Numa audiência que a Promotoria do Meio-Ambiente promoveu ontem entre a Urbana e a Braseco, empresa proprietária do Aterro Sanitário de Massaranduba, a Companhia de Limpeza revelou que não tem como pagar a conta atrasada.
Diante disso, sem receber há 10 meses, a Braseco não tem condições financeiras para operar com 100 por cento de sua capacidade a fim de receber a média diária de 40 caminhões de lixo.
- Só está podendo receber sete caminhões - disse o promotor João Batista Machado, citado em reportagem disponível no site da TRIBUNA DO NORTE.
O máximo que conseguiu da Prefeitura foi o compromisso de pagar, no dia 20, a parcela referente ao mês de abril.
Segundo o promotor, "Natal passará o reveillon e o veraneio em situação complicadíssima em relação ao lixo".
CLIQUE AQUI e leia a reportagem publicada no site da TN.
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