quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Rogério assina pedido de CPI da Petrobras

A oposição deu entrada nesta terça-feira (3) no pedido de criação de Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara Federal para investigar as irregularidades na Petrobras. O requerimento recebeu 186 assinaturas, entre elas a do deputado federal Rogério Marinho, presidente de honra do PSDB no Rio Grane do Norte. O tucano potiguar também já assinou a documentação para o início das investigações no BNDES, setor elétrico e nos fundos de pensão.

O colegiado dará continuidado aos trabalhos da CPI Mista de 2014. O pedido foi feito no mesmo dia em que a provável demissão de Graça Foster, presidente da estatal, começou a ser alardeada pela imprensa. A saída de Foster  é considerada pelos tucanos “demorada” e “tardia.

"Todos os brasileiros estão estarrecidos com a forma como a Petrobras vem sendo destruída nos últimos anos pelo governo do PT. A sequência de denúncias, a quantidade de desvios, propinas, o tamanho do prejuízo acumulado pela nossa maior estatal é absurdo. Enquanto isso, o povo brasileiro é castigado com aumento da gasolina. É o estelionato eleitoral, típico o PT", disse Rogério. 

A CPI Mista da Petrobras deve retomar as investigações iniciadas em maio do ano passado, quando a oposição conseguiu vencer a resistência do Palácio do Planalto e instituir um colegiado formado por deputados e senadores para apurar o gigantesco esquema de corrupção que tomou de assalto a estatal. Os trabalhos foram encerrados em dezembro de 2014 com os governistas dispostos a evitar qualquer desgaste para a presidente Dilma Rousseff e seus aliados.

“A companhia que é o grande orgulho dos brasileiros vem experimentando vultosos prejuízos, em decorrência de operações que chegam a ser escandalosas, de tão mal concebidas. Sobre algumas delas se levanta, inclusive, a suspeita de que tenham sido realizadas com objetivos espúrios”, justifica o documento assinado por líderes da oposição. O colegiado será composto por 25 membros titulares e 25 suplentes e funcionará por 120 dias. O foco dos trabalhos será nos ilícitos cometidos na estatal entre 2005 e 2015.
Texto e foto encaminhados pela Assessoria do deputado Rogério Marinho.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Câmara vota PEC do Orçamento impositivo no dia 10

Reunido esta tarde com o presidente Eduardo Cunha, o Colégio de Líderes da Câmara dos Deputados marcou para a próxima terça-feira, dia 10, a votação, em 2º turno, da PEC do Orçamento impositivo.
A matéria já foi aprovada no Senado Federal.

Rua do Canaã, em São Gonçalo, recebe pavimentação

A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura, está realizando a obra de calçamento da Rua Oiteiro, localizada na comunidade Canaã. A pavimentação executada pelo método convencional tem uma extensão de 4.600 metros e um investimento de recursos próprios da ordem de R$ 182 mil. A ação do município vai beneficiar dezenas de famílias que residem na região, além de ser uma rua estratégica, que futuramente vai integrar o anel viário de acesso ao distrito conhecido por “Oiteiros” e a comunidade Canaã.

Fotos (de Raphael Santos) e texto encaminhados pela Secretaria Municipal de Comunicação

