| Senador Paulo Davim (Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado) |
O projeto foi apresentado na quinta-feira passada, 3 de maio, e defendido em Plenário, em discurso no qual o senador pediu apoio aos colegas senadores para que aprovem a matéria, aumentando a restrição aos locais de venda de produtos derivados do tabaco.
Segundo informou, a venda de cigarros atualmente é proibida em estabelecimentos de ensino e de saúde, órgãos e entidades administrativas.
“Não é natural a associação entre a imagem de alimentos e a de cigarros. Ao proibirmos a venda nesses estabelecimentos, estamos reduzindo também a publicidade desses produtos”, disse ele em Plenário.
Acrescentou que diminuir o acesso ao cigarro está em consonância com o que orienta a Organização Mundial de Saúde, uma vez que é comprovado que sem o estímulo visual e o fácil acesso, a prática do tabagismo pode ser reduzida, sobretudo para adolescentes e jovens.
“Sou médico e sei que fumantes são suscetíveis a problemas coronarianos e a terem câncer. O Brasil gastou mais de R$ 300 milhões com internação de pacientes que apresentaram patologias motivadas pelo hábito de fumar, o que compromete o sistema público de saúde”, argumentou.
Divulgação da Agência Senado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Comentários críticos sem identificação não serão aceitos.