quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Ferramenta criada na UFRN monitora deputados

Uma ferramenta criada por um aluno da UFRN, Rayland Matos Magalhães, do curso de Estatística, permite acompanhar os gatos dos parlamentares com recursos públicos. É muito simples: basta acessar o link e clicar o nome do parlamentar que quiser fiscalizar.
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Eleição em Ceará-Mirim não terá propaganda em Rádio e TV

A propaganda eleitoral, inclusive de rua, para a eleição suplementar de prefeito e vice, em 1º de dezembro, começa no dia 2 de novembro. Não será permitida propaganda paga ou gratuita em emissoras de rádio e de TV.
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terça-feira, 17 de setembro de 2019

Câmara de Natal vai celebrar o Dia Mundial da Paz

Uma sessão solene, às 18h30, do dia 19, na Câmara Municipal de Natal, vai celebrar a passagem do Dia Mundial da Paz, por iniciativa do vereador Fúlvio Saulo, do Solidariedade.
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Novo projeto de ressocialização de jovens é testado em Mossoró

A Fundase-RN está testando um novo projeto de terapia ocupacional junto a adolescentes privados da liberdade em Mossoró. A iniciativa contra com o apoio da IUfersa e da Diocese de Mossoró.
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sábado, 14 de setembro de 2019

Garoto de São Gonçalo, já no Grêmio, é contratado pela Nike

O garoto São Gonçalense, de 13 anos, Camilo, levado pelo Grêmio de Porto Alegre para suas divisões de base, acaba de ser contratado pelo Nike. CLIQUE AQUI e leia reportagem completa no jornal digital "Por dentro do RN".

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Acalanto promove palestra sobre apadrinhamento de crianças

Hélcio Pacheco - Jornalista

Às vésperas do mês das crianças, surge uma nova proposta do Grupo de Apoio à Adoção Projeto Acalanto Natal. Junta-se agora ao Ministério Público do Rio Grande do Norte, à Corregedoria Geral de Justiça do RN, à OAB Rio Grande do Norte, à Prefeitura do Natal e ao Grupo Afeto de Apoio à Adoção para fazer o lançamento do Projeto Padrinhos.
O Acalanto, junto com os demais parceiros, realiza, amanhã, dia 14, uma palestra sobre o Projeto de Apadrinhamento. O evento acontece no Auditório da Procuradoria Geral da Justiça, das 14 às 18 horas, na rua Promotor Manoel Alves Pessoa Neto, 97, em Candelária.

MOTIVAÇÃO       
Muitas pessoas têm dúvidas se adotam uma criança ou não. Enquanto isso, crianças permanecem nas casas de acolhimento aguardando pais adotivos. Alguns deles crescem e chegam à fase adulta sem nenhum vínculo familiar. Pensando numa alternativa, o Acalanto e seus parceiros está lançam o Projeto Padrinhos.
       
Para a voluntária do Acalanto Marília do Vale, o objetivo é garantir uma forma de dar apoio às crianças e adolescentes que permanecem nas instituições de acolhimento enquanto os pais adotivos não vêm. Dar afeto e as crianças se sentirem acolhidas é uma maneira de garantir os direitos fundamentais para o desenvolvimento humano.
Ela explica que quem quer apadrinhar uma criança tem três opções: um padrinho afetivo é aquele que dá apoio familiar sem se tornar pai adotivo. O padrinho profissional vai proporcionar um serviço em seu campo profissional. Ele pode ser pessoa física ou jurídica. E o padrinho provedor se responsabiliza desde material escolar, prática esportiva e até assistência médica.
Existe um formulário para quem tem interesse em apadrinhar uma criança ou adolescente das casas abrigos de Natal: http: //euexisto.tjrn.jus.br/pt/apadrinhamento.

GRUPO ACALANTO
O grupo Acalanto é uma Organização Não Governamental que surgiu em Natal há 23 anos e vem se preocupando com milhares de crianças e adolescentes que aguardam uma adoção no Brasil, e que age a fim de transformar a vida de dessas crianças e adolescentes acolhidos aqui no Rio Grande do Norte. 
Com mais de 1000 adoções já realizadas, o Acalanto Natal preocupa-se com a quantidade de crianças que vivem em casas de apoio da justiça. Muitas atividades são realizadas para sensibilizar e orientar às famílias que querem adotar. Essas iniciativas vão desde chás beneficentes a encontros, eventos em shoppings, tudo para dar mais visibilidade ao trabalho de convencimento às pessoas que desejam adotar uma criança.