Zé Dias declara-se usado por Robinson no caso dos Fundos Previdenciários

O deputado estadual José Dias (PSD) acusou o governador do RN, Robinson Faria, de tê-lo usado no episódio em que a Assembléia Legislativa aprovou a fusão dos fundos Previdenciários a fim de permitir a utilização de seus recursos fora de sua real finalidade.
Foi o uso desses recursos que permitiu a Robinson pagar em dia o salário de janeiro.
Segundo o deputado José Dias, usar esses recursos para o pagamento de despesas alheias ao seu verdadeiro objetivo constitui "um saque contra o futuro do Rio Grande do Norte".
De acordo com José Dias, para conseguir que a Assembleia aprovasse a fusão dos fundos previdenciários no finalzinho da Legislatura passada, o governador Robinson Faria negociou com o então presidente da Assembleia, Ricardo Motta, em três ocasiões:
- Uma vez na governadoria e duas na minha residência - detalhou o deputado.
Essas afirmações constam da entrevista coletiva que José Dias concedeu segunda-feira, dia 2.
Foi nessa entrevista que o deputado anunciou o seu rompimento com o governador, justificando a atitude com a seguinte afirmação:
- Não poderia acreditar que Robinson me utilizasse como instrumento tão baixo de enganar os outros.
CLIQUE AQUI para ler o texto integral da entrevista.

Eduardo Cunha prioriza orçamento impositivo

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Discurso de posse de Ezequiel como presidente da AL-RN

Na antiguidade, os deuses do Monte Olimpo diziam que os homens tinham um grande defeito: a ingratidão.
Este defeito eu não tenho. Sei agradecer.
Quero portanto, agradecer em primeiro lugar, não aos deuses do Monte Olimpo, mas ao meu senhor meu Deus e meu Pai, que me iluminou e me deu muita fé e coragem para disputar esta eleição: combati o bom combate, venci, e guardei a fé.
Agradeço a todos, desde a dona Joaquina de Touros que me telefonou dizendo “não voto Deputado, mas rezo diariamente à virgem mãe de Deus pela sua vitória”. Aos meus colegas Deputados, a todos os 23 pares, aos que não votaram em mim e em dobro mil vezes aos que me elegeram presidente da Casa do Povo e de José Augusto.
Ao meu pai, a minha mãe, a minha mulher e ao meu filho João Ezequiel, que nas lágrimas derramadas, no franzir das testas e sobretudo nas angustias dos sonhos, me deram força e me enrijeceram para vencer esta luta.
           Hoje o dia é outro e na repetição de todos os dias passados, revejo meu pai Ezequiel Ferreira de Souza há 40 anos deixando a presidência desta casa. 
E no outro dia na multiplicação de todos os dias, assumo esta presidência.
É o dia da casa de José Augusto, que em vida pregou a disputa, mas arguia a conciliação, pregou o contraditório, mas sobressaia a democracia.
Este será o meu caminho, estes serão os meus alvos. Esta será a luta desta casa.
Obrigado. 
Natal-RN, 2 de fevereiro de 2015 
Deputado Ezequiel Ferreira

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Emposssada a nova bancada potiguar na Câmara

Walter Alves (PMDB), Rafael Motta (PROS), Fábio Faria (PSD), Zenaide Maia (PR), Felipe Maia (DEM), Rogério Marinho (PSDB) e Beto Rosado (PP) foram empossados neste domingo (1º) como integrantes da bancada do RN na Câmara dos Deputados. 
A solenidade foi comandada pelo deputado Miro Teixeira (PROS-RJ.
Durante a sessão solene, Miro Teixeira leu o termo de compromisso que deverá ser cumprido pelos parlamentares durante os quatro anos da legislatura.  Em seguida, todos os 513 deputados, entre eles Rafael Motta, foram chamados para ratificar o compromisso com a população do país de manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil.
No Senado, assumiu a senadora Fátima Bezerra, do PT.
Rafael Motta com a mãe Cristina, a namorada Raíssa
e os tios Fernando Huete, Maria Regina e Adriana Motta.

