Em 1998, quando o ex-colega de profissão que optou pela Medicina, Ricardo Curioso, diagnosticou o câncer que acabara de atacar o meu palato, imaginei que, diante da agressividade da doença, com muita sorte, chegaria aos 60 anos. Eu estava com 53.
Hoje estou caminhando para 82. Chegarei lá? Só Deus sabe.
Não posso deixar de ser muito grato pela sobrevida que me está sendo proporcionada. Não me canso de repetir várias vezes por dia: "Obrigado, Senhor", na convicção de que estou correspondendo a esta verdadeira bênção "sem preço".
Claro que desde aquele ano, não passou um dia sem que eu tenha externado minha gratidão ao pai celestial pelo médicos a cujo cuidados me encaminhou.
Glória a Deus.
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