Hoje nas casas abrigo o número de adolescentes que esperam um pai e uma mãe chega à cerca de 50 disponíveis para adoção. O Projeto de Apadrinhamento é uma alternativa para dar mais apoio e acalentar o sonho de jovens que necessitam de afeto, carinho e superar o abandono.

Para mais informações, procurar Marília do Vale pelo fone (84) 98117-8037.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Crianças cobram retomada das obras de escola paradas há 18 meses

Crianças da Comunidade Padre João Maria, próxima ao Aeroporto de São Gonçalo, cobram das autoridades a retomada da construção da escola que lhes prometeram e que estão paradas há 1 ano e 6 meses. CLIQUE AQUI e leia reportagem completa no jornal digital "Por dentro do RN".

Três padres pedem afastamento de suas paróquias em Natal

Três padres pediram afastamento de suas paróquias na Arquidiocese de Natal e tiveram seus pedidos aceitos pelo arcebispo Dom Jaime Vieira Rocha.
Dois continuam com uso de ordens - os padres Humberto Negreiros (Vila da Ponta Negra) e Tomaz Silveira Neto (Cidade Verde). O terceiro, Abelardo de Freitas Barros Neto (do Jardim Aeroporto) se afastará de suas funções ministeriais. CLIQUE AQUI para ler reportagem completa no jornal digital "Por dentro do RN".

FESA: XXV Festa Cigana será em outubro


Henrique nega retorno à militância no MDB

Em postagem no twitter, o ex-presidente da Câmara dos Deputados,
Henrique Eduardo Alves, afirma que a reconstrução de sua vida,
após as "injustiças sofridas", está sendo feita fora do viés partidário.

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Vem aí a Moto Romaria dos Mártires: dia 22


Volta ao rádio deixa Rô Medeiros feliz da vida

Afastado do rádio desde 2016, o comunicador Rô Medeiros anunciou que voltará no próximo sábado, dia 14, através da 97 FM.
Ele declarou que se encontra "feliz da vida". CLIQUE AQUI e leia reportagem completa no jornal digital "Por dentro do RN".

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Artigo de Paulo Afonso Linhares