Felipe Maia
Fábio Faria presta juramento
Walter Alves e o pai, senador Garibaldi Filho
Jácome com a família: 
Edna Gomes e os filhos Ana Helbani e Antônio Helbert
Foto: JNeto - Café Desing
Com o marido, prefeito Jaime Calado, sua mãe e seus 
fllhos, a deputada Zenaide Maia recebe amigos

Artigo de Paulo Linhares

LEIS: PUBLIQUE-SE E DESCUMPRA-SE
Paulo Afonso Linhares 
Se é bem certo que as boas leis nascem dos maus costumes, segundo afirmativa de Ambrosius Aurelius Theodosius Macrobius, escritor, filósofo e filólogo romano, autor dasSaturnais e do Comentário ao Sonho de Cipião (“Leges bonae malis ex moribus procreantur”-  Saturnalia 3,17,10), é igualmente verdadeiro que péssimas leis podem nascer de boa intenções, a exemplo daquela que, no Brasil, pune severamente os motoristas que dirigem automóveis sob efeito de bebidas alcoólicas, mesmo em ínfimas quantidades. A tolerância (quase) zero dessa Lei, o seu radicalismo, faz com que ela tenha dificuldade de ser cumprida, criando uma enorme insegurança jurídica para as pessoas, sobretudo, diante da dificuldade se saber por quanto tempo perduram os efeitos da ingestão de bebidas alcoólicas no organismo. 
Outro exemplo é a chamada Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar n.º 135/2010), cujo escopo é o de proibir que políticos condenados em decisões colegiadas de segunda instância possam ser candidatos a cargos eletivos. Claro, as motivações dessa Lei são excepcionais, mormente num país em que a corrupção é epidêmica e aparece sob as mais diversas formas, contaminando toda a superestrutura estatal. Em especial, ela se manifesta com muita força nos processos eleitorais, sob forma de abuso do poder econômico ou do poder político. Todavia, a Lei da Ficha Limpa tem perigosos efeitos colaterais, começando por vulnerar inapelavelmente o princípio da presunção da inocência (ou princípio da não-culpabilidade, como quer parte da doutrina jurídica brasileira) plasmado no artigo 5º, inciso LVII, da Constituição Federal, quando preceitua que "ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória". Ocorre que o Supremo Tribunal Federal, na condição de interprete maior da Constituição, emprestou interpretação extensiva à Lei da Ficha Limpa e chancelou a sua constitucionalidade. Embora isto não encerre a discussão, fato é que no plano institucional vige a radicalismo extremado e não menos ingênuo que trouxe a lume essa lei que faria corar o próprio arconte Drácon. 
Assim, tanto poderá ser um “ficha suja” alguém que impõe gravíssimas lesões ao patrimônio público através de desatinados atos de corrupção, quanto algum gestor (público) cujas contas sejam rejeitadas pelos órgãos de controle externo da Administração (leiam-se tribunais de contas) em razão de pequenos e banais erros facilmente sanáveis e o que é melhor: na maioria das vezes eles em nada prejudicam o ente público, apenas refletindo um exagerado apego ao formalismo jurídico, em que certas regras e até exponenciais  princípios do direito são erroneamente tomados “ao pé da letra”, isto é são frutos de interpretações literais que jamais contempla aquilo que os doutrinadores chamam de “espírito da lei”    (ou mens legis, do latim). 
Outro exemplo aberrante: a disseminação de equipamentos de fiscalização eletrônica do tráfego de veículos automotores, nas vias urbanas e nas rodovias, os denominados “pardais”, que são instalados com o objetivo claro de apenas extorquir pesadas multas dos cidadãos que, em face das difíceis condições impostas aos condutores de veículos, torna-se quase impossível que a lei não seja violada. Enfim, os “pardais”  não visam educar o cidadão no cumprimento das normas específicas do trânsito, mas, torna-lo um contumaz violador dessas normas e sujeito às suas sanções.

