quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Crianças cobram retomada das obras de escola paradas há 18 meses

Crianças da Comunidade Padre João Maria, próxima ao Aeroporto de São Gonçalo, cobram das autoridades a retomada da construção da escola que lhes prometeram e que estão paradas há 1 ano e 6 meses. CLIQUE AQUI e leia reportagem completa no jornal digital "Por dentro do RN".

Três padres pedem afastamento de suas paróquias em Natal

Três padres pediram afastamento de suas paróquias na Arquidiocese de Natal e tiveram seus pedidos aceitos pelo arcebispo Dom Jaime Vieira Rocha.
Dois continuam com uso de ordens - os padres Humberto Negreiros (Vila da Ponta Negra) e Tomaz Silveira Neto (Cidade Verde). O terceiro, Abelardo de Freitas Barros Neto (do Jardim Aeroporto) se afastará de suas funções ministeriais. CLIQUE AQUI para ler reportagem completa no jornal digital "Por dentro do RN".

FESA: XXV Festa Cigana será em outubro


Henrique nega retorno à militância no MDB

Em postagem no twitter, o ex-presidente da Câmara dos Deputados,
Henrique Eduardo Alves, afirma que a reconstrução de sua vida,
após as "injustiças sofridas", está sendo feita fora do viés partidário.

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Vem aí a Moto Romaria dos Mártires: dia 22


Volta ao rádio deixa Rô Medeiros feliz da vida

Afastado do rádio desde 2016, o comunicador Rô Medeiros anunciou que voltará no próximo sábado, dia 14, através da 97 FM.
Ele declarou que se encontra "feliz da vida". CLIQUE AQUI e leia reportagem completa no jornal digital "Por dentro do RN".

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Artigo de Paulo Afonso Linhares

