cada show, é convidado um intérprete diferente que dá um colorido de vozes e alegria. Do terreiro ao pagode.
Vem sambar com a gente!
CONTATOS: Henrique Cavalcanti (84) 9 9937 0440 –
WhatsApp FACEBOOK: Maguinho Dasilva
E-MAIL: iiisso@hotmail.com
![]() |
| Mago da Silva numa Sambadadoa (Foto: Eduardo Alexandre Garcia) |
segunda-feira, 8 de abril de 2019
Prefeitos pedem prorrogação dos seus mandatos em nome da economia
Está em gestação uma mobilização de prefeitos propondo a prorrogação dos atuais mandatos municipais até 2022, diante da crise econômico-financeira que assola o país.
A Federação dos Municípios do Maranhão é quem está aparecendo à frente dessa mobilização, através do seu presidente Erlanio Xavier - segundo informa reportagem no portal O Imparcial, de São Luís.
De acordo com a reportagem, tal proposta já é objeto de uma proposta de emenda constitucional, apresentada pelo ex-senador Romero Jucá, atual presidente nacional do MDB.
CLIQUE AQUI para ler a íntegra da reportagem.
A Federação dos Municípios do Maranhão é quem está aparecendo à frente dessa mobilização, através do seu presidente Erlanio Xavier - segundo informa reportagem no portal O Imparcial, de São Luís.
De acordo com a reportagem, tal proposta já é objeto de uma proposta de emenda constitucional, apresentada pelo ex-senador Romero Jucá, atual presidente nacional do MDB.
CLIQUE AQUI para ler a íntegra da reportagem.
Tomba critica atitude de Fátima com relação aos atrasados
O presidente da Comissão de Finanças e Fiscalização da Assembleia Legislativa, deputado estadual Tomba Farias (PSDB), disse na tarde desta segunda-feira, durante entrevista ao programa “Hora Extra da Notícia”, na rádio 91,9 FM, que a governadora Fátima Bezerra (PT) “não tem o que comemorar”, ao completar os primeiros 100 dias de sua gestão. O parlamentar ressaltou que Fátima Bezerra não implementou as reformas necessárias para que o estado pudesse superar o quadro de crise em que se encontra.
“No meu entendimento, Fátima não tem o que comemorar. Ela está tentando por o seu governo em prática, mas não tem avançado, apesar da Assembleia Legislativa ter aprovado com celeridade a questão dos royalties para dar um conforto maior aos funcionários que estão com salário em atraso. Quando foi candidata ao governo, ela sabia que o Rio Grande do Norte estava com as folhas de pagamento atrasadas e portanto não tem o direito de questionar”, destacou.
Tomba Farias enfatizou que até o momento Fátima Bezerra não tomou “decisões duras e não cortou na própria carne” para equilibrar as finanças estaduais. “Quando fui prefeito de Santa Cruz por oito anos, tomei decisões impopulares, demiti funcionários, implantei o pagamento de IPTU e de outros impostos, fizeram passeata contra mim, mas dez meses depois tinha os recursos para começar a administrar a cidade para o povo pobre que precisava do meu governo, explicou.
O parlamentar destacou que a governadora do RN devia ter atuando no sentido de diminuir o tamanho da máquina pública. Além da federalização da Universidade do Rio Grande do Norte, o presidente da Comissão de Finanças e Fiscalização da Assembleia Legislativa, declarou que o governo do Estado deveria focar na venda de alguns ativos, como a Caern, o Centro de Convenções e até mesmo o prédio do Aero Clube.
“Vender apenas a conta única do estado e o recursos do royalties não são suficientes para fazer gerir o estado. Eu não tenho nada contra a UERN, mas é uma obrigação que custa muito caro para o governo do estado - R$ 350/ 380 milhões por ano. A quem está beneficiando o Aero Clube, que é um bem do estado? Dá certo o governo gerir o Centro de Convenções? Não dá. Se entregar para a iniciativa privada, o governo vai se ver livre das despesas e das contas, vai entrar um bom dinheiro e ter um novo administrador”, explicou.
Fonte: Assessoria de imprensa do deputado Tomba Farias
“No meu entendimento, Fátima não tem o que comemorar. Ela está tentando por o seu governo em prática, mas não tem avançado, apesar da Assembleia Legislativa ter aprovado com celeridade a questão dos royalties para dar um conforto maior aos funcionários que estão com salário em atraso. Quando foi candidata ao governo, ela sabia que o Rio Grande do Norte estava com as folhas de pagamento atrasadas e portanto não tem o direito de questionar”, destacou.
Tomba Farias enfatizou que até o momento Fátima Bezerra não tomou “decisões duras e não cortou na própria carne” para equilibrar as finanças estaduais. “Quando fui prefeito de Santa Cruz por oito anos, tomei decisões impopulares, demiti funcionários, implantei o pagamento de IPTU e de outros impostos, fizeram passeata contra mim, mas dez meses depois tinha os recursos para começar a administrar a cidade para o povo pobre que precisava do meu governo, explicou.
O parlamentar destacou que a governadora do RN devia ter atuando no sentido de diminuir o tamanho da máquina pública. Além da federalização da Universidade do Rio Grande do Norte, o presidente da Comissão de Finanças e Fiscalização da Assembleia Legislativa, declarou que o governo do Estado deveria focar na venda de alguns ativos, como a Caern, o Centro de Convenções e até mesmo o prédio do Aero Clube.
“Vender apenas a conta única do estado e o recursos do royalties não são suficientes para fazer gerir o estado. Eu não tenho nada contra a UERN, mas é uma obrigação que custa muito caro para o governo do estado - R$ 350/ 380 milhões por ano. A quem está beneficiando o Aero Clube, que é um bem do estado? Dá certo o governo gerir o Centro de Convenções? Não dá. Se entregar para a iniciativa privada, o governo vai se ver livre das despesas e das contas, vai entrar um bom dinheiro e ter um novo administrador”, explicou.
Fonte: Assessoria de imprensa do deputado Tomba Farias
![]() |
| Tomba Farias (à esquerda) no estúdio da FMI 91,9 - Natal-RN |
Assinar:
Postagens (Atom)