Lastimavelmente, são leis feitas na intenção clara de tornar difícil o seu cumprimento; um intuito perverso está embutido em toda a extensão da norma, tudo bem na contramão da conhecida pregação de Marco Túlio Cícero ao defender que as leis foram criadas para a segurança dos cidadãos e para a manutenção dos estados (“Leges ad civium salutem, civitatumque incolumitatem conditae sunt” – cf. Cícero, De Legibus 2.11), jamais para os propósitos de ludibriar, espoliar, iludir e extorquir do cidadão. No Brasil, essa prática de fazer leis para serem descumpridas já se incorporou à tradição jurídico-política desta nação. Lamentável.

sábado, 31 de janeiro de 2015

Vice Miss Amazonas não aceita derrota e arranca a Coroa da campeã

Revista RN nº 11 já na Internet

Destaques da edição, nº 11 da revista RN:


VAI COMEÇAR O JOGO: deputados e senadores serão empossados neste domingo

Entrevista GENIVAN VALE - Silveira Jr. tem sido igual, ou até pior que os demais;

Diz, Aí, com o deputado Kelps Lima;

Especial - Macau: Carnaval multicultural promete ser o maior de todos os tempos;

Turismo: Turismo religioso mobiliza cerca de 18 milhões de brasileiros;

Ana Cadengue no quadro “Por Elas”;

Túlio Ratto, Sávio Hackradt, Rubens Lemos, Tio Colorau, Raildon Lucena, Luis Fausto, chargista Brito e muito, muito  mais!

Para acessar, CLIQUE AQUI.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Henrique diz que gerações aprenderam política com Besouro

O deputado Henrique Eduardo Alves registrou há pouco, em sua conta no twitter, o falecimento de Assis Araújo (conhecido carinhosamente por Assis Besouro), ocorrido nesta quinta-feira:
- Faleceu Assis Besouro. Muitos e muitos anos dedicado à atividade política, discreto, confiável, nos bastidores do bem. Gerações aprenderam com ele - destacou Henrique.
Numa segunda nota, o presidente da Câmara dos Deputados transmitiu votos de pesar ao vereador natalense Klaus Araújo e demais familiares.
Klaus é filho de Besouro. O velório será no Morada da Paz, em Emaús.

Morre o assessor político Assis Besouro

Fiquei sabendo agora: Morreu o assessor político Assis Besouro. Trabalho na assessoria de várias lideranças políticas do Estado, entre elas o falecido senador Jessé Freire.
A notícia me veio através da nota de de pesar (transcrita abaixo) assinada pelo deputado Betinho Rosado, chamando a atenção para o fato de que a morte de Besouro ocorre no dia em que o seu filho - Klaus Araújo - assume o mandato de vereador em Natal.
A nota de Betinho Rosado vai abaixo transcrita:

NOTA DE PESAR

Solidários ao vereador Klaus Araújo (PP), que no dia de sua posse na Câmara de Natal perdeu seu pai, o assessor político Francisco de Assis Araújo, manifestamos nossos votos de pesar, estendendo-os aos familiares e amigos do conhecido Assis Besouro.

Que todos sejam confortados na fé, esperança e na certeza de que Besouro, que por tantos anos acompanhou a política do Rio Grande do Norte de perto, hoje estaria feliz ao ver ser filho empossado parlamentar efetivo.

Que seus feitos durante esta passagem o coloque em um grande estado de paz e serenidade.

Betinho Rosado
Presidente do PP-RN

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Garoto de 15 anos, aluno do Salesiano, chega à UFRN via SISU

O aluno Luís Augusto de Oliveira, de apenas 15 anos, é um garoto como qualquer outro de sua idade. Gosta de estar com os amigos, praticar karatê, ouvir música e assistir televisão. A diferença é que mesmo com tão pouca idade e ainda cursando o 9º ano do Ensino Fundamental no colégio Salesiano São José, Luís Augusto foi aprovado em 19º lugar no curso de Engenharia de Produção na UFRN. O resultado do SISU pegou Luís e sua família de surpresa.

“Fiquei muito surpreso com a aprovação porque nem conheço pessoas do Ensino Fundamental que conseguem passar na UFRN. Apesar de não estudado especificamente para o Enem, eu sempre fui muito estudioso e mantenho o costume de revisar diariamente as matérias que vejo na escola. Estou muito feliz e a minha família, minha grande incentivadora, também!”, contou Luís, que decidiu não recorrer à Justiça para conseguir a vaga na Universidade.