DIABRURAS DO PRESIDENTE RICOCHETE

Paulo Afonso Linhares

Por décadas a fio, a criançada tupiniquim se encantava com um desenho animado da Hanna-Barbera (1964), “Ricochet Rabbit & Droop-a-Long” que, na língua de Graciliano, chamou-se “Coelho Ricochete & Blau Blau”. O Coelho Ricochete é um habilidoso xerife que faz coisas inimagináveis com armas de fogo e sempre derrota “os vagabundo” (sic, com esse erro de concordância, próprio da fala do presidente Bolsonaro...) do velho Oeste (nosso? Não, o norte-americano) e os confina em remotas “jails”, aquelas toscas prisões quase sempre vulneráveis a fugas puxadas a bananas de dinamite. O fiel escudeiro de Ricochete é um coiote idiota, do tipo “devagar quase parando”, chamado Blau Blau, porém, representa a voz da razão que é antípoda da emoção do chefe e repete, para o público infanto-juvenil, a saga cervanteana do cavaleiro Don Quijote de la Mancha e seu fiel escudeiro Sancho Panza.
Estas lambanças juvenis se encaixam numa reflexão, posto que perfunctória, da realidade brasileira nos nove meses iniciais do governo Bolsonaro, levando-se em consideração, sobretudo, as falas performáticas do próprio presidente através de redes sociais ou por meio de entrevistas não programadas que concede a ‘focas’ acampados na saída do Palácio do Alvorada. Esse improvisos presidenciais, verdadeiros tiroteios para todos os lados, têm causado estragos políticos enormes, interna e externamente. Usando uma linguagem bem senso comum e raciocínios tacanhos, Bolsonaro discorre sobre assuntos que, pela liturgia do cargo importante que ocupa, nem deveria fazê-lo.
No mundo civilizado, os tais “negócios de Estado” são tratados segundo modelos (talvez “protocolos” até seja o termo mais adequado) estabelecidos ao longo de muitos séculos de vivência em cortes palacianas, sedes de governo e se repetem, com mudanças inevitáveis e adaptações às peculiaridades de cada contexto histórico, em todos os países que têm estruturas de poder organizadas. Em suma, os Estados e seu líderes devem pautar-se por regras gerais de convívio social e da boa educação, que demarcam o que podem ou não fazer, como devem proceder diante de certas circunstâncias etc.  Alguém que exerça relevante cargo em um país (rei, presidente ou primeiro-ministro) não deve se imiscuir em questões da política interna de outro país ou destratar pessoalmente liderança política de país estrangeiro com o qual mantém relações diplomáticas.
Já tivemos alguns presidentes estabanados, a exemplo de Jânio Quadros, que governou o Brasil após brilhante eleição ocorrida em 1960. Certa vez, quando interpelado por uma jornalista a respeito de sua opinião sobre os homossexuais e foi chamado de "você", Jânio respondeu na bucha: “Intimidade gera aborrecimentos ou filhos. Como não quero aborrecimentos com a senhora, e muito menos filhos, trate-me por Senhor!” Sobre a sua renúncia à presidência da República, Jânio Quadros fez várias declarações desconcertantes, em 25 de agosto de 1961: “A conspiração está em marcha, mas vergar, eu não vergo!” (durante o café da manhã); “Comunico aos senhores que renuncio, hoje, à Presidência da República” (em reunião com os chefes da Casa Civil e da Casa Militar); “Ajustem o novo Brasil às exigências do Brasil novo. Com esse Congresso, eu não posso governar” (com os três ministros militares); “[Brasília] Cidade amaldiçoada, espero nunca mais vê-la” (quando ia embarcar para São Paulo, após a renúncia).     
No ciclo de governos militares (1964-1985), contabilize-se apenas a figura desajeitada do general João Batista Figueiredo na presidência da República 1979-1985), que, todavia, disse apenas poucas frase desastradas que ganharam repercussão na imprensa brasileira. Registrou o jornal Folha de São Paulo (edição de 17/02/1995): “Em 9 de outubro de 1979, o então presidente João Baptista Figueiredo foi surpreendido por 90 alunos de escolas das cidades-satélites de Brasília, que tinham ido conhecer o Planalto. Quando a professora se afastou um pouco do grupo que cercava Figueiredo, um menino de 10 anos perguntou: ‘Presidente, como o sr. se sentiria se fosse criança e seu pai ganhasse salário mínimo?’ Figueiredo respondeu: “Eu dava um tiro no coco.” Na época, o mínimo em São Paulo era de Cr$ 2.268,00 (US$ 76). Em seguida, Figueiredo tentou consertar: “Eu trabalharia para ajudar meu pai.” Então foi a vez de uma menina de 9 anos: “Presidente, por que a panela do pobre está sempre cheia de ilusão?” E Figueiredo: “Eu pretendo melhorar isso baixando o custo de vida”. Noutro momento, segundo registro em livro de Eduardo Bueno (Ed. Ática, ISBN 8508082134, 9788508082131) disse o então presidente João Figueiredo num infeliz desabafo: “Prefiro cheiro de cavalo do que cheiro de povo. Não posso obrigar o povo a gostar de mim. Sou o que sou, não vou mudar para que o povo goste.” Último presidente da ditadura miliar, Figueiredo disse que “quem for contra a abertura, eu prendo e arrebento” e, quando deixou o poder, declarou melancólico: "Peço ao povo que me esqueça." 
O presidente Bolsonaro, em pouco mais de oito meses de presidência da República, bateu todos os recordes de múltiplas quebras de muitos dos protocolos que conformam a liturgia do poder, seja no âmbito interno seja no plano internacional. Ele produz em um dia mais estultices que Jânio Quadros e o general Figueiredo produziram em todo o tempo que foram  inquilinos do Palácio da Alvorada.  