DIABRURAS DO PRESIDENTE RICOCHETE

Paulo Afonso Linhares

Por décadas a fio, a criançada tupiniquim se encantava com um desenho animado da Hanna-Barbera (1964), “Ricochet Rabbit & Droop-a-Long” que, na língua de Graciliano, chamou-se “Coelho Ricochete & Blau Blau”. O Coelho Ricochete é um habilidoso xerife que faz coisas inimagináveis com armas de fogo e sempre derrota “os vagabundo” (sic, com esse erro de concordância, próprio da fala do presidente Bolsonaro...) do velho Oeste (nosso? Não, o norte-americano) e os confina em remotas “jails”, aquelas toscas prisões quase sempre vulneráveis a fugas puxadas a bananas de dinamite. O fiel escudeiro de Ricochete é um coiote idiota, do tipo “devagar quase parando”, chamado Blau Blau, porém, representa a voz da razão que é antípoda da emoção do chefe e repete, para o público infanto-juvenil, a saga cervanteana do cavaleiro Don Quijote de la Mancha e seu fiel escudeiro Sancho Panza.
Estas lambanças juvenis se encaixam numa reflexão, posto que perfunctória, da realidade brasileira nos nove meses iniciais do governo Bolsonaro, levando-se em consideração, sobretudo, as falas performáticas do próprio presidente através de redes sociais ou por meio de entrevistas não programadas que concede a ‘focas’ acampados na saída do Palácio do Alvorada. Esse improvisos presidenciais, verdadeiros tiroteios para todos os lados, têm causado estragos políticos enormes, interna e externamente. Usando uma linguagem bem senso comum e raciocínios tacanhos, Bolsonaro discorre sobre assuntos que, pela liturgia do cargo importante que ocupa, nem deveria fazê-lo.
No mundo civilizado, os tais “negócios de Estado” são tratados segundo modelos (talvez “protocolos” até seja o termo mais adequado) estabelecidos ao longo de muitos séculos de vivência em cortes palacianas, sedes de governo e se repetem, com mudanças inevitáveis e adaptações às peculiaridades de cada contexto histórico, em todos os países que têm estruturas de poder organizadas. Em suma, os Estados e seu líderes devem pautar-se por regras gerais de convívio social e da boa educação, que demarcam o que podem ou não fazer, como devem proceder diante de certas circunstâncias etc.  Alguém que exerça relevante cargo em um país (rei, presidente ou primeiro-ministro) não deve se imiscuir em questões da política interna de outro país ou destratar pessoalmente liderança política de país estrangeiro com o qual mantém relações diplomáticas.
Já tivemos alguns presidentes estabanados, a exemplo de Jânio Quadros, que governou o Brasil após brilhante eleição ocorrida em 1960. Certa vez, quando interpelado por uma jornalista a respeito de sua opinião sobre os homossexuais e foi chamado de "você", Jânio respondeu na bucha: “Intimidade gera aborrecimentos ou filhos. Como não quero aborrecimentos com a senhora, e muito menos filhos, trate-me por Senhor!” Sobre a sua renúncia à presidência da República, Jânio Quadros fez várias declarações desconcertantes, em 25 de agosto de 1961: “A conspiração está em marcha, mas vergar, eu não vergo!” (durante o café da manhã); “Comunico aos senhores que renuncio, hoje, à Presidência da República” (em reunião com os chefes da Casa Civil e da Casa Militar); “Ajustem o novo Brasil às exigências do Brasil novo. Com esse Congresso, eu não posso governar” (com os três ministros militares); “[Brasília] Cidade amaldiçoada, espero nunca mais vê-la” (quando ia embarcar para São Paulo, após a renúncia).     
No ciclo de governos militares (1964-1985), contabilize-se apenas a figura desajeitada do general João Batista Figueiredo na presidência da República 1979-1985), que, todavia, disse apenas poucas frase desastradas que ganharam repercussão na imprensa brasileira. Registrou o jornal Folha de São Paulo (edição de 17/02/1995): “Em 9 de outubro de 1979, o então presidente João Baptista Figueiredo foi surpreendido por 90 alunos de escolas das cidades-satélites de Brasília, que tinham ido conhecer o Planalto. Quando a professora se afastou um pouco do grupo que cercava Figueiredo, um menino de 10 anos perguntou: ‘Presidente, como o sr. se sentiria se fosse criança e seu pai ganhasse salário mínimo?’ Figueiredo respondeu: “Eu dava um tiro no coco.” Na época, o mínimo em São Paulo era de Cr$ 2.268,00 (US$ 76). Em seguida, Figueiredo tentou consertar: “Eu trabalharia para ajudar meu pai.” Então foi a vez de uma menina de 9 anos: “Presidente, por que a panela do pobre está sempre cheia de ilusão?” E Figueiredo: “Eu pretendo melhorar isso baixando o custo de vida”. Noutro momento, segundo registro em livro de Eduardo Bueno (Ed. Ática, ISBN 8508082134, 9788508082131) disse o então presidente João Figueiredo num infeliz desabafo: “Prefiro cheiro de cavalo do que cheiro de povo. Não posso obrigar o povo a gostar de mim. Sou o que sou, não vou mudar para que o povo goste.” Último presidente da ditadura miliar, Figueiredo disse que “quem for contra a abertura, eu prendo e arrebento” e, quando deixou o poder, declarou melancólico: "Peço ao povo que me esqueça." 
O presidente Bolsonaro, em pouco mais de oito meses de presidência da República, bateu todos os recordes de múltiplas quebras de muitos dos protocolos que conformam a liturgia do poder, seja no âmbito interno seja no plano internacional. Ele produz em um dia mais estultices que Jânio Quadros e o general Figueiredo produziram em todo o tempo que foram  inquilinos do Palácio da Alvorada.  