Ele ainda não sabe que profissão quer seguir no futuro, mas seu histórico escolar mostra os resultados de uma excelente preparação desde sua base. Aluno do Salesiano há muitos anos, Luís foi aprovado no Instituto Federal do Rio Grande do Norte – IFRN, mas optou por continuar na escola. No ano passado, ele foi campeão da Olimpíada Nacional de Matemática e campeão estadual Olimpíadas de Informática, Química e Física. Também ganhou duas medalhas de ouro e duas de prata nos Jogos Escolares do RN – JERNS.

Para os que irão se submeter ao Enem este ano, Luís dá um conselho: “Para se dar bem num exame como este, precisamos ter uma visão de mundo ampla. Eu gosto de estar por dentro de tudo e assisto desde programas infantis a documentários. Minha dica é estudar sempre, mesmo antes do ano do exame, e se manter organizado. Importante também tentar manter a calma e não se desesperar”.
Texto e foto encaminhados pela Fácil Comunicação.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Matriz de São Pedro, em Natal, empossa seu pároco

O Padre Francisco de Assis Mota será empossado como novo pároco da Igreja Matriz de São Pedro, no Alecrim, no próximo dia 6 de fevereiro. A cerimônia será presidida pelo Arcebispo de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha, com início às 19h30. 
Padre Francisco é natural de Patos, na Paraíba, e se dedica à vida religiosa desde 2001. Ele cursou Filosofia no Instituto Salesiano de Filosofia e Teologia no Instituto Franciscano de Teologia de Olinda.
Texto e ilustrações encaminhados pela Fácil Comunicação.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Robinson exalta o fechamento da residência oficial

Sempre que pode o governador Robinson Faria e seus seguidores exaltam o fato de ter anunciado o fechamento da "residência oficial" e, como consequência, o fim das elevadas despesas com a sua manutenção.
Sem dúvida, é, em si, uma atitude de austeridade se, realmente, se concretizar durante todo o mandato.
Até porque, seria difícil explicar como um cidadão com grande patrimônio pessoal, sendo eleito governador, ainda quisesse exigir que, além do salário, o Estado ainda arcasse com as suas despesas familiares - residência, alimentação, água, luz, telefone e gasolina.
Para se ter uma ideia do patrimônio do governador, segundo divulgado na época da campanha, num único condomínio ele possui mais de 80 apartamentos.

Robinson emite nota sobre aumento do seu salário

Com relação à reportagem 13 ESTADOS AUMENTAM SALÁRIOS DO PRIMEIRO ESCALÃO DO GOVERNO, publicada no Estado de São Paulo deste domingo, 25, o Governador Robinson Faria esclarece que o salário do Rio Grande do Norte é o quarto menor da lista de treze, levantada pelo jornal.  

O aumento em questão foi definido em dezembro de 2013, na gestão passada, por meio de um Projeto de Lei aprovado pela Assembleia Legislativa, equiparando o salário do chefe do Executivo Potiguar ao dos seus correlatos em outras unidades da Federação.

Com relação ao reajuste dos salários dos secretários de Estado, o Governador ressalta que foi o único caminho encontrado para atrair bons quadros técnicos e montar, assim, uma equipe comprometida com o novo projeto de modernização da maquina pública para desenvolver o estado do Rio Grande do Norte.

O Governador ressalta ainda que está adotando medidas de contenção de despesas tais como a extinção da Residência Oficial do Governador e dos custos que ela representava,  a revisão de contratos e o enxugamento  da máquina pública para reduzir gastos e aumentar o percentual de investimentos em áreas prioritárias como segurança, saúde e educação.


Estado
Governador
Vencimento
Paraná
Beto Richa
R$ 33,8 mil
Mato Grosso do Sul
Reinaldo Azambuja
R$ 32,4 mil
Roraima
Suely Campos
R$ 30,9 mil
Paraíba
Ricardo Coutinho
R$ 29,6 mil
Piauí
Wellington Dias
R$ 26 mil
Rio Grande do Sul
José Ivo Sartori
R$ 25,3 mil
Rondônia
Confúcio Moura
R$ 25,3 mil
Goiás
Marconi Perillo
R$ 25 mil
Bahia
Rui Costa
R$ 22,4 mil
Rio Grande do Norte
Robinson Faria
R$ 22 mil
São Paulo
Geraldo Alckmin
R$ 21,6 mil
Mato Grosso
Pedro Taques
R$ 20,3 mil
Ceará
Camilo Santana
R$ 16,7 mil
Fonte: Estado de São Paulo
Texto e gráfico encaminhado pela Secretaria estadual de Comunicação.

Abertos festejos em homenagem a São Gonçalo

O prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado, participou ontem (23) do início das festividades em comemoração ao padroeiro São Gonçalo. 
Ao lado da primeira dama do município e deputada federal diplomada, Zenaide Maia e do presidente da Fundação Cultural Dona Militana, Flávio Henrique, prestigiou a alvorada festiva nas primeiras horas da manhã.
Na programação religiosa da noite, Jaime acompanhou a novena de São Gonçalo e a missa celebrada pelo padre André Martins. 
As outras autoridades presentes na celebração foram o vice-prefeito Poti Neto e os vereadores Geraldo Veríssimo e Valda Siqueira.
Fotos (de Isaías Carlos e Allany Fernandes) e texto encaminhados pela Secretaria Municipal de Comunicação.


Artigo de Paulo Linhares

PARTIDOS: NOVA SOLUÇÃO 
PARA VELHOS PROBLEMAS?

Paulo Afonso Linhares

O Amazonas jamais seria o rio-mar que é não fossem tantos afluentes que lhe engrossam o enorme caudal rumo ao Oceano Atlântico; divorciado dos tantos afluentes não passaria o grande Amazonas de um fiozinho d’água que jamais percorreria os 6.992 Km entre a nascente, na encosta do Nevado Mismi, na Cordilheira dos Andes, no Peru, até chegar a sua foz, com 300 km de largura, no grande Delta do Amazonas, entre os estados do Amapá e do Pará. A imagem desse colosso da natureza vem à mente quando se faz um paralelo entre o fenômeno hidrológico da formação de um rio com as trajetórias de determinadas instituições políticas,  cuja fragilidade está na razão direta de sua pulverização.

A pulverização dos Municípios brasileiros - atualmente são 5.570 municípios em todo território nacional, com enormes disparidades quanto ao tamanho territorial  e à densidade populacional -  não deixa de ser certamente a principal causa de enfraquecimento das instituições políticas do poder local. Sobretudo, não se pode afastar a ideia de que o Município representa uma unidade político-econômica dotada de autonomia e de governo próprio, principalmente com o status conferido pelos constituintes de 1988 que, num crasso e lastimável erro, o incluíram no rol dos entes federativos, pois, a “união indissolúvel” referida no art. 1º, caput, da Constituição Federal, deveria ser apenas dos Estados e Distrito Federal. Municípios formam os Estados federados e, por isto, não podem a estes ser equiparados, na esteira do pensamento de José Afonso da Silva que  defende vigorosamente que o constituinte originário se equivocou quando inseriu o Município do rol dos entes federativos, porquanto não se concebe essas unidade de poder local  como parte da Federação, porém, seria mero ente político-administrativo, algo como uma extensão dos Estados-membros.

Contudo, a questão crucial dos Municípios brasileiros não é essa definição de sua natureza de ente federativo ou não, mesmo porque o constituinte de 1988, certo ou errado, resolveu a questão: o Município é sim ente federativo, circunstância esta reconhecida pelo constitucionalista Paulo Bonavides quando ressalta que “[...] Não conhecemos uma única forma de união federativa contemporânea onde o princípio da autonomia municipal tenha alcançado grau de caracterização política e jurídica tão alto e expressivo quanto aquele que consta da definição constitucional do novo modelo implantado no País com a Carta de 1988”. O maior problema é mesmo a fragilidade dos Municípios diante da enorme pulverização dos recursos a eles destinados, ademais das dificuldades de exercer com plenitude as prerrogativas de auto-governo e auto-organização, por carência de meios e recursos, as quais podem ser superadas com soluções politicamente criativas, como é o caso dos convênios intermunicipais: um Município de per si talvez não possa desenvolver e executar certas ações administrativas, porém, associado a outros, de preferência seu vizinhos,  pode consegui-lo e em benefício de todos os Municípios conveniados.

Essa ideia de associação de esforços para atingir objetivos comuns pode ser empregada, também, ao partido político que, na atual feição jurídico-institucional é “pessoa jurídica de direito privado, destina-se a assegurar, no interesse do regime democrático, a autenticidade do sistema representativo e a defender os direitos fundamentais definidos na Constituição Federal”, conforme definição contida do art. 1º, da Lei nº 9.096, de 19 de setembro de 1995. É como houve uma enorme pulverização de partidos políticos neste país, sob a égide da ordem constitucional vigente. Com efeito, atualmente existem 32 partidos políticos no Brasil e mais um cujo registro aguarda decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Uma enorme "sopa de letrinhas" difícil de ser digerida pelo comum dos cidadãos.  

Entretanto, essa postura associativista preconizada no art. 17 da vigente Carta Política tem favorecido enormemente a criação de partidos políticos sem maior marcação ideológica e sem representatividade social: alguns são apenas expressões da esperteza (no sentido de “velhaco”) de seus fundadores que neles veem um “meio de vida”;  uma sigla partidária como espaço para negociatas e vis trapaças, sem falar no rico "dinheirinho" do Fundo Partidário (os partidos receberam, no ano 2014, os R$ 286,2 milhões destinados ao Fundo Partidário), que terminam por irrigar os bolsos desse espertalhões.

Houvesse vontade política de fortalecer as estruturas partidárias, bastaria a imposição de cláusulas de barreira que, na definição do Senado Federal   a  “também conhecida como cláusula de exclusão ou cláusula de desempenho, é uma norma que impede ou restringe o funcionamento parlamentar ao partido que não alcançar determinado percentual de votos” (disponível em: <http://bit.ly/1L5hnXz> acesso em 19 jan 2015).  Aprovada pelo Congresso em 1995, para ter validade nas eleições de 2006,  a cláusula de barreira foi tida como inconstitucional pela unanimidade dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), sob o argumento de que prejudicaria os pequenos partidos. Aliás, a norma aprovada estabelecia que os partidos com menos de 5% dos votos nacionais não teriam direito a representação partidária, nem poderiam indicar titulares para as comissões das duas Casas do Congresso, incluindo CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito). Igualmente não teriam direito à liderança ou cargos nas mesas diretoras na Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Ademais dessas restrições, não fariam jus aos recursos do Fundo Partidário e teriam com tempo restrito de propaganda eleitoral em rede nacional de rádio e de TV. Esse óbice da inconstitucionalidade poderia ser contornado com a Reforma Política tão esperada, porquanto essa cláusula de exclusão passaria a ser radicada no próprio texto da vigente Constituição.

Enquanto essa reforma não vem há outros modos de fortalecer os partidos políticos, a exemplo da iniciativa do Partido Socialista Brasileiro-PSB, Partido Popular Socialista-PPS, Partido Verde-PV e o Solidariedade-SDD, que estão na oposição ao governo Dilma e que pretendem atuar em conjunto, como se um só partido fossem, ou como definem seus líderes “uma federação de partidos”, com estatuto próprio e atuação unificada em todo o país. Pode funcionar bem. Não há impedimento legal para que isto ocorra. Que isto sirva para fortalecer os partidos políticos. E torná-los partícipes do processo de formulação das grandes linhas da política brasileira, papel que jamais desempenharam.


Agora é torcer para que essa experiência pioneira possa dar bons resultados.  Para isso acontecer é preciso que muitos dos atuais paradigmas  sejam quebrados. E que o fortalecimento dos partidos possa banir muitos dos vícios arraigados da velha política brasileira. A criação de mecanismos políticos do porte dessa "federação" de partidos agora tentada, poderá ser um grande passo, se for bem sucedida nas eleições municipais de 2016, quando sabidamente prevalecerão a interesses municipais na formação das alianças políticas, quase sempre diferenciados das alianças regionais e mais ainda das nacionais. O mais difícil será quando militantes de dois ou mais partidos da tal "federação" (cuja denominação ainda sequer foi anunciada) quiserem levar adiante candidaturas individuais do PSB, PV, PPS ou SDD. Ora, se as decisões partidárias em regras são olvidadas por seus militantes, imagine-se as oriundas de um movimento político informal. Aliás, Num país sem tradição de fidelidade partidária, essa experiência aponta para um grande desafio a ser superado. Uma arriscada aposta que, espera-se, vença a democracia brasileira.

Henrique sobre Aloysio Campos da Paz: "Uma vida comprometida com a solidariedade"

Li, agora, no site da amiga Thaisa Galvão, a nota de pesar emitida pelo presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, sobre a morte do médico Aloysio Campos da Paz, diretor da Rede Sarah de Hospitais.
A nota tem o seguinte teor:

“Quero manifestar meus sentimentos pelo falecimento neste domingo (25) do médico Aloysio Campos da Paz Júnior, fundador da Rede Sarah de hospitais. Um homem que durante toda a sua vida foi comprometido com a solidariedade. Sempre desenvolveu seu trabalho na Medicina com obstinação e competência.
A Rede Sarah de hospitais, referência mundial na reabilitação de politraumatizados e pacientes com dificuldades de locomoção, se confundiu com sua vida. Sempre imprimiu à sua atuação uma dedicação exemplar – característica que se tornou a marca de toda a rede.
Nos 54 anos em que esteve na direção do grupo de hospitais, Campos da Paz assegurou atendimento a milhares de pessoas sempre calcado no princípio de que cada paciente sempre tinha um potencial de recuperação.
Assim, é com grande tristeza que compartilho o momento de dor pelo qual familiares e amigos passam com a perda desse grande homem. A saúde do Brasil perde um dos seus principais arquitetos.
Henrique Eduardo Alves
Presidente da Câmara dos Deputados"

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Henrique recebe homenagem de aposentados da UFRN

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, foi homenageado na manhã desta sexta-feira (23), em Natal, por professores aposentados da UFRN pelo apoio prestado durante o andamento da ação dos precatórios. Na ocasião, Alves recebeu uma placaassinada pelas entidades de representação da categoria, incluindo o Sindicato, a Adurn e a Apurn. 

A solenidade de entrega ocorreu no Centro de Convivência da UFRN com a presença da reitora da instituição, Ângela Paiva; do ministro do TST, Emmanoel Pereira; dos médicos Paulo Xavier e Ivo Barreto; do vereador de natal e professor Joanilson de Paula Rego; dos professores aposentados e ativos, além dos presidentes da Apurn, professor Freitas, e da Adurn, professora Ângela.


Como agradecimento pelo gesto dos aposentados e suas instituições representativas, Henrique Eduardo destacou que cumpriu o seu dever como representante do povo potiguar e destacou que a vitória conquistada pelos professores junto ao Poder Judiciário constituiu o endosso da Justiça à luta dos trabalhadores para a recuperação de perdas importantes em seus vencimentos, como consequências de planos econômicos de diferentes governos.