Em resumo, Bolsonaro, filhos e agregados, já destrataram muitas instituições e pessoas do seu país, inclusive, importantes aliados políticos e colaboradores do governo. E mais: achando pouco, agem como irrefreável bulldozer a pisotear instituições e autoridades estrangeiras, tarefa, aliás, a que se tem dedicado pessoalmente Jair Bolsonaro ao dizer coisas grosseiras, desrespeitosas à dignidade das pessoas, quase sempre gratuitamente agressivas e não menos inimagináveis; certamente acredita que o fato de ter ‘capturado’ a presidência da República lhe dá a condição de dizer o que vem às ventas. E diz, doa a quem doer, lasque a quem possa lascar, em “França, Europa ou Bahia”, como se dizia antigamente.
Peitou a Alemanha e sua primeira-ministra; desancou a Noruega; meteu a chibata na França, fez chacota do presidente Macron e destratou a primeira-dama francesa; na defesa (intromissão indevida e errônea) do argentino Maurício Macri, Bolsonaro tem batido com força na dupla Alberto Fernández/Cristina Kirchner, candidatos à presidência e a vice da Argentina na eleição de outubro. E se as urnas confirmarem a grande derrota que Macri teve nas eleições “Primárias Abertas Simultâneas e Obrigatórias” (cuja sigla é significativamente PASO, o mesmo que “passo” em português), realizadas em 11 de agosto de 2019, quando recebeu apenas 31,79% do votos contra 47,78% dados a Fernández, numa diferença de quase 16 pontos percentuais? Pesquisas de opinião recentemente publicadas apontam um crescimento de Fernández para 51,5% contra 34, 9% de Macri. 
Um provável vitória de Fernández/Kirchner certamente criará um ambiente péssimo no Mercosul e, particularmente, com o maior parceiro comercial e vizinho do Brasil, que é a Argentina. Rivalidade boba, só no futebol, até pouco tempo. Agora, literalmente Bolsonaro se meteu de modo indevido numa briga do vizinho e isso terá consequências nefastas no campo das relações diplomáticas e econômicas dos dois países.
O mais constrangedor é perceber que Bolsonaro não sabe separar o que se refere à sua pessoa e o que é Estado brasileiro. Veja-se, por exemplo, as agressões gratuitas e despropositadas que dirigiu recentemente contra a Srª Michelle Bachelet, Alta-Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos e ex-presidente do Chile, acusada de defender "direitos humanos de vagabundos" porque revelou, em relatório do órgão que dirige, estatísticas sobre o crescimento dos assassinatos praticados pelas polícias do Rio de Janeiro e de São Paulo. Nem o nome da dama Bolsonaro soube pronunciar: chamou-a de Michelle “Baquelê”, como se pronuncia o “ch” em italiano, que tem som de “qu”, todavia, o sobrenome Bachelet é de origem francesa, onde o “ch” equivale ao “ch” em português (de “chinês”, “chinelo”, “cachorro” etc). 
Bolsonaro achou pouco esse escorrego e deu uma desastrada declaração sobre o pai da ex-presidente, brigadeiro Alberto Bachelet, assassinado no começo da ditadura chilena implantada pelo general Augusto Pinochet, em 1973, acusando-o e à própria Bachelet de serem “comunistas”, algo absolutamente inverídico, bizarro e desumano, segundo publicação da revista Época (edição de 08/09/2019), Bolsonaro afirmou: “o ‘Chile não virou Cuba’ nos anos 70 porque o general Augusto Ramón Pinochet ‘derrotou a esquerda em 1973, entre esses comunistas seu pai, militar na época’. Pano rápido e não menos vexatório.
 Esse esbirro tipicamente bolsonariano, estarreceu a opinião pública mundial e, em particular, agrediu o povo chileno. Mesmo o atual presidente daquele país, Sebastián Piñera, adversário político da Srª Bachelet e próximo de Bolsonaro em razão do credo direitista que ambos professariam, dizendo-se comprometido com a democracia e os direitos humanos de todas as épocas e em todas as circunstâncias, ademais de ser contra as ditaduras do passado e do presente, concluiu que “não compartilha absolutamente da alusão feita pelo presidente Bolsonaro em relação à ex-presidente do Chile e, especialmente, em um tema tão doloroso como a morte de seu pai”. 
Depois do presidente Piñera, os partidos políticos e lideranças de todas as extrações político-ideológicas entenderam a fala de Bolsonaro como uma enorme afronta ao povo e ao Estado chileno, indignação traduzida nas palavras do senador José Miguel Insulza, que também foi secretário-geral da OEA, quando declarou que o presidente brasileiro “demonstrou uma capacidade impressionante para insultar pessoas” e que é uma “vergonha para a região”.
E seguirá o presidente Ricochete com seus insultos, a torto e a direito. Sua próximas vítimas poderão ser o papa Francisco, o Dalai Lama, o imperador do Japão, o primeiro-ministro do Canadá, o rei da Espanha, o senador Pepe Mujica ou o presidente da Itália. É só sair da convalescença de mais uma cirurgia, Bolsonaro e sua metralhadora giratória entrarão em modo operação. E haja estrago. Lastimavelmente, Bolsonaro é Ricochete sem as ponderações de Blau Blau. Bem que, num dado momento, o vice-presidente Mourão quis fazer esse papel, mas, levou grosso chumbo verbal dos filhos do capitão, Carluxo à frente, bem como do próprio Bolsonaro: sabiamente, Mourão “puxou o carro” e ficou no modo de espera, estilo Marco Maciel quando vice de FHC (1995-2003). O presidente Ricochete continuará solto na buraqueira do Planalto Central. Bing, bing, bing!


sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Nova carteira de estudante será distribuída de graça

Projeto anunciado pelo presidente Bolsonaro cria uma nova carteira estudantil, com validade em todo o país, e que será distribuída sem custar nada para os estudantes. Quem não dispõe de conexão com a Internet pegará o documento nas agências da Caixa, a custo zero. Quem tem conexão pegará a carteira pelo celular. A medida ainda precisa ser aprovada pelo Congresso. A nova carteira não elimina, nem proíbe as que são emitidas por entidades estudantis. CLIQUE AQUI e leia reportagem completa no jornal digital "Por dentro do RN".

Fátima decreta redução da receita dos municípios do RN

Com uma canetada, a governadora Rosalba Ciarlini mudou o nome do PROADI para PROEDI e criou uma nova sistemática para o incentivo à geração de emprego. A medida traz um resultado imediato e trágico para os municípios: cai a receita do ICMS. É um caso típico de querer tirar diploma de enforcada com o pescoço dos outros. CLIQUE AQUI e leia reportagem completa no jornal digital "Por dentro do RN"

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Óbitos no trânsito de Natal cairam 41% em 2018, diz a STTU

A STTU está empolgada para o desfile do próximo dia 7, após divulgar que o número de óbitos no trânsito de Natal foi reduzido em 41% no último ano. E mais: A meta é chegar a zero acidentes com vítimas fatais. CLIQUE AQUI e leia reportagem completa no jornal digital "Por dentro do RN".

ABC e América no "Super Matutão", sugere Rubinho

O jornal digital "Por dentro do RN" está repercutindo comentário do jornalista Rubens Lemos Filho, na Tribuna do Norte, propondo à FNF abrir espaço para ABC, América, Alecrim, Globo, Potiguar e Baraúnas possam disputar o "Super Matutão" a ser realizado este ano. CLIQUE AQUI e leia o texto integral da repercussão.

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Ação da PF contempla Natal, São Gonçalo e mais 4 municípios

A operação deflagrada nesta terça-feira, 3, pela Polícia Federal no RN contra lideranças de facções criminosas se desenvolve em 6 municípios - Natal, Mossoró, Extremoz, São Gonçalo, Ceará-Mirim e Pau dos Ferros.
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Prefeito de Macaíba falta ao debate sobre Bela Vista

O prefeito de Macaíba, Fernando Cunha, foi o grande ausente da audiência pública promovida na noite dessa segunda-feira, 2, sobre a situação "nem/nem" da comunidade de Bela Vista: nem Macaíba, nem Parnamirim.
Promovida pela Assembleia Legislativa, a audiência foi no auditório do Parque de exposições Aristófanes Fernandes.
Leia reportagem completa no jornal digital "Por dentro do RN".

domingo, 1 de setembro de 2019

Governo Fátima levou "tapa-buracos" a 11 municípios até agosto

O DER distribuiu relise afirmando que, sob o governo Fátima, as operações tapa-buracos são feitas com mais amplitude que nas gestões anteriores. Nos primeiros oito meses foram contempladas 6 RNs, beneficiando, além de Natal (estrada da Redinha), os seguintes municípios:
Acari, Cruzeta, Caicó - RN 228
Caicó e São João do Sabugi - RN 118
Mossoró e Caraúbas - RN 117 
Parelhas e Santana do Seridó - RN 086 e 
Currais Novos e Lagoa Nova - RN 041.
Ou seja: Se esse ritmo for mantido, em quatro anos, não chegará à metade do Estado.
CLIQUE AQUI e leia reportagem completa no jornal digital "Por centro do RN"

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Saraiva Sobrinho anuncia sede regional da Esmarn em Mossoró

O desembargador Saraiva Sobrinho visitou em Mossoró o local onde será construída a futura sede regional da Esmarn. Será instalada num anexo do Forum Silveira Martins. CLIQUE AQUI e leia reportagem no jornal digital "Por dentro do RN"

Saiba o que sua cidade precisa pra se beneficiar do projeto contra a criminalidade

Com base em informações do Ministério da Justiça e da Segurança Pública, o jornal digital "Por dentro do RN" publica completa reportagem sobre o Projeto Piloto de Combate à Criminalidade Violenta. O RN ficou de fora. Nessa fase inicial entra apenas um Estado de cada Região: Para, no Norte; Goiás, no Centro-Oeste; Pernambuco, no Nordeste; Paraná, no Sul; e Espírito Santo, no Sudeste. Apenas uma cidade de Estado. CLIQUE AQUI para a reportagem completa.

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Sete detentos aderem à "Remição pela leitura" em Macaíba

Sete detentos do Centro de Detenção Provisória de Macaíba formam a primeira turma dos que buscam remição de suas penas através da leitura. O "Projeto Remição pela leitura" foi lançado nesta quarta-feira, em solenidade que teve a presença do juiz Felipe Barros, do defensor público Eduardo Brasil, do diretor do CDP, Silva Moura e das professoras Natália Araújo de Souza e Marineide Maria da Silva. CLIQUE AQUI e leia reportagem completa no jornal digital "Por dentro do RN".

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Renda da Caminhada destina-se a Hospital em SGA e Liga Contra o Câncer (Natal)

A Caminhada da Solidariedade do próximo dia 1º terá renda em benefício do Hospital Belarmina Monte, em São Gonçalo, e a Liga Norte-rio-grandense contra o Câncer (Natal) - informou a Arquidiocese de Natal, segundo reportagem no jornal digital "Por dentro do RN".
Foto: Brunno Antunes/Pascom-Natal/Arquivo.
Para ler a reportagem, CLIQUE AQUI.
Lembrança da Caminhada de 2017