O @ifrn_sga foi território da diversidade, espaço de resistência e de contribuição dos povos originários.
Foi um dia inteiro de ações educativas para estudantes, professores e comunidade; Rodas de conversas, pintura corporal e cinema.
O marco desse ato político iniciou-se pela manhã, com o plantio do Baobá na área externa do Campus, onde de mãos dadas nos reunimos em torno dessa árvore símbolo do povo africano e de nossa força ancestral.
O plantio foi um momento de conexão com a natureza, com nossos antepassados e de valorização da história afro-indígena brasileira.
Isso é um tipo de experiência que deve ser diária na vida dos estudantes e educadores. E não apenas como ações específica em datas do calendário. Precisamos de práticas reais que estejam incorporadas ao currículo e aos planos didáticos.
A educação afro-indígena é um direito e deve ser efetivada como lei. É o que está determinado na 11.645/08 e precisa ser cumprida.
O Abril Indígena foi uma oportunidade para essa reflexão, mostrando a importância dos valores humanos e artísticos dos povos originários como expressão de construção e conhecimento.
Por isso, agradecemos a todos e todas que tornaram esse reencontro tão potente, educativo e memorável.
Somos raízes! Arco e flecha 🏹
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