Em resumo, Bolsonaro, filhos e agregados, já destrataram muitas instituições e pessoas do seu país, inclusive, importantes aliados políticos e colaboradores do governo. E mais: achando pouco, agem como irrefreável bulldozer a pisotear instituições e autoridades estrangeiras, tarefa, aliás, a que se tem dedicado pessoalmente Jair Bolsonaro ao dizer coisas grosseiras, desrespeitosas à dignidade das pessoas, quase sempre gratuitamente agressivas e não menos inimagináveis; certamente acredita que o fato de ter ‘capturado’ a presidência da República lhe dá a condição de dizer o que vem às ventas. E diz, doa a quem doer, lasque a quem possa lascar, em “França, Europa ou Bahia”, como se dizia antigamente.
Peitou a Alemanha e sua primeira-ministra; desancou a Noruega; meteu a chibata na França, fez chacota do presidente Macron e destratou a primeira-dama francesa; na defesa (intromissão indevida e errônea) do argentino Maurício Macri, Bolsonaro tem batido com força na dupla Alberto Fernández/Cristina Kirchner, candidatos à presidência e a vice da Argentina na eleição de outubro. E se as urnas confirmarem a grande derrota que Macri teve nas eleições “Primárias Abertas Simultâneas e Obrigatórias” (cuja sigla é significativamente PASO, o mesmo que “passo” em português), realizadas em 11 de agosto de 2019, quando recebeu apenas 31,79% do votos contra 47,78% dados a Fernández, numa diferença de quase 16 pontos percentuais? Pesquisas de opinião recentemente publicadas apontam um crescimento de Fernández para 51,5% contra 34, 9% de Macri. 
Um provável vitória de Fernández/Kirchner certamente criará um ambiente péssimo no Mercosul e, particularmente, com o maior parceiro comercial e vizinho do Brasil, que é a Argentina. Rivalidade boba, só no futebol, até pouco tempo. Agora, literalmente Bolsonaro se meteu de modo indevido numa briga do vizinho e isso terá consequências nefastas no campo das relações diplomáticas e econômicas dos dois países.
O mais constrangedor é perceber que Bolsonaro não sabe separar o que se refere à sua pessoa e o que é Estado brasileiro. Veja-se, por exemplo, as agressões gratuitas e despropositadas que dirigiu recentemente contra a Srª Michelle Bachelet, Alta-Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos e ex-presidente do Chile, acusada de defender "direitos humanos de vagabundos" porque revelou, em relatório do órgão que dirige, estatísticas sobre o crescimento dos assassinatos praticados pelas polícias do Rio de Janeiro e de São Paulo. Nem o nome da dama Bolsonaro soube pronunciar: chamou-a de Michelle “Baquelê”, como se pronuncia o “ch” em italiano, que tem som de “qu”, todavia, o sobrenome Bachelet é de origem francesa, onde o “ch” equivale ao “ch” em português (de “chinês”, “chinelo”, “cachorro” etc). 
Bolsonaro achou pouco esse escorrego e deu uma desastrada declaração sobre o pai da ex-presidente, brigadeiro Alberto Bachelet, assassinado no começo da ditadura chilena implantada pelo general Augusto Pinochet, em 1973, acusando-o e à própria Bachelet de serem “comunistas”, algo absolutamente inverídico, bizarro e desumano, segundo publicação da revista Época (edição de 08/09/2019), Bolsonaro afirmou: “o ‘Chile não virou Cuba’ nos anos 70 porque o general Augusto Ramón Pinochet ‘derrotou a esquerda em 1973, entre esses comunistas seu pai, militar na época’. Pano rápido e não menos vexatório.
 Esse esbirro tipicamente bolsonariano, estarreceu a opinião pública mundial e, em particular, agrediu o povo chileno. Mesmo o atual presidente daquele país, Sebastián Piñera, adversário político da Srª Bachelet e próximo de Bolsonaro em razão do credo direitista que ambos professariam, dizendo-se comprometido com a democracia e os direitos humanos de todas as épocas e em todas as circunstâncias, ademais de ser contra as ditaduras do passado e do presente, concluiu que “não compartilha absolutamente da alusão feita pelo presidente Bolsonaro em relação à ex-presidente do Chile e, especialmente, em um tema tão doloroso como a morte de seu pai”. 
Depois do presidente Piñera, os partidos políticos e lideranças de todas as extrações político-ideológicas entenderam a fala de Bolsonaro como uma enorme afronta ao povo e ao Estado chileno, indignação traduzida nas palavras do senador José Miguel Insulza, que também foi secretário-geral da OEA, quando declarou que o presidente brasileiro “demonstrou uma capacidade impressionante para insultar pessoas” e que é uma “vergonha para a região”.
E seguirá o presidente Ricochete com seus insultos, a torto e a direito. Sua próximas vítimas poderão ser o papa Francisco, o Dalai Lama, o imperador do Japão, o primeiro-ministro do Canadá, o rei da Espanha, o senador Pepe Mujica ou o presidente da Itália. É só sair da convalescença de mais uma cirurgia, Bolsonaro e sua metralhadora giratória entrarão em modo operação. E haja estrago. Lastimavelmente, Bolsonaro é Ricochete sem as ponderações de Blau Blau. Bem que, num dado momento, o vice-presidente Mourão quis fazer esse papel, mas, levou grosso chumbo verbal dos filhos do capitão, Carluxo à frente, bem como do próprio Bolsonaro: sabiamente, Mourão “puxou o carro” e ficou no modo de espera, estilo Marco Maciel quando vice de FHC (1995-2003). O presidente Ricochete continuará solto na buraqueira do Planalto Central. Bing, bing, bing!


sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Nova carteira de estudante será distribuída de graça

Projeto anunciado pelo presidente Bolsonaro cria uma nova carteira estudantil, com validade em todo o país, e que será distribuída sem custar nada para os estudantes. Quem não dispõe de conexão com a Internet pegará o documento nas agências da Caixa, a custo zero. Quem tem conexão pegará a carteira pelo celular. A medida ainda precisa ser aprovada pelo Congresso. A nova carteira não elimina, nem proíbe as que são emitidas por entidades estudantis. CLIQUE AQUI e leia reportagem completa no jornal digital "Por dentro do RN".

Fátima decreta redução da receita dos municípios do RN

Com uma canetada, a governadora Rosalba Ciarlini mudou o nome do PROADI para PROEDI e criou uma nova sistemática para o incentivo à geração de emprego. A medida traz um resultado imediato e trágico para os municípios: cai a receita do ICMS. É um caso típico de querer tirar diploma de enforcada com o pescoço dos outros. CLIQUE AQUI e leia reportagem completa no jornal digital "Por dentro do RN"

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Óbitos no trânsito de Natal cairam 41% em 2018, diz a STTU

A STTU está empolgada para o desfile do próximo dia 7, após divulgar que o número de óbitos no trânsito de Natal foi reduzido em 41% no último ano. E mais: A meta é chegar a zero acidentes com vítimas fatais. CLIQUE AQUI e leia reportagem completa no jornal digital "Por dentro do RN".

ABC e América no "Super Matutão", sugere Rubinho

O jornal digital "Por dentro do RN" está repercutindo comentário do jornalista Rubens Lemos Filho, na Tribuna do Norte, propondo à FNF abrir espaço para ABC, América, Alecrim, Globo, Potiguar e Baraúnas possam disputar o "Super Matutão" a ser realizado este ano. CLIQUE AQUI e leia o texto integral da repercussão.

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Ação da PF contempla Natal, São Gonçalo e mais 4 municípios

A operação deflagrada nesta terça-feira, 3, pela Polícia Federal no RN contra lideranças de facções criminosas se desenvolve em 6 municípios - Natal, Mossoró, Extremoz, São Gonçalo, Ceará-Mirim e Pau dos Ferros.
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Prefeito de Macaíba falta ao debate sobre Bela Vista

O prefeito de Macaíba, Fernando Cunha, foi o grande ausente da audiência pública promovida na noite dessa segunda-feira, 2, sobre a situação "nem/nem" da comunidade de Bela Vista: nem Macaíba, nem Parnamirim.
Promovida pela Assembleia Legislativa, a audiência foi no auditório do Parque de exposições Aristófanes Fernandes